Archive dezembro 2014

Que 2015 seja o melhor ano da sua vida

fELIZ 2015

QUE SEJA O MELHOR ANO DA SUA VIDA!

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 por ter feito do nosso 2014 um ano cheio de conquistas e superação.

 

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Queremos estar com você  em 2015 e de alguma forma também poder contribuir para que seu ano novo venha repleto de conquistas, sucesso e paz!

Conte com a gente, pois estaremos sempre à disposição para lhe ajudar na tomada de decisões referentes ao mercado imobiliário, com dicas, consultoria e informações sempre atualizadas.

Um forte abraço e muita paz, alegria e saúde!

Paulo Henrique e equipe do blog!

Construção civil e o mercado imobiliário em 2015

 Construção civil

Construção civil e o mercado imobiliário em 2015

Quando se fala em construção civil e mercado imobiliário, muitas são as dúvidas que surgem, afinal o setor foi um dos que mais cresceu nos últimos anos, antes da recessão econômica que atingiu o Brasil em 2014. Em 20 anos, a indústria cresceu 74,25%, apontam dados da pesquisa realizada pelo Sinduscon-MG (Sindicato da Indústria da Construção de Minas Gerais). O constante lançamento de novos empreendimentos e a facilidade do crédito, que estimulou as classes D e E a buscarem a casa própria, são dois dos fatores que levaram grande parte da população a acreditar no conto da bolha imobiliária nos últimos dois anos.
Construção civil e o mercado imobiliário em 2015
Ainda assombrada pelo fantasma do colapso imobiliário norte-americano, a população brasileira pisou no freio ante o murmurinho que começou a surgir em todos os cantos da nação. E no centro do Brasil, muitos goianos também deixaram o sonho da moradia esperando pela queda nos preços que ocorreria caso a tal bolha estourasse.

Construção civil e o mercado imobiliário em 2015

Nada disso aconteceu e, ao que tudo indica, os brasileiros estão longe de passar por isso. Contudo, não é mais segredo que até mesmo um dos maiores geradores de empregos em Goiás – foram mais de 100 mil postos de janeiro a novembro, está sobrevivendo à crise brasileira como os demais setores produtivos. Diferentemente da maioria dos estados, todavia, Goiás está acima da média nacional.
De acordo com Carlos Alberto Moura, presidente do Sinduscon-GO (Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Goiás), essa diferenciação se dá por motivos particulares do mercado goiano. “Este foi um ano um pouco atípico devido a dois grandes eventos, que foram a Copa do Mundo e as Eleições.

Construção civil e o mercado imobiliário em 2015

Por isso, assistimos a um decréscimo na produção com relação a 2013 em todo o território. Mas, Goiânia é um caso um pouco diferente do resto do país. Aqui vimos uma redução residual no volume de vendas e empreendimentos que não gerou um grande impacto ao mercado. Isso se deve muito à atuação do Governo do Estado, que realizou muitas obras que ajudaram a manter o crescimento da indústria de construção”, comenta Moura.

Construção civil e o mercado imobiliário em 2015

Não que isso represente um ano espetacular para o setor. Já que, de acordo com Murilo Andrade, superintendente da Adão Imóveis, o que houve foi uma leve aquecida nas vendas no terceiro trimestre, em virtude da continuidade da lógica de mercado que é típica ao estado. “Em 2014, o número de lançamentos de novos empreendimentos foi bem menor em relação aos dois últimos anos. Mas, como havia muitas unidades em oferta nas cidades de Goiânia e Aparecida, o que chamamos de estoque, o mercado foi atendido. Hoje, o estoque do setor diminuiu. É uma notícia boa, pois significa que se vendeu bem”, explica.

Construção civil e o mercado imobiliário em 2015

De acordo com Murilo, as bases, a lógica do mercado imobiliário goiano é a mesma há dez anos. Não é como nas grandes capitais, como Rio e São Paulo em que o crescimento imobiliário teve um “boom” de novos empreendimentos, ele explica. Além disso, que em Goiânia o que se tem é um crescimento desacelerado acompanhado de uma valorização contínua. “O que se pode interpretar como benéfico para o setor, sem dúvidas, destaca Andrade.

Imunidade à crise na Construção civil ?
A recessão econômica que atingiu em cheio o setor da construção civil em todo o território nacional, pode ter chegado com menos força no coração do país. Goiás tinha algumas barreiras que impediram o avanço da crise rumo ao mercado imobiliário, permitindo ao estado um crescimento ligeiro e sutil, mas considerável. De acordo com o relatório PIB Trimestral elaborado pela Segplan (Secretaria de Estado de Gestão e Pla­nejamento), somente no terceiro trimestre de 2014, Goiás apresentou um crescimento geral de 1,3%. Ao passo que o PIB do Brasil caiu, chegando a casa de -0,2%. Além disso, enquanto a construção civil nacional teve queda de -5,3%, Goiás permaneceu em ritmo de crescimento, com índice positivo de 2,9%.

Para Murilo Andrade, superintendente da Adão Imóveis, essa diferenciação deve-se a três fatores. “O primeiro ponto que favoreceu essa situação foi o crescimento do PIB de Goiás, que ficou bem acima do brasileiro, o que já justifica um resultado melhor. Outro fator é que Goiânia não passou por grandes eventos da Copa do Mundo FIFA 2014, então não houve especulação imobiliária, como ocorreu nas cidades-sede do campeonato. O terceiro aspecto é que Goiânia sempre teve o metro quadrado mais barato entre todas as capitais brasileiras, o que favorece muito o mercado na região. É em razão disso que podemos justificar esse cenário de oposição ao país”, argumenta Andrade.

Bolha imobiliária não ocorreu

Com o boom do mercado imobiliário e o crescimento expressivo da construção civil de todo o país até 2013, muitos começaram a cogitar para o Brasil a possibilidade de um cenário semelhante ao do colapso vivido pelos Estados Unidos, em meados de 2008. Para vários especialistas, no entanto, a situação brasileira está longe de chegar no patamar norte-americano. O aumento dos valores dos imóveis presenciado por todos nos últimos 12 anos, no entanto, pode ser explicado por outro fator: o acesso ao crédito, como explica Murilo Andrade.

“A lógica é que o mercado imobiliário passou a ter crédito para os compradores. Antes, não havia crédito de banco disponível, as pessoas não tinham como financiar. Então, a demanda por imóveis era bem menor do que é agora, pois hoje o negócio é facilitado. Nós também tivemos um crescimento da renda da população nos últimos anos, o que aumentou o poder de compra do consumidor”, sublinha o superintendente da imobiliária.

Carlos Alberto Moura, presidente do Sinduscon, é categórico nesse assunto. “Não existe bolha imobiliária. Isso é uma desinformação muito grande, feita por pessoas que não compreendem o mercado da construção civil. No Brasil, temos índices de investimentos imobiliários, que correspondem àquelas aquisições de imóveis feitas para aplicação de capital, de apenas 7% a 8%. Dos imóveis financiados, somente 1,8% estão em situação de inadimplência. São percentuais baixíssimos, que afetam a economia, mas não se apresentam como risco econômico”, assevera.

Murilo Andrade também é favorável a essa visão. ”O Brasil é um país jovem, então há muitas pessoas entrando no mercado de trabalho e adquirindo imóveis para morarem sozinhas. Além da aquisição de imóveis por famílias pelos programas do Governo Federal. Na cultura brasileira, a compra do imóvel é feita para ser moradia, não para especulação imobiliária. E isso permite um mercado sadio e equilibrado”, assegura Andrade.

Sobre a especulação imobiliária, trata-se de uma forma de investimento estável, que consiste no acúmulo de bens imóveis e que aposta na obtenção de maiores lucros no futuro, presumindo que haverá uma elevação nos preços dos imóveis. (J.M.)

Fonte: Tribuna do Planalto

Buritis, em BH, bairro atrai moradores jovens

Imóveis residenciais no Buritis têm o preço do metro quadrado variando de R$ 3,5 mil a R$ 7 mil
 Buritis têm o preço do metro quadrado variando de R$ 3,5 mil a R$ 7 mils

Buritis, em BH, bairro atrai moradores jovens

Solteiros e casais que estão comprando o primeiro imóvel se encantam pelo bairro em função dos preços mais “convidativos” para aluguel e venda
Muitos detratores o consideram “fora do eixo”. No entanto, quem mora no Buritis, na Região Sul de Belo Horizonte, tem muito pouco a reclamar. Ele pode carregar a pecha de ser um bairro em franca expansão desordenada, mas, quando você o conhece, a percepção é outra. Dotado de um leque generoso de estabelecimentos comerciais, instituições de ensino, áreas de lazer e constituído por prédios residenciais mais novos que os encontrados em áreas mais tradicionais, o Buritis é ideal para jovens (solteiros ou casados) que estão iniciando uma nova vida.
Com o metro quadrado variando entre R$ 3,5 mil (para as construções mais antigas) e R$ 7 mil (para os empreendimentos de padrão elevado), o Buritis é um bairro de alta densidade muito procurado exatamente por oferecer apartamentos com aluguel e valor de venda mais “em conta” que os de regiões mais centrais, como Lourdes e Funcionários. Porém, não se engane. Apesar da predominância da classe B, muitos no topo da pirâmide de estratificação social estão dentro do prisma de moradores. Ademais, muitos universitários migram para a região por cursarem faculdade em alguma das instituições particulares localizadas na principal via do bairro, a Avenida Professor Mário Werneck. Entretanto, uma fonte que optou por não se identificar revelou que o número de prédios que aceitam os estudantes e suas repúblicas é cada vez menor na região. Tal medida ocorre a fim de “evitar a baderna” e também para tentar estabelecer o Buritis como um bairro voltado majoritariamente para os já citados casais ou solteiros jovens já numa caminhada profissional.“A clientela do Buritis é diferente da que vemos no Lourdes, por exemplo. São pessoas mais novas, na faixa dos 25 aos 40 anos, casados ou solteiros, que estão em busca de seu primeiro imóvel”, destaca Frederico Padovani, diretor da Câmara do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG). Não obstante, clientes mais velhos também procuram o bairro com o intuito de usufruir da extensa gama de empreendimentos de cunho comercial. “A estrutura de comércio é muito bem desenvolvida, com lojas de varejo, shopping, restaurantes e bares”, comenta Padovani. “Todas as atividades comerciais se encontram dentro do bairro. É uma cidade completa”, acrescenta Marcelo Carvalho, gerente de vendas do Grupo EPO.ACESSO

Um dos maiores motivos de objeção quanto a residir no Buritis é a questão do acesso. As principais vias que ligam o bairro ao restante são as avenidas Raja Gabaglia, Barão de Homem de Melo e o Anel Rodoviário. Contudo, como quaisquer energias positivas se direcionam para os otimistas e todos os caminhos levam – em tese – a Roma, tudo no Buritis acaba convergindo para a Mário Werneck. O logradouro sofre com o constante fluxo de veículos e também com os automóveis estacionados irregularmente em vários trechos – fator que contribui negativamente no andamento do tráfego.

Principal via do bairro, a Avenida Professor Mário Werneck tem infraestrutura comercial completa (Paulo Filgueiras/EM/D.A Press - 23/5/14)
Principal via do bairro, a Avenida Professor MárioWerneck tem infraestrutura comercial completa

“Temos ainda alguns problemas de acesso ao bairro, mas esse cenário está se modificando”, afirma o diretor da CMI/Secovi-MG. Vale frisar que mudanças implementadas nos últimos dois anos no trânsito auxiliaram a combater os vis e temíveis engarrafamentos. Todavia, nas horas de grande movimento, a tormenta continua, mas tal acontecimento é corriqueiro em quase todas as regiões de Belo Horizonte e arredores. Como a maior parte dos moradores do Buritis trabalha fora dos seus domínios, a tendência é que imigração para outros locais no período matutino e a migração para casa no vespertino prejudiquem em demasia o fluxo de veículos.

MISTURA QUE FUNCIONA

Os apaixonados casais, os jovens solteiros e os desquitados que vivem de forma corrida têm algo em comum: querem praticidade. O principal predicado do Buritis é exatamente esse. Por isso, construtoras dão mais enfoque aos prédios mistos: residenciais, porém dotados de salas comerciais.

Um empreendimento que alia com maestria a praticidade e o conforto tão almejados pelos que anseiam por morar no Buritis, por exemplo, é o Edifício Alto Buritis. Localizado próximo à deslumbrante serra que se mistura com os arranha-céus, o prédio já tornou-se referência antes mesmo de seu debute. “É (uma edificação) residencial e tem também um pouco de comércio para atender aos moradores. Acabamos de receber um prêmio pelo projeto, inovador pela sua arquitetura e proposta”, afirma o gerente do Grupo EPO.

Novo Chalezinho na Mário Werneck: vida noturna no bairro é intensa (Beto Magalhães/EM/D.A Press - 9/7/12)
Novo Chalezinho na Mário Werneck: vida noturna no bairro é intensa

Esse mix efetivo faz com que o Buritis seja um bairro muitíssimo procurado e, mais, uma área que fideliza a clientela. “Posso afirmar que 70% dos meus clientes que já são moradores do bairro e querem se mudar para outro imóvel sequer cogitam sair das proximidades”, comenta Padovani, que, além de diretor da CMI/Secovi-MG, é proprietário da VPR imóveis, que atua fortemente na área. Em suma, se você dispara impropérios contra o Buritis sem dar ao menos uma chance a ele, mude rapidamente os seus conceitos.

MORANDO NO BURITIS

Marina Stroppa, universitária

“Apesar das dificuldades de acesso, principalmente de manhã e no fim da tarde, o Buritis oferece para mim e para a minha família inúmeras opções comerciais, o que torna tudo mais cômodo. Temos farmácias, supermercados e outras lojas bem pertinho de casa. Apesar de estar ficando um pouco perigoso, ainda não me preocupo com a criminalidade no bairro e o acho bem tranquilo, sem contar que é muito bonito.”

Luis Salgado, universitário

“Simplesmente, adoro o Buritis. É um bairro nobre, você encontra tudo o que procura, tem bons bares, churrascarias, fica perto do BH Shopping e também de uma boate fantástica para quem quer aproveitar a vida noturna como eu. Pode não ser o bairro mais seguro da cidade e o trânsito tende a ficar insustentável nos horários de pico, mas, mesmo assim, é um dos meus bairros favoritos em Belo Horizonte.”

 

Fonte: Marcus CelestinoEstado de Minas

 

Plantão de vendas, entre leões, antas e cobras

Plantão

Plantão de vendas, entre leões, antas e cobras

Outro dia li numa rede social a seguinte frase:

” MATAR UM LEÃO POR DIA É FÁCIL, DIFÍCIL É CONVIVER COM AS COBRAS ”

Sinceramente eu não sei o que é mais difícil, matar o leão, conviver com as cobras ou pior, ainda ter que aceitar as antas.

Explico:

Este final de semana (em particular o Domingo) efetuei dois atendimentos desastrosos, que quero riscar pra sempre do meu currículo, foi trágico e pior, não consegui fechar a venda em nenhum dos dois casos.

E a culpa foi minha por aceitar cobras e antas no meu habitat…

Se tem uma coisa pior que um corretor sem ética e escrúpulo que aqui eu vou denominar como o ”COBRA” é o corretor ”ANTA”.

No caso da cobra, este se faz de dissimulado, não respeita nosso código de ética e atropela até a mãe para vender, ele não tem a mínima noção do certo ou errado e o pior, quando acusado sempre se faz de vítima.

No caso da ”ANTA” é diferente mas não menos nocivo para a profissão, o anta é o cara que cai de paraquedas no mercado, não tem CRECI, não estuda o produto que está vendendo e não tem a mínima noção de como as coisas funcionam no mercado, ele desconhece qualquer conduta e quando orientado pela ”COBRA” aí as coisas tendem a ficarem de fato inaceitáveis.

Tive que fazer este pequeno relato acima da minha visão a respeito das cobras e antas pra explicar melhor meu atendimento catastrófico, pois deixei de faturar uma boa grana por conta destes ilustres personagens que infelizmente ainda existem na nossa profissão.

Todo plantão de vendas tem um regulamento, ordem de atendimento, sorteio, horários e normalmente é representado por duas ou mais imobiliárias(exceto nos casos de exclusividade ou quando a construtora possui sua própria house de vendas), este regulamento tem que ser explicado e divulgado para todos os corretores que vão participar do plantão para que não aconteça desavenças e baixarias, principalmente na frente do possível comprador, acontece que muitas vez isso não acontece, cobras se aproveitam disso e se beneficiam em cima das antas, como dizem na gíria ”deixam o pau quebrar” entre os corretores, muitas vezes confusos e ansiosos pela venda se matam e se desgastam sem saber que nada disso é necessário, basta seguir as ”regras”.

Eu já participei de centenas de plantões, principalmente em standes de vendas e posso afirmar com toda certeza que é sim possível manter um ambiente saudável e evitar que situações constrangedoras aconteçam, tanto para clientes quanto para os profissionais que ali atuam e para isso basta que os responsáveis pelo processo assumam de fato a responsabilidade de fazer a coisa acontecer, incorporadoras e construtoras precisam ter as regras devidamente escritas e claras e os donos de imobiliárias fazer com que sejam devidamente comunicadas e devidamente cumpridas ao longo da rotina.

Qualquer descumprimento deve ser tratado com seriedade e principalmente devidamente punidos os infratores, caso isso não ocorra o local se transforma numa ”casa de mãe joana” e aí as consequências são trágicas, mesmo quando os líderes acreditam que o ”importante é vender” e que os métodos utilizados não importam.

Quando este pensamento predomina, os profissionais que aqui vou chamar de ”águias” se afastam, procuram outros produtos, as águias não conseguem conviver entre cobras, antas e não matam leões. As águias possuem ética, tem valores e principalmente detestam perder vendas quando a situação contribui para atrapalhar seu trabalho.

Perdi meu atendimento, não foi a primeira vez que ocorreu e tenho certeza quase que absoluta que não será a última, mas sinceramente se queremos melhorar as coisas temos que lutar para que a ética prevaleça, que normas e regulamentos sejam de fato respeitados, o conformismo só alimenta a incompetência e quem paga o preço disso tudo são os que de fato fazem as coisas acontecerem.

Tem um artigo do blog corretor e mercado que também fala sobre o assunto e não poderia deixar citar aqui, tente responder a pergunta que foi feita:

Como trabalhar com ética no nosso dia a dia? Dá para sobreviver no meio de leões?

O assunto ética na profissão tem muitas ramificações e creio que temos muito a discutir berm como a legalização de fato de nossas condições de trabalho.
Este email recebido relata o dia a dia de um colega nosso, que creio muitos de nós presenciamos no nosso dia a dia.
O que posso dizer ao colega que apesar de sofrermos muitas tentações para que sujeitemos a jogar sujo, devemos continuar a jogar limpo e com ética, pois a sensação de vitória é mais gostosa e dignificante.
Quando você vence uma batalha do sujo contra o limpo, mal contra o bem, o sabor de vitória é mais acentuado, saboroso.
Discordo quando pensam em jogar o jogo deles.
Veja esse artigo do codigo de ética dos corretores de imóveis:
No Art 6º, paragrafo  VII – desviar, por qualquer modo, cliente de outro Corretor de Imóveis;  
Isso mostra que temos armas a nosso favor. Devemos teimar em usa-las se não elas enferrujam.
Devemos sim sempre que possivel acionar o Creci, jornal, imprensa e todos os meios para informar o que acontece no nosso dia a dia.
Se eles não tiverem legalizados, devem sim serem denunciados. Se forem, devem cumprir os deveres de pertencer a uma categoria de classe com seus códigos.
Pense nisso e sucesso.

E você, já pagou o preço por alimentar cobras e antas?

Já teve que perder seu leão por causa de alguma anta o espantar?

O plantão em que você trabalha tem regras claras?

Comente aí sua opinião, ela é importante para ajudar na moralização da nossa profissão.

Um forte abraço e até a próxima, nos encontramos no pódio!

Paulo Henrique da Silva.

Projetos propõem revitalização de áreas abandonadas para diminuir criminalidade

A revitalização de um local deserto próximo a uma área residencial resultou nesta praça, onde os moradores podem se exercitar na academia ao ar livre e contemplar a natureza

A revitalização de um local deserto próximo a uma área residencial resultou nesta praça, onde os moradores podem se exercitar na academia ao ar livre e contemplar a natureza

Projetos propõem revitalização de áreas abandonadas para diminuir criminalidade

Além de tornar os espaços funcionais e mais bonitos, a arquitetura pode contribuir para diminuir os índices de violência. Urbanização incentiva a inserção das pessoas em regiões antes abandonadas e propícias à prática de crimes
Segundo dados do relatório Índice de Progresso Social (IPS), divulgado no primeiro semestre desse ano, o Brasil aparece em 11º lugar na lista dos países mais inseguros do mundo, perdendo apenas para Iraque, Nigéria, Venezuela, República Centro-Africana, África do Sul, Chade, República Dominicana, Honduras, México e Sudão.Em 1982, o cientista político James Q. Wilson e o psicólogo criminologista George Kelling, ambos norte-americanos, publicaram um estudo que pela primeira vez estabelecia essa relação causal entre o espaço habitado e a violência. O trabalho da dupla ficou conhecido como a Teoria das Janelas Quebradas, uma referência ao exemplo usado por eles.
Se alguém quebra uma janela e o vidro não é substituído, argumentam, outras pessoas que passam pelo local podem se sentir à vontade para fazer o mesmo, já que o ato de vandalismo parece não produzir qualquer reação imediata. O sentimento de anarquia se espalha epidemicamente pelo bairro, criando uma espiral de degradação. Nesse espaço sem controle, um assaltante se sentirá seguro para agir, pois ninguém parece ter condições de impedir, ou mesmo se importar, com problemas relacionados à manutenção da ordem.“Os projetos urbanísticos têm um papel fundamental na redução da criminalidade, pois estimulam a ocupação e possibilitam que os usuários permaneçam por mais tempo nas áreas públicas, isso as tornam mais vigiadas e seguras. Além disso, uma área bem projetada faz com que esses frequentadores se sintam donos do espaço e o mantenham protegido e bem cuidado”, pondera a arquiteta Nathália Otoni.

 (Rodrigo Marcandier/Divulgação)

Planejamento urbano, paisagismo e iluminação pública adequada é o que sugere a arquiteta Luciana Araújo. “O ideal é propor equipamentos urbanos que beneficiem os usuários da região; planejar um paisagismo capaz de tornar o espaço mais convidativo; projetar uma iluminação pública que torne o local mais seguro e criar um tratamento da área que dê uma identidade e agrade aos espectadores”, conta.

Para que a revitalização do espaço seja bem feita é preciso entender o entorno desse local. Isso faz toda a diferença no que diz respeito à funcionalidade. “Se a área for comercial, espaços de descanso e contemplação são bem-vindos. Caso seja residencial, playgrounds e equipamentos de ginástica podem e devem ser propostos”, sugere Luciana.

 (Rodrigo Marcandier/Divulgação)

 

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