Archive junho 2018

SOBRE FAZER A DIFERENÇA….

Fazer a diferença

SOBRE FAZER A DIFERENÇA….

Comecei a reunião hoje com este tema …

FAZER A DIFERENÇA!

Pra mim, as pessoas precisam viver a vida para fazer a diferença…e isso inclui em primeiro lugar fazer a diferença na vida delas mesmas …como é triste ver pessoas super capacitadas, (com 2 braços, duas pernas, visão e audição perfeita, língua pra falar e com boa saúde), ficar reclamando pelos cantos sobre a vida que leva…sobre como o destino tem sido cruel…blá blá blá …
Basta observar estas pessoas para compreender toda essa penúria….essas pessoas parecem ZUMBIS …nunca fazem nada por si mesmas…são preguiçosas…não fazem atividade física e reclamam que estão gordas…não estudam e reclamam que não tem oportunidade…não lutam por nada e reclamam que nunca vencem…e por aí vai…estas pessoas são incapazes de FAZER DIFERENTE …não sabem pensar DIFERENTE …não conseguem enxergar como isso é importante nas suas vidas…e assim …de lamento em lamento vão vivendo seus dias…sem fazer nada por elas mesmas…

O segundo objetivo deve ser FAZER A DIFERENÇA na vida das outras pessoas ..isso inclui caridade…compaixão…ajuda…mas acima de tudo…fazer a vida das pessoas que estão a nossa volta melhor…menos dolorosa…menos estressante…e mais interessante.

Mas aquele grupo de pessoas que nada fazem por si mesmas, adoram não fazer nada pelo o outro também…fingem de boazinhas, se fazem de boas amigas…mas nunca perdem uma oportunidade de prejudicar, de atrapalhar…de colocar sempre uma pedra no caminho de alguém…essa gente passa pela vida SEM FAZER A MÍNIMA DIFERENÇA nem pra elas nem pra ninguém!

LIDERANÇA E IMPARCIALIDADE

LIDERANÇA E IMPARCIALIDADE

imparcial

Eu sempre fui considerado um líder LINHA DURA…para alguns isso é uma qualidade, para outros um ponto a melhorar…Isso depende muito do ponto de vista dos liderados…Existem os que gostam de tratamento diferenciado e os que sabem que uma EQUIPE precisa e deve ter os mesmos privilégios e obrigações, deveres e direitos IGUAIS…RECONHECIMENTO E PUNIÇÕES na mesma medida……e é isso que mais me preocupo na minha GESTÃO …ser IMPARCIAL !

Os lideres não diferentes das outras pessoas são dotados de emoções, criamos nosso circulo de afinidades em nosso meio profissional também, o que não poderia deixar de acontecer afinal necessitamos dessas relações interpessoais…

Porem quando passamos a assumir um posto de liderança precisamos estar atentos para nossa necessidade de deixar a parte, ou seja, deixar na neutralidade essas “afinidades” tendo em vista um ambiente mais justo, de forma que não sejamos nós os próprios lideres geradores de conflitos dos quais nós mesmos seremos prejudicados… ISSO OCORRE QUANDO A EQUIPE NÃO TEM UNIFORMIDADE…é nítido QUANDO UM LÍDER SÓ SABE ELOGIAR E DAR MÉRITOS as mesmas pessoas…ou quando ele pratica a FALSIDADE só pra obter resultados pontuais e favorece uns e menospreza os outros…a equipe sente isso na pele…acredite!

SENTE E VISUALIZA E RETRIBUI EM FORMA DE RESULTADOS NEGATIVOS!

E difícil manter a imparcialidade em meio a alguns conflitos que por hora surgem dentro das organizações. Porem o líder bem preparado consegue agir de forma justa não deixando esses fatores que na verdade são pessoais interferirem na sua gestão.
A empatia total ou a falta dela o que seria negativo pode fazer com que um gestor inclua indevidamente ou exclua uma pessoa de um determinado processo…

O que seria uma falha grave e que contaria como incompetência na visão da forma como esse gestor age…

Chego a uma das palavras chave na posição de liderança “justiça”. O líder justo lida com as situações que envolvem a imparcialidade com mais segurança, pois ele consegue tomar decisões baseando-se na ação justa, independente das suas opiniões pessoais ou de opiniões alheias…
Muitos se perdem nesse caminho, pois acabam realmente por levar questões profissionais para o lado emocional e pessoal, cometendo falhas que colocam em risco a visão da sua trajetória e rumo dos processos de Gestão de Pessoas nas organizações…

Não importa o quanto seja interessante para um líder ser bem aceito por agir de uma forma ou de outra, o que importa é a repercussão de suas atitudes frente a seus liderados.

Pois por mais que tentemos agradar a todos jamais conseguiremos, porem podemos agir de forma justa, e com isso, mesmo que não agrademos a todos jamais poderemos ser julgados injustos.

As organizações que mais crescem no mundo hoje tentam reter em seu quadro os profissionais que conseguem ser imparciais frente às ações que precisam ser, pois o mal da predileção demasiada ou da antipatia que pode ser em certos momentos sem causa já gerou conflitos demais,e esses conflitos refletem diretamente no clima organizacional, tomando dimensões absurdas.

A imparcialidade evita a instalação de conflitos, é sem duvida muito mais proveitoso evitar do que ter que gerir conflitos, pois ao se tratar de relações humanas o desgaste causado por esse conflitos é muito difícil de ser eliminado.
Portanto gestores acordem para a necessidade de serem imparciais, tendo como objetivo a justiça nas relações interpessoais , e assim um ambiente de trabalho mais igualitário.

Lembre-se, ser imparcial é não sacrificar a justiça ou a verdade em favor das suas considerações particulares. Não tomar partido a favor nem contra deixando apenas que os fatos e ações venham a justificar a sua posição, podendo ter assim um respaldo de conduta no decorrer de sua carreira.

Os lideres não diferentes das outras pessoas são dotados de emoções, criamos nosso circulo de afinidades em nosso meio profissional também, o que não poderia deixar de acontecer afinal necessitamos dessas relações interpessoais. Porem quando passamos a assumir um posto de liderança precisamos estar atentos para nossa necessidade de deixar a parte, ou seja, deixar na neutralidade essas “afinidades” tendo em vista um ambiente mais justo, de forma que não sejamos nós os próprios lideres geradores de conflitos dos quais nós mesmos seremos prejudicados.

E difícil manter a imparcialidade em meio a alguns conflitos que por hora surgem dentro das organizações. Porem o líder bem preparado consegue agir de forma justa não deixando esses fatores que na verdade são pessoais interferirem na sua gestão.
A empatia total ou a falta dela o que seria negativo pode fazer com que um gestor inclua indevidamente ou exclua uma pessoa de um determinado processo. O que seria uma falha grave e que contaria como incompetência na visão da forma como esse gestor age.

Chego a uma das palavras chave na posição de liderança “justiça”. O líder justo lida com as situações que envolvem a imparcialidade com mais segurança, pois ele consegue tomar decisões baseando-se na ação justa, independente das suas opiniões pessoais ou de opiniões alheias. Muitos se perdem nesse caminho, pois acabam realmente por levar questões profissionais para o lado emocional e pessoal, cometendo falhas que colocam em risco a visão da sua trajetória e rumo dos processos de Gestão de Pessoas nas organizações.

Não importa o quanto seja interessante para um líder ser bem aceito por agir de uma forma ou de outra, o que importa é a repercussão de suas atitudes frente a seus liderados. Pois por mais que tentemos agradar a todos jamais conseguiremos, porem podemos agir de forma justa, e com isso, mesmo que não agrademos a todos jamais poderemos ser julgados injustos…

As organizações que mais crescem no mundo hoje tentam reter em seu quadro os profissionais que conseguem ser imparciais frente às ações que precisam ser, pois o mal da predileção demasiada ou da antipatia que pode ser em certos momentos sem causa já gerou conflitos demais,e esses conflitos refletem diretamente no clima organizacional, tomando dimensões absurdas…

A imparcialidade evita a instalação de conflitos, é sem duvida muito mais proveitoso evitar do que ter que gerir conflitos, pois ao se tratar de relações humanas o desgaste causado por esse conflitos é muito difícil de ser eliminado.
Portanto gestores acordem para a necessidade de serem imparciais, tendo como objetivo a justiça nas relações interpessoais , e assim um ambiente de trabalho mais igualitário.

Lembre-se, ser imparcial é não sacrificar a justiça ou a verdade em favor das suas considerações particulares. Não tomar partido a favor nem contra deixando apenas que os fatos e ações venham a justificar a sua posição, podendo ter assim um respaldo de conduta no decorrer de sua carreira.

POSITIVIDADE FAZ A DIFERENÇA NO MUNDO DAS VENDAS

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É comprovado que atitude POSITIVA em vendas é fator determinante de sucesso ou fracasso em uma negociação comercial. Se você possui uma atitude positiva, você entra em uma negociação pronto para jogar e focado na vitória, certo?

Agora, se sua atitude tende a não ser positiva (veja que não utilizei negativa), você pode não ter a mesma motivação necessária para fechar a venda. Dessa forma, sua atitude pode fazer a diferença no mundo das vendas e é sobre isso que vamos conversar hoje!

Atitude Positiva como Alavanca de Vendas!

Recentemente li uma matéria sobre o livro “Como sua Atitude Pode Revolucionar sua Vida”, do autor John C. Maxwell, que defende a importância da atitude positiva como uma forma de diferenciação no mercado globalizado.

Ele define que a atitude como um um sentimento interior que reflete o nosso comportamento.

O que sua Atitude Nunca poderá Fazer por Você

Existem determinas características profissionais que, mesmo com uma atitude positiva, você não poderá alterar. A positividade está na função de prover confiança, mas NUNCA substitui a competência.

Se você acredita que é capaz de concretizar determinada negociação é CONFIANÇA, mas se puder realmente fazer é COMPETÊNCIA.

Se você tiver uma atitude positiva, você poderá desenvolver a competência e ganhar experiência na sua carreira profissional. Somente o crescimento profissional será responsável pelo seu sucesso, portanto, ser positivo NÃO substitui o crescimento pessoal.

4 Benefícios da Atitude Positiva

1. Ser positivo pode fazer toda a diferença em nossa carreira corporativa e em nossa vida pessoal. Afinal, ser feliz faz com que a vida flua.

2. Podemos fazer a diferença em nossos relacionamentos, sejam profissionais ou pessoais. Dessa forma, aumentamos nosso networking e nosso poder de influência. Todos conhecem aquele “cara boa praça”, certo?

 

3. Ser positivo também faz diferença ao enfrentarmos nossos desafios, principalmente relacionados aos corporativos! Todo desafio representa uma grande oportunidade e é a atitude positiva que determina a forma como lidamos com isso.

4. Atitude positiva faz TODA a diferença em nossas vidas, por simplesmente influenciar a maneira de vermos o mundo!

Esse é o principal motivo para você ter uma atitude positiva daqui para frente e VENDER muito mais pra ser feliz e não dar trabalho!

Boas vendas e muito, mais MUITO SUCE$$O!

Fonte: https://supervendedores.com.br

 

CARGO DE CONFIANÇA: ENTENDA O QUE É E COMO SE CARACTERIZA NAS EMPRESAS

GERENTE

Primeiramente, é importante pontuar que os cargos de confiança possuem diversas particularidades em relação aos demais, incluindo as responsabilidades e os direitos do empregado.

Por isso, é importante que as empresas entendam as normas legais aplicáveis ao caso, para garantir o cumprimento da legislação e evitar prejuízos futuros.

Para te ajudar a entender o que é e como a legislação disciplina o cargo de confiança, preparamos este texto. Confira!

O que é o cargo de confiança

Trata-se do cargo em que o empregado tem maior influência na gestão da empresa, podendo tomar algumas decisões de modo independente. É exercido por gerentes, diretores, chefes de departamento ou filial e demais funções que possam ser consideradas de gestão.

Essa o cargo de confiança está previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) no art. 62, II, possuindo algumas especificações em relação aos direitos do empregado. Saiba quais são:

Jornada de trabalho

Para aqueles que exercem cargo de confiança, não há controle de jornada de trabalho, sendo esta mais flexível. Com isso, não são devidas horas extras pelo excesso de jornada, e também não podem ser descontadas faltas e atrasos do empregado.

Isso porque, a cobrança realizada em relação aos empregados que exercem cargo de confiança, ocorre sobre as metas e resultados esperados, e não ao cumprimento de uma jornada predeterminada, ou seja, basta que o empregado cumpra com as suas funções na empresa, desempenhando suas atividades com efetividade.

Apesar de não haver controle de jornada, o direito ao descanso semanal remunerado, de no mínimo 24 horas, é mantido, devendo ser pago em dobro pelo empregador quando não concedido.

Transferência do empregado

Outro direito modificado por esta função é em relação à transferência do empregado. Conforme o art. 469 da CLT, em regra, é vedada a transferência do funcionário, sem a sua concordância, para local diverso da contratação, que necessite de mudança de domicílio.

Porém, essa previsão não se aplica aos empregados em cargo de confiança, pois quando contratados para desempenhar esta função, o funcionário já está ciente de que seus serviços deverão ser prestados onde for necessário e mais adequado.

Remuneração do cargo

De acordo com a CLT, ao exercer o cargo de confiança, o empregado deve ser remunerado com acréscimo de 40%, no mínimo, sobre o salário efetivamente recebido, tendo em vista os funcionários possuem alguns direitos alterados, além de possuírem mais responsabilidades na empresa.

Caso essa norma não seja observada, não serão aplicáveis as disposições legais específicas do cargo, como as referentes ao controle de jornada e transferência do empregado.

Estabilidade salarial

O adicional recebido pelo empregado pode ser retirado nos casos de reversão do cargo. Contudo, quando a função for exercida por mais de 10 anos, tendo em vista o Princípio da Estabilidade Financeira, o adicional não poderá ser retirado, exceto quando a mudança ocorrer por justo motivo, conforme preceituado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), na Súmula 209.

Como formalizar a alteração do cargo

A informação deve constar na CTPS do trabalhador, na parte de anotações gerais e no livro de registro de empregados. Em relação ao contrato de trabalho, é possível realizar um aditivo, incluindo as condições da função. Da mesma forma é necessário proceder em caso de reversão do cargo.

Finalmente, o adicional pago deverá ser identificado na folha de pagamento, para comprovar a observância das normas legais.

O cargo de confiança após a reforma trabalhista

Conforme a reforma trabalhista, a convenção coletiva e o acordo coletivo de trabalho prevalecerão sobre a lei, no que tange as especificações dos cargos de confiança, podendo fixar parâmetros diversos da CLT para o reconhecimento do exercício dessa função.

Ainda, a alteração do cargo, com ou sem justo motivo, não garantirá mais ao empregado o direito a continuar recebendo o valor do adicional, independentemente do tempo em que exerceu a função. Dessa forma, após a reforma trabalhista começar a vigorar, a Súmula 209 do TST perderá sua eficácia.

Observar essas normas é essencial para evitar que o exercício do cargo de confiança seja considerado fraude em uma eventual reclamatória trabalhista, caso em que serão devidas ao empregado todas as verbas não pagas em função do cargo.

Fonte: PM&H ADVOCACIA 

Então, este post te ajudou a entender como funciona o cargo de confiança? Ficou alguma dúvida? Deixe seu comentário!

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