Varejo no Brasil: o sucesso é omnichannel

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O jeito como as pessoas fazem suas compras mudou: hoje, o público flutua livremente entre o online e o offline. Por isso, é essencial que as marcas ofereçam experiências que conectem com fluidez todos os seus pontos de contato durante a jornada do consumidor.

Sabemos que já faz algum tempo que o digital se tornou parte essencial dos planos de mídia, e que para termos uma perspectiva orientada para o usuário, precisamos conhecer sua jornada de consumo do início ao fim, com todos os seus pontos de contato tanto online quanto offline.

Segundo um artigo da BCG, apesar de apenas 4% do total das vendas do varejo brasileiro acontecerem online, a internet influencia mais de 50% das compras efetuadas em lojas físicas pelos consumidores conectados.1 Isso significa que as decisões de consumo já não acontecessem exclusivamente quando as pessoas estão dentro da loja física com o produto nas mãos.


Apesar de apenas 4% do total das vendas do varejo brasileiro acontecerem online, a internet influencia mais de 50% das compras efetuadas em lojas físicas por consumidores conectados.


Com tantas fontes de informação disponíveis, a decisão de comprar vai se consolidando em diversos micro-momentos no decorrer da jornada de consumo. E uma vez que o público vive uma vida omnichannel, não faz mais sentido as marcas criarem estratégias online e offline totalmente desconectadas. Aliás, só com uma estratégia integrada é que elas conseguirão impactar o consumidor em cada um desses micro-momentos até a conversão.

E é isso que a Leroy Merlin e o Magazine Luiza estão fazendo. Esses dois grandes varejistas vêm aplicando a abordagem Omnichannel em suas estratégias com resultados extremamente positivos. A seguir, veremos dois exemplos de sucesso dessas duas marcas.

Leroy Merlin – Um novo patamar de performance

A Leroy Merlin, marca francesa do ramo de construção e bricolagem, começou suas operações no Brasil em 1998 e hoje é a empresa líder no segmento no país. Com o crescimento do digital, eles se viram diante de um grande desafio: como obter o maior retorno possível de sua estratégia de mídia online sendo parte de uma indústria que tem como principal característica a experiência no ponto de venda?

O primeiro passo foi priorizar as visitas às lojas físicas na hora de avaliar o sucesso das campanhas digitais. Em seguida, a marca reviu sua forma de trabalhar a experiência do consumidor para tornar o trânsito dos clientes e potenciais cliente entre o online e o offline o mais fluido e consistente possível. Para isso, foram usadas campanhas de Display e no Google Shopping com o objetivo de estimular o cliente a ir à loja. Uma tática muito importante nesse processo foi o uso dos Anúncios de Inventário Local, que mostram seus produtos em estoque nas lojas das redondezas de onde o usuário faz a busca, os horários das lojas, endereços e muito mais.

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Visitas às lojas se tornou nosso principal KPI e, com o Google Shopping, nós atingimos um novo patamar de performance.

– Diego Lemos, Digital Coordinator – Leroy Merlin Brasil


O resultado final da campanha foi excelente. Comparando com os resultados do trimestre anterior, a marca obteve um crescimento de 36% na visitas às lojas e 26% de redução no custo por visita após a implementação da campanha no Google Shopping.

Varejo no Brasil: o sucesso é omnichannel-1

Magazine Luiza – desbravando o caminho online to offline

Com 60 anos de mercado, o Magazine Luiza é um gigante do varejo brasileiro, com mais de 800 lojas em 17 estados do país. Nos últimos anos, a marca vem focando seus esforços na transformação digital e a resposta do mercado não poderia ser melhor: as ações da empresa tiveram uma alta de 705% em 2017.

Nesse ano, o Magazine Luiza tinha um desafio: como aumentar seu retorno com vendas offline usando campanhas de marketing digital?

Uma das estratégias usadas foi aproveitar ao máximo os recursos de geolocalização em suas campanhas usando oset-up completo das ferramentas de localização Google. Para isso, eles fizeram ajustes em suas contas do Google Meu Negócio, adicionando extensões locais para aumentar a cobertura das lojas. Também implementaram o rastreamento de visitas às lojas em todas as contas e campanhas, e começaram a analisar o impacto que essas visitas direcionadas por elas causam no ROAS.

A marca também foi pioneira no uso de Anúncios de Inventário Local no Brasil, uma ferramenta que permite à empresa, por meio desses anúncios, indicar a disponibilidade do produto na loja física mais próxima do cliente por meio desses anúncios. Com isso, foi possível usar todo o inventário da empresa para criar anúncios específicos para cada uma de suas lojas.

Por fim, a empresa iniciou conversas internas para adotar novas métricas de sucesso e ferramentas de mensuração,  e começou a analisar seu ROAS (Return of Ad Spend) sob uma perspectiva Omnichannel, integrando os números do onlinee offline.

Essas medidas trouxeram clareza na mensuração dos resultados e a empresa já viu um aumento de 140% da influência do Google nas visitas de loja física de 2016 para 2017.” Neste ano, 4.5 milhões de visitas foram influenciadas por campanhas digitais veiculadas pela empresa.

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Sabemos que o caminho em direção à abordagem Omnichannel não é dos mais simples, afinal ele exige toda uma mudança de mindset e na forma como as empresas sempre encararam suas métricas de sucesso. No entanto,cases como os de Leroy Merlin e Magazine Luiza são a prova de que integrar estratégias online e offline e estabelecer métricas que traduzam o comportamento real do consumidor são movimentos imprescindíveis para qualquer marca em busca de um grande desempenho. O consumidores já vivem em um mundo omnichannel, por que permitir que sua marca continue nadando contra a corrente?

Fonte: BCG: Internet Use Affects Half of All Retail Purchases in Brazil

Publicado originalmente em https://www.thinkwithgoogle.com

As novas profissões criadas na era da internet; descubra as promissoras

PROFISSOES

A internet tem sido, não somente uma das principais fontes de pesquisa por empregos, mas também se revelando novas profissões que se apresentam no mercado digital.

As mudanças do mercado chegam na mesma rapidez com o qual surgem as novas carreiras, novos estudos e uma nova exigência de perfil profissional na era digital.

Dentre as profissões promissoras apresentadas no mercado, o Google cita o gerente de E-Commerce, o Mídia Online, Webmaster, gerente de Projetos, Desenvolvedor de Gráficos e de Mídia, Analista de User Experience, Redator de Conteúdo, Gerente de SEM, Gerente SEO, Analista de Dados e Gerente de Comunidades Digitais. Todas profissões voltadas para atender este mercado digital que hoje é tão forte. (veja profissões com detalhes em baixo)

Todas estas profissões exigem o conhecimento técnico das novas tecnologias, exige informação e, na maioria das vezes também, uma segunda língua (o inglês, mas comumente). São profissões que chegam ao mercado exigindo cada vez mais habilidades específicas dos profissionais, que devem ser obrigatoriamente antenados com o mundo digital.

Além delas, hoje o mercado apresenta oportunidades como Especialista em Marketing Digital, Gestor de Mídia Social, Blogger, Designer de App, Desenvolvedor de App, Especialista em Cloud Services, entre outros. A sua maioria, profissões ligadas ao mercado digital, redes sociais e o marketing digital.

Jovens são mais atraídos pelas novas profissões

O professor da Universidade Estadual do Piauí (Uespi) e PhD em Ciência da Computação, José Bringel Filho, explica que as novas profissões surgem no meio digital integrando competência de outras áreas e atrai um público jovem. As universidades tenta se adaptar à esta nova realidade, mas são as empresas que atuam no mundo digital que melhor capacitam este novo profissional.

“Tem surgido novas profissões, novas formas de atuar com o meio digital, integrando com outras competência com áreas de marketing e comunicação e eu acredito que a tecnologia tem transformado o mercado de trabalho e muitas pessoas hoje que são adolescentes ou que ainda não estão no mercado de trabalho irão possivelmente ser empregados em profissões que ainda não existem”, avalia o professor José Bringel.

As mutações sofridas constantemente fazem com que as profissões também sejam redefinidas de acordo com o mercado. As próprias universidades estão repensando a sua fórmula de capacitar profissionais e as empresas que atuam no mundo virtual exigem estar conectadas com a inovação.

“Hoje avalio que a universidade não é o local ideal para se preparar este profissional. As próprias empresas tem buscado fazer este papel de criar tecnologia e ao mesmo tempo educar este profissional que vai atuar, ou fornecer ferramentas que permitam isso. Assim como a Google e outras empresas fazem este papel e abre um campo novo de atuação para profissionais que querem fugir do tradicional e ter um liberdade de trabalho em qualquer momento e em qualquer lugar, uma vez que a tecnologia passa a ser o intermédio, o ponto de convergência de quem pede o serviço. Então amplia as possibilidades de atuação profissional”, analisou Bringel.

E o público alvo destas novas profissões segue o ritmo da juventude. Quanto mais interessado em novas tecnologias, mais os jovens são atraídos por estas novas profissões, criando em casa, entre os familiares, às vezes, um ambiente onde não se compreende ao certo este mercado. “A juventude que está mais antenada, tem uma facilidade maior em trabalhar com a tecnologia, em absorver a tecnologia, ela tira vantagem nesse aspecto. Hoje é muito comum, em uma roda de conversa de família, os pais não entenderem o que o filho faz, porque são coisas novas, formas de gerar renda e que vem sendo a cada dia mais buscada pelos jovens”, finaliza o professor.

Academia se reinventa para se adaptar às novas tecnologias

E as profissões mais tradicionais não fogem às novas regras que a era digital impõe. Nas faculdades, o ensino se adapta e as instituições correm contra o tempo para introduzir nos cursos disciplinas que incluam as tecnologias, que façam dos novos profissionais, profissionais cada vez mais atualizados.

Para a administradora e professora de RH do Instituto Federal do Piauí, Françoise Fontenele, o mercado se modifica muito rápido nessa era digital e a escolha das profissões segue o ritmo deste novo mercado.

“A escolha das profissões está muito mais atrelada ao que o mercado manda do que ao que as faculdades realmente tendem a oferecer. E hoje em dia o tempo é quem manda nas escolhas e com o avanço das tecnologias, principalmente no que diz respeito à comunicação, a rapidez é quem manda e desmanda nestas escolhas”, explica.

Os profissionais formados nas faculdades em cursos tradicionais, já desejam também sair das faculdades atualizados no mundo digital apresentado a eles. Cada profissão tem hoje uma área trabalhada nas novas tecnologias, que exige hoje uma especialização maior dos profissionais.

“Vejo uma perspectiva muito grande no sentido das profissões já existentes se adaptarem à essa realidade e de novas profissões surgirem baseadas nisso”, diz a professora Françoise. “Da profissão mais simples à que exige uma maior escolaridade, o profissional é bastante exigido, então o conhecimento básico da informática ele já não é mais o básico, ele é o essencial. Não dá pra você pensar mais em conhecimento básico de informática, de tecnologia, você tem que pensar que isso é como uma tabuada, como uma formação técnica lá do início”, confirma.

 ALGUMAS NOVAS PROFISSÕES

ESPECIALISTA EM MARKETING DIGITAL

O marketing digital vem dando possibilidade de você aprender a construir o seu próprio negócio digital. Hoje temos de um simples e-mail a campanhas em massa em redes sociais ou até mesmo marketing de busca e todas as outras vertentes do marketing digital. Tudo trabalhando para promover produtos e alcançar os consumidores de modo muito mais direto e específico.

GESTOR DE MÍDIA SOCIAL

Gerencia as mídias digitais como Facebook, LinkedIn, YouTube, Twitter, Instagram e tantas outras para as empresas. Com o advento das redes sociais, empresas de todos os seguimentos querem estar presentes em todas as plataformas.

ESPECIALISTA EM SEO

O especialista em SEO trabalha para aumentar a otimização de busca de sites e conteúdo, fazendo com que a marca ou empresa seja vista. Um especialista em SEO vai se concentrar em melhorar o seu site para que ele apareça na tão cobiçada primeira página dos resultados de pesquisa e melhorar a capacidade de pesquisa do seu conteúdo, a fim de que ele regularmente apareça em buscas de palavras-chave.

DESENVOLVEDOR DE APP

A colaboração entre um designer de aplicativo e um desenvolvedor de aplicativo é o que produz os aplicativos que você usa. Uma vez que o designer de aplicativo termina seu trabalho, eles vão enviar tudo para o desenvolvedor do aplicativo que implementará o projeto em código. O desenvolvedor tem os desenhos e faz com que o aplicativo faça o que foi planejado.

ESPECIALISTA EM CLOUD SERVICES

Especialista em Cloud Services são profissionais com proficiência nos mecanismos, dispositivos e tecnologias dos funcionamentos e serviços de armazenamento em nuvem. O papel desse profissional envolve proficiência nos mecanismos, dispositivos e tecnologias dos funcionamentos e serviços de armazenamento em nuvem.

GERENTE DE E-COMMERCE

Inspeciona presença e vendas online, garante a consistência imagem da marca, gerencia um time de webdesigners e desenvolvedores de softwares que criam o sistema de transição online e o layout do site.

WEBMASTER

Gerencia o funcionamento diário de um site ou aplicativo. Mantém atualizado o conteúdo e testa o site constantemente para garantir bom funcionamento.

GERENTE DE PROJETOS

Organiza Recursos para projetos digitais, agenda e monitora o processo dos projetos, conduz análise de riscos dos projetos e realiza as mudanças necessárias.

 DESENVOLVEDOR GRÁFICO E DE MÍDIA

Cria o visual, as sensações do site ou aplicativo, produz grafismo, animações e elementos de vídeo.

REDADOR DE CONTEÚDO

São os novos jornalistas digitais. Cria, revisa, seleciona conteúdo digital para sites e aplicativos e redes sociais. Usa e monitora conteúdos para alcançar os objetivos dos clientes.

 

Por Erica Paz (Especial para o Cidadeverde.com)
redacao@cidadeverde.com

O que significa análise SWOT e qual a sua importância para as empresas?

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Análise Swot ou FOFA como também é conhecida significa forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. É muito utilizada no momento de realizar o planejamento estratégico de uma empresa, com essa análise podemos identificar os principais fatores internos que podem ser trabalhados pela empresa e seus funcionários e os externos que chamam a atenção de seu público. Nos dias atuais está sendo usada não só pelas grandes empresas, mas por pequenas empresas também.

  • Forças: Características que representam uma vantagem em relação a concorrência.
  • Fraquezas: Características no ambiente interno da empresa que desfavorece a mesma em relação a seus concorrentes.
  • oportunidades: Criar uma “ação” diferenciada para sua empresa pode trazer grandes oportunidades.
  • Ameaças: Quando a empresa não tem controle sobre determinada situação na empresa pode se tornar uma ameaça para a mesma.

As empresas que fazem uso da análise swot ficam mais preparadas na hora de dar um passo a frente e ou lançar algum serviço e produto, sem precisar se preocupar tanto se vai ou não dar errado. Logo, é importante ressaltar algumas formas de a análise swot ajudar as empresas e os negócios:

  • Ter mais segurança no momento de tomar alguma iniciativa, decisão importante.
  • Entender seus concorrentes.
  • Conhecer profundamente como está o mercado nos dias atuais.

Diante disso, pode-se concluir que a Análise Swot é uma forma de colocar as empresas em vantagens ou desvantagem em relação aos seus concorrentes.

Por isso, é de extrema importância que nos dias atuais todas as empresas, independente do seu ramo, façam uso dessa análise.

Trabalhando corretamente, o sucesso será garantido.

Fonte: https://studiohcomunicacao.wordpress.com

 

Será que o marketplace pode derreter a fidelização do cliente?

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Vamos conversar em como a ideia do Marketplace pode ser super benéfica, mas se não for gerida com sabedoria, pode derreter a imagem de grandes varejistas com consumidores anteriormente fidelizados!

Você já fez uma compra na internet? Então esse texto é para você! Hoje é o dia em que vamos conversar em como a ideia do Marketplace pode ser super benéfica, mas se não for gerida com sabedoria, pode derreter a imagem de grandes varejistas com consumidores anteriormente conquistados!

Para falarmos desse assunto eu vou entregar a você um pequeno passaporte e vamos viajar no tempo, para a década de 90, quando eu ainda era criança.

Minha mãe já aposentada, queria (e precisava!) ganhar um dinheirinho extra e a principal forma que encontrou foi através do artesanato. Ela expunha seus produtos em um pequeno stand de uma feira fixa de artesanato. Basicamente como acontecia isso?

O dono do espaço da feira se responsabilizava pela divulgação do local e atração de clientes, e a sua remuneração vinha do aluguel de cada stand. É uma relação ganha-ganha onde os pequenos artesãos tinham um bom espaço e a divulgação permanente que não poderiam pagar sozinhos. Eu lembro que a maioria dos clientes era atraído pelo nome da Feira e não pelo interesse por uma lojinha específica. Era esse o “Marketplace do passado”.

No entanto existia uma diferença básica para o nosso modelo atual e virtual! Se você tivesse uma experiência ruim em um stand, bastava ir em outro que a sua percepção sobre a feira como um todo, provavelmente não mudaria.E esse é o ponto!

O Marketplace pode ser definido como um e-commerce colaborativo, permitindo que grandes lojas virtuais, de grandes varejistas, ofereçam produtos de pequenos varejistas de todo o Brasil. Ou seja, eles têm um maior mix de produtos oferecidos, preços variados, claramente aumentando a lucratividade.

Para o vendedor também vale muito à pena, afinal, assim como lá na Feirinha de Artesanato, ele dificilmente teria como sozinho investir de forma pesada na estrutura de vendas, e em troca de determinada comissão, receber divulgação nacional, portais robustos, meios seguros de pagamento, entre outros. Ainda que ele ganhe menos por item vendido do que no próprio site por ter que pagar comissão, tudo é compensado pela quantidade.

Outro ponto importante, é de que é possível através de breves pesquisas na internet, saber o perfil dos clientes em cada site.

Um exemplo desse sucesso é notar que segundo o Portal Novarejo, no primeiro trimestre de 2017 o grupo B2W Digital, detentor de marcas online como Americanas.com, Submarino, Sou Barato e Shoptime, registrou R$ 2,66 bilhões em vendas.

Bom, até aí todo mundo ganha, certo? Talvez!

Nem todos os pequenos varejistas estão preparados para entrar nesse modelo, ver a demanda crescer e manter a qualidade de atendimento até o pós-venda. E tudo pode ser provado com números!

Através do Painel de Estatísticas do site Reclame Aqui, procurei saber como estava a percepção sobre a Americanas Marketplace e o Submarino Marketplace, e lá estava! Considerando um período de 12 meses:

  • AMERICANAS MARKETPLACE – 52.208 reclamações, com 99,9% de respostas, dadas em média, em 5 dias e 5 horas:
    • A maioria das reclamações é sobre atraso na entrega, seguido de produto não recebido e troca-devolução do produto;
    • Apenas 58,6% dos que compraram, afirmaram voltar a fazer negócios, mesmo com 99,9% das reclamações atendidas;
    • Índice de solução das reclamações em 80% e nota de 5,67 para os atendimentos
  • SUBMARINO MARKETPLACE – 17.146 reclamações, com 99,9% de respostas, dadas em média, em 4 dias e 23 horas.
    • A maioria das reclamações é sobre atraso na entrega, seguido de produto não recebido e troca-devolução do produto;
    • Apenas 58,5% dos que compraram, afirmaram voltar a fazer negócios, mesmo com 99,9% das reclamações atendidas;
    • Índice de solução das reclamações em 80,7% e nota de 5,73 para os atendimentos;

Percebam, em um mundo onde as vendas são cada vez mais virtuais, teoricamente perder tantos clientes em um período de apenas 1 ano é algo bastante complexo. No entanto se as estatísticas mostram que existe uma grande taxa de atendimento e de solução, por que os que voltam a fazer compras não é tão alto? Eu diria que quem realmente destrói o excelente modelo é a experiência de compra!

A partir de quando acontece a reclamação, muitos sites monitoram a situação, atuam como um “olho que tudo vê”, mas tal qual em Senhor de Anéis, parecem não ter mãos próprias.

Terceirizam a resposta ao vendedor, o que teoricamente tem lógica, já que ele quem sabe do próprio produto e da venda, mas se ele não resolve ou enrola o consumidor, esse fica sem resposta e fica por isso mesmo. Se você descobre como reclamar diretamente à varejista, aparece aquela frase padrão: “Pediremos prioridade ao parceiro”. De novo, o cliente quer saber quando vai receber o produto, e não tem ajuda, afinal pedir prioridade não é muito conclusivo, não é?

Muitos pequenos lojistas não estão orientados para resolver, estão orientados a dar uma resposta em um curto prazo de tempo, seja qual for ela. Diversos estão no modo “vamos ver”, “vamos averiguar”, “entraremos em contato com a transportadora”, o cliente quer saber o motivo do atraso e quando chegará, mas essa parece ser a informação mais difícil de se obter.

Eis que essa é a diferença para a nossa história do início do artigo. Enquanto você passa a evitar o artesão A que você teve problema, mas continua frequentando a feirinha, no nosso marketplace quem fica em evidência negativa é a loja, o grande varejista. É nela que você vai pensar duas vezes se vai realmente comprar, afinal aqui, quem você raramente lembrará o nome é da lojinha cadastrada.

O marketplace tem grande potencial de lucratividade, mas se a experiência de compra, em particular para a resolução de problemas, não for encantadora, tem o poder de derreter a paciência do cliente e a imagem (e dinheiro) das grandes lojas. Certamente a solução não passa só por informatização do sistema, mas também por humanizá-lo e qualificá-lo, incansavelmente!

 

Por: Daniel Santiago Miranda

Colunista do portal Administradores.com.br


Fontes consultadas:

Skyhub, 2017. Disponível em: https://skyhub.com.br/2017/05/12/numeros-b2w-marketplace/ . Acessado em 07/04/2018.
Portal Novarejo, 2017. Disponível em:  http://www.portalnovarejo.com.br/2017/05/15/com-marketplace-empresa-da-americanas-com-e-submarino-cresce-84/ . Acessado em 07/04/2018
Submarino. Disponível em: https://www.submarino.com.br/landingpage/venda-no-submarino . Acesso em 07/04/2018
Americanas. Disponível em: https://www.americanas.com.br/hotsite/marketplace-americanas . Acessado em: 07/04/2018

As opiniões veiculadas nos artigos não refletem necessariamente a opinião do VIVO DE VENDAS.

 

 

CEO, CFO, CIO: afinal, o que estas siglas significam?

CEO

Elas tornaram-se bastante comuns quando o assunto são diretores de grandes empresas. Cada uma designa um cargo distinto, mas, afinal, você sabe o que as siglas do mundo corporativo querem dizer?

As nomenclaturas representam o chamado ‘nível C’ (do inglês C-Level ou C-Suite), devido à primeira letra destas siglas, que significa a palavra “chefe”. O significado completo é “Chief ______ Officer”, com o espaço em branco representando a área da empresa que a pessoa chefia.

Então, quando se deparar com alguma sigla do tipo, saiba que se trata do ‘manda-chuva’ de determinada área de uma empresa.

Conheça o significado das principais siglas:

  • CEO (Chief Executive Officer) – É a mais conhecida de todas. Trata-se do presidente-executivo ou diretor geral de uma empresa. Pode ser considerado também o ‘chefão’ de uma companhia, mas deve responder ao quadro de diretores. Alguns nomes consagrados que ocuparam este cargo foram Steve Jobs, hoje substituído por Tim Cook na Apple, e Steve Ballmer na Microsoft.
  • CFO (Chief Financial Officer) – Diretor financeiro. Comanda as finanças da empresa e controla as metas, objetivos e orçamentos. Cuidam dos investimentos, além de supervisionar o capital da companhia.
  • COO (Chief Operation Officer) – Diretor operacional. Espécie de braço direito do CEO, que coordena mais de perto as rotinas de uma companhia. Dependendo da empresa, pode até carregar o título de presidente.
  • CMO (Chief Marketing Officer) – Diretor de marketing. Como o nome já diz, responsável por comandar as ações de marketing de uma organização.
  • CPO (Chief Product Officer) – Diretor de produtos. Comanda as atividades relativas aos produtos da empresa, como a concepção, o projeto e sua produção.
  • CTO (Chief Technology Officer) – Diretor de tecnologia. Deve comandar a área de tecnologia de uma empresa ou Pesquisa e Desenvolvimento.
  • CIO (Chief Information Officer) – Diretor de TI. Responsável pela área de informática de uma empresa. A diferença entre o CTO e o CIO é que o primeiro desenvolve tecnologia para vendas, enquanto o segundo cria recursos para uso interno.

Além destas, há ainda várias outras siglas que são menos utilizadas, mas também determinam cargos de alta importância. Algumas chegam até mesmo a se repetir para determinar posições distintas. Confira exemplos:

  • CAO (Chief Accounting Officer) – Diretor de contabilidade;
  • CAO (Chief Academic Officer) – Diretor acadêmico, no comando de assuntos acadêmicos em uma instituição de ensino;
  • CBO (Chief Brand Officer) – Diretor de marca;
  • CBO (Chief Business Officer) – Diretor de negócios;
  • CCO (Chief Communications Officer) – Diretor de comunicações;
  • CCO (Chief Creative Officer) – Diretor criativo;
  • CCO (Chief Content Officer) – Diretor de conteúdo;
  • CDO (Chief Diversity Officer) – Diretor de diversidade. Responsável por ações de diversidade e inclusão social
  • CDO (Chief Design Officer) – Diretor de design;
  • CHRO (Chief Human Resources Officer) – Diretor de Recursos Humanos;
  • CLO (Chief Legal Officer) – Diretor jurídico;
  • CSO (Chief Science Officer) – Diretor científico. Responsável pela pesquisa e criação de novas tecnologias.

Fonte: REDAÇÃO OLHAR DIGITAL

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