Meu Deus, como andamos chatos

Meu Deus, como andamos chatos, dei-me conta outro dia.

Não paramos de reclamar. Muitas vezes com razão: os impostos, o custo de vida, o desemprego, a violência, a prolongada adolescência dos filhos, a súbita falsidade de alguém em quem confiávamos tanto, a velhice complicada dos pais, a pouca autoridade das autoridades, a nossa própria indecisão…

Pensei que uma das coisas que andam ficando raras é a alegria, e comentei isso. Alguém arqueou uma sobrancelha:
– Alegria? A palavra está até com cheiro de mofo… Tanta coisa grave acontecendo, tanta tragédia, e você fala em alegria?

Pois comecei a me entusiasmar com a ideia, e provocativamente fui contando nos dedos os motivos que deveriam levar a que o grupo se alegrasse: a lareira crepitava na noite fria, uma amizade generosa circulava entre nós, três bebês dormiam ali perto, na sala ao lado, ouviam-se risadas e, apesar de sermos na pequena roda mais ou menos calejados pelas perdas da vida, tínhamos os nossos ganhos em experiência, amores, conhecimento, esperança.

Nenhum de nós desistira da jornada. Nenhum de nós era um malfeitor, um ser humano desprezível, ao contrário: a gente estava na luta, tentando ser decente, tentando superar os próprios limites. (…)

Repeti a minha pequena heresia:
– Eu acho que uma das coisas que andam faltando, além de emprego, decência e tanta coisa mais, é alegria. A gente se diverte pouco. Andamos com pouco bom humor.

Érico Veríssimo dizia: “em certos momentos o que nos salva nem é o amor, é o humor”. Um riso bom ou um sorriso terno em meio a toda a crueldade, falsidade, hipocrisia, violência de acusações abjetas, de calúnias vis, de corrupção escandalosa, de desagregação familiar melancólica, de mentira secreta e venenosa podem nos confortar e devolver a esperança.

Por: Lya Luft

Letra Imobiliária Garantida (LIG) pode reforçar financiamento

Letra Imobiliária

Letra Imobiliária Garantida (LIG) pode reforçar fontes de financiamento do setor e conter aumento do custo do crédito para a casa própria.

Uma nova opção de letra financeira atrelada ao mercado imobiliário poderá estar disponível para testar o apetite dos investidores ainda no primeiro semestre. A criação da Letra Imobiliária Garantida (LIG) foi oficializada na semana passada, depois de passar pelo crivo da presidente Dilma Rousseff com a publicação da Lei n.º 13.097. Na esteira de expectativas que cercam a LIG, está o uso do título como fonte alternativa de recursos para financiar a compra de imóveis.

Como consequência, o novo papel poderá ajudar a conter o aumento do custo do crédito imobiliário ­ hoje pressionado pelo ciclo de alta do juro básico e pelo recente ajuste da taxa de financiamento da Caixa Econômica Federal.

Segundo o presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Octavio de Lazari Junior, a LIG ajudará a diversificar as fontes de financiamento do setor, que hoje tem poupança, Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI. A poupança fechou 2014 com estoque de R$ 522 bilhões, contra R$ 151 bilhões de LCI e R$ 56 bilhões de CRI.

A LIG (Letra Imobiliária) poderá ter remuneração atrelada a taxas de juros fixas ou flutuantes, índices ou taxas de conhecimento público ou mesmo à variação cambial. Este último aspecto pode atrair oinvestidor estrangeiro, avalia o gerente executivo de relações e projetos da Cetip, Ricardo Magalhães. A Cetip é a central de registro de ativos e títulos. “Estamos na expectativa. A LIG (Letra Imobiliária)  será lastreada em imóveis. Como garantia, o lastro tem regime apartado (o ativo é registrado separadamente do patrimônio do banco emissor), o que traz mais segurança. É mais uma possibilidade para o investidor, mas o produto terá que ter taxas atrativas”, diz Magalhães.

Normas – Antes das primeiras emissões da LIG (Letra Imobiliária) , as instituições financeiras esperam a normatização do título pelo Banco Central (BC) epela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). “Queremos testar a LIG ainda no primeiro semestre. É importante que tenhamos o normativo o quanto antes”, diz o presidente da Abecip.

Versão tropical dos covered bonds, a LIG (Letra Imobiliária) tem como diferencial a dupla garantia do investimento. Os covered bonds são populares na Europa e nos Estados Unidos, usados como instrumento de captação do setor imobiliário. Na prática, o novo título é um Certificado de Depósitos Bancários (CDB) com o adicional de ter a garantia de um ativo imobiliário.

Isenção de imposto

Como previsto na legislação, a LIG (Letra Imobiliária)  será isenta de cobrança de Imposto de Renda (IR). Se esse aspecto for mantido após a regulamentação, o benefício fiscal da LIG poderá ajudar o título a deslanchar, como já ocorreu com outros papéis isentos ­ a Letra de Crédito Imobiliário (LCI) é um dos exemplos. Mas a isenção de Imposto de Renda da LCI está na mira do governo. Está em estudo o início da tributação dos rendimentos das letras financeiras, como parte das medidas para aumentar a arrecadação. “A LCI é um papel importante para financiar lajes corporativas, shoppings, que nos últimos anos têm reduzido o número de lançamentos. Entendemos a preocupação do governo de ter alguma tributação em LCI sob o ponto de vista de formação de poupança e menos por parte de aumento de tributos”, afirma o presidente da Abecip. Segundo ele, a tributação na LCI pode ocorrer conforme o prazo das emissões. Ou seja, quanto maior o prazo, menor a tributação que o investidor pagará na ponta. “Essa pode ser uma das alternativas. Parece que é racional”, diz ele.

 Expansão

A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) estima expansão de 5% para o crédito imobiliário em 2015. No ano passado, a previsão inicial era de crescimento de 15%, que depois foi cortada para 5%. No fim de 2014, no entanto, os financiamentos imobiliários cresceram menos ainda: 3,4%. Foram R$ 112,9 bilhões em recursos provenientes da captação da poupança.

Para este ano, a projeção inicial já é mais modesta e a Abecip descarta possíveis cortes ­ a despeito de um cenário macroeconômico desafiador de aumento de juros, de impostos e, com isso, maior comprometimento de renda da população. Além disso, um crescimento maior do crédito imobiliário pode gerar gargalos no restante da cadeia da construção, que teria que avançar no mesmo ritmo. O patamar de crescimento do crédito imobiliário, de acordo com o presidente da Abecip, Octavio de Lazari Junior, está coerente com a capacidade de consumo do Brasil. Ele garante que o crédito imobiliário tem todos os instrumentos necessários para continuar crescendo, principalmente após a criação da Letra Imobiliária Garantida (LIG).

Na avaliação do diretor da área de crédito imobiliário do Itaú Unibanco, Luiz Antônio Nogueira França, 2015 será um ano equilibrado. “Não vai ser muito superior ao ano passado, mas a demanda está boa. O mercado está fazendo um grande volume de unidades financiadas”, diz.

Fonte: Estadão

Que tal trabalhar em escritório com clima de home office?

home officeQue tal trabalhar em escritório com clima de home office?

Quando criou a incorporadora Idea!Zarvos, o administrador de empresas Otávio Zarvos, de 48 anos, já tinha dez anos de experiência no mercado imobiliário paulistano.

Na nova empreitada, resolveu investir em arquitetura de qualidade para sair da mesmice dos prédios neoclássicos que predominam na paisagem de São Paulo.

Otávio apostou em arquitetos alinhados ao que existe de mais moderno na produção mundial — nomes independentes que as grandes construtoras há muito enxergam como custo, e não como investimento.

Surgiram formas menos óbvias, ambientes confortáveis e uma relação melhor com a cidade, já que os projetos trazem muros baixos e jardins. Em 2015, a Idea!Zarvos vai completar uma década de atividade, com 15 edifícios entregues e 28 em desenvolvimento.

A incorporadora foi duas vezes premiada pela revista inglesa The Architectural Review, uma das principais do ramo no mundo. O sucesso comercial também está sendo construído: apesar de caras, as unidades ganham até 10% em valor de revenda, pois trazem a assinatura de um escritório de renome.

“Há dez anos eu era sócio de meu irmão, que é engenheiro, em uma incorporadora. Ele quis deixar o ramo e desfizemos a parceria. Naquele momento, tive liberdade para criar a Idea!Zarvos e arriscar algo diferente do que faziam os concorrentes.

O começo foi do zero: eu, uma secretária e alguém para cuidar das finanças (hoje somos 40 funcionários). Só podia vender um sonho, pois não tinha capital.

Ajudou fazer um primeiro prédio comercial, para onde mudei o escritório. Marcava as reuniões lá e os investidores visualizavam o que eu queria fazer. O mercado em São Paulo estava deslanchando, era possível correr o risco de errar e conter os prejuízos.

É muito mais difícil criar algo esteticamente inovador, com bons materiais, que fuja do óbvio. As grandes construtoras não querem passar pelo trabalho que dá fazer arquitetura de qualidade.

Às vezes, tentam imitar nosso estilo de um jeito vulgar e barato: colocam uns detalhes coloridos, simplificam formas e empacotam como se fosse autoral.

O consumidor não tem obrigação de conhecer com profundidade a área, e muitas vezes não pode analisar as diferenças. Ainda assim, já começo a ver alguma evolução, principalmente entre os mais jovens. Daqui a dez anos eu acredito que vá existir um público mais cultivado.

Gostaria de deixar um legado para São Paulo. A começar pelos prédios, que por si sós vão embelezar a cidade, razão suficiente para construí-los.

O principal é que sirvam de modelo, não para os construtores, pois eles só vão fazer o que o público quiser consumir, e sim para os clientes.

Quanto mais edifícios bonitos houver nas ruas, maior a chance de os moradores os enxergarem como referência. Se a decisão ficar com as incorporadoras, nada vai mudar.

Quero mudar o ambiente de trabalho. Por isso nossos prédios de escritório tentam se aproximar da sensação de estar em uma casa. As pessoas desejam trabalhar mais relaxadas, querem viver em um ambiente com mais liberdade, parar no meio da tarde e sentar no jardim, dar uma volta no pátio, fazer reuniões em lugares diferentes.

Minha ideia é que as pessoas morem perto do trabalho. A cidade ficará mais compacta e com menos problemas de trânsito. Eu moro próximo a meu escritório.

Assim posso passar mais tempo com minhas filhas. Mesmo se precisar ficar mais horas trabalhando, chego rapidamente em casa. No mercado imobiliário, é bom viver onde você atua. Obriga o profissional a ser coerente e perfeccionista, pois pode ser cobrado na rua, e o faz conhecer as necessidades do local.

Se você está na vanguarda, tem de estar preparado para eventuais rejeições. Tive de lidar com críticas a um prédio cuja arquitetura é diferente e bem impactante.

É preciso ir um pouco além do que o público gostaria. Acredito na qualidade do projeto, e não vai ser a última vez que passaremos por essa situação ao produzir algo forte.

A própria discussão é sinal de amadurecimento. São Paulo muitas vezes é tão banal, tão cheia de prédios bege e cinza, que de repente o morador vê algo radicalmente diferente e critica. Isso é saudável para a cidade e não nos acovarda. Queremos ir além do comum.”

Fonte:EXAME

Registro de Imóvel – Pela lei brasileira só é dono de Imóvel quem registra a compra

Registro de imóvel

Registro de Imóvel – Pela lei brasileira só é dono de Imóvel quem registra a compra

Nós brasileiros temos o costume de achar que a compra de imóvel se faz através de um Contrato particular, aquele que as imobiliárias costumam fazer o chamado “Contrato de Gaveta”. Recebe esse nome pois sós as pessoas que fazem parte do contrato sabem da existência dele (não é público).

O “Contrato de Gaveta” é o instrumento particular firmado entre comprador e vendedor, entre o atual e o novo proprietário sem qualquer formalidade exigida pela lei de registros públicos. Por isso mesmo é chamado tecnicamente de “Compromisso de Compra e Venda“. É um compromisso, não uma compra e venda.

A compra e venda de imóvel é regulada pela legislação de forma que só é dono aquele que adquriu o imóvel através de Escritura. A Escritura é o contrato de compra e venda de imóvel feito pelo Cartório. Diferente de um contrato particular que pode ser levado a registro (mas não é escritura), tornando-se público, a escritura de compra e venda já é pública. Nós brasileiros costumamos achar que só a escritura é o suficiente. Mas não é. Quem tem escritura de compra e venda não é dono (tem uma expectativa de ser dono – meio caminho). Para ser dono efetivo e presumidamente inquestionável é necessário Registar essa Escritura no Cartório de Registro de Imóvel. É a exigência da lei de Registros Públicos – Lei 6.015/73.
Cada imóvel tem uma Matrícula. Nós a comparamos com o nosso CPF. O número da Matrícula do Imóvel é a identificação do Imóvel. Pelo número da matrícula é que podemos verificar todos os eventos relacionados ao Imóvel em questão. Todas as compras, penhoras, tudo relacionado à existência do imóvel deve estar na Certidão do Imóvel que é identificada pelo número da Matrícula do Imóvel.
Corre risco de perder o imóvel quem não adquire essa propriedade através de escritura pública e realiza o registro dela. São 2 procedimentos essenciais para se tornar efetivamente e juridicamente dono. Claro que existe um custo (depende do valor venal do imóvel – verifique o IPTU ou o Contrato e entre em contato com o Cartório de Registro de Imóveis ) e não é barato.
Quando se adquire um imóvel se paga o ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis – Municipal).
Quando se adquire através de Inventário ou por Doação é o ITCMD – Imposto Trasmissão Cusa Mortis e Doação; é Estadual (veja em Santa Catarina) e depende da da lei estadual que estava em vigor na data do falecimento da pessoa que deixou bens.
Nos negócios realizados através de “Contrato de Gaveta” há possibilidade de o vendedor agir de má-fé e vender novamente o imóvel.
Além disso, é possível que o antigo proprietário “suma” quando você quitar o imóvel e aí só através de advogado e um custo muito alto conseguirá fazer a escritura e depois registrá-la.
E não é só isso, caso o antigo proprietário tenha problemas com a justiça e o imóvel seja penhorado, o novo dono corre sérios riscos de ficar sem o bem (se não perder vai gastar muito e dormir pouco), já que perante a lei e a justiça o imóvel continua sendo do antigo dono. Toda penhora é realizada levando em consideração a Matrícula do Imóvel (quando esta existe; e quando não existe, a penhora é realizada na escritura, na pessoa do morador ou proprietário).
Muitas vezes o morador que comprou através de “Contrato de Gaveta” só fica sabendo que perdeu o imóvel no momento do “Reintegração” da Posse ou Despejo (no sentido de retirada do morador), quando o Oficial de Justiça bate à porta. No calor da surpresa o morador “perde a cabeça” e nem sequer consulta um advogado…
Sobre o assunto versam os seguintes documentos:
REsp 860763 (2006/0127383-0 – 01/04/2008
Relator(a): Ministro HUMBERTO GOMES DE BARROS
Julgamento: 05/03/2008
Órgão Julgador: T3 – TERCEIRA TURMA
Publicação: DJ 01.04.2008 p. 1
PROCESSO CIVIL – EMBARGOS DECLARATÓRIOS – VIOLAÇÃO AO ART. 535 do CPC – NÃO-OCORRÊNCIA – AUSÊNCIA DE PREQUESTIONAMENTO – SÚMULAS 282 do STF e 211 doSTJ – EXECUÇÃO DE CONTRATO DE PROMESSA DE COMPRA E VENDA DE IMÓVEL – PENHORA SOBRE BEM DO PRÓPRIO EXEQÜENTE – DETERMINAÇÃO DE NOVA CONSTRIÇÃO – POSSIBILIDADE. – Não há ofensa ao Art. 535 doCPC se, embora rejeitando os embargos de declaração, o acórdão recorrido examinou, motivadamente, todas as questões pertinentes. Mesmo para fins de prequestionamento, o acolhimento de embargos declaratórios pressupõe a existência de vício catalogado no Art. 535 doCPC.

– Falta prequestionamento quando o dispositivo legal supostamente violado não foi discutido na formação do acórdão recorrido.

– Não há nulidade na penhora de bem prometido à venda. A questão é de palavras: a penhora não incide sobre a propriedade, mas os direitos relativos à promessa.

– A circunstância de a exeqüente ser proprietária do bem prometido à venda é irrelevante. A execução resolve-se com a sub-rogação, por efeito de confusão entre os promitentes.

Apesar da matéria ser polêmica, técnica e variável conforme a época, não vale a pena correr o risco. Verifiquem Súmula 621 do STF – que está em desuso;

Contrário a essa Súmula verifique Acórdão (decisão de 2ª Instância) DJ 294-6/2 de 2005.
Por isso, todo cuidado é pouco. Legalize seu imóvel. Vá atrás, pesquise, é importante e não pode ser deixado para depois.
Lembremos que ninguém pode se esquivar das obrigações legais alegando ignorância ou não saber da lei. Presume-se que todos sabem ou deviam saber de suas obrigações e cuidados legais. É o que diz a Lei de Introdução ao Código Civil em seu artigo 3º.
De qualquer modo sempre se deve considerar a possibilidade de invocação do Usucapião (posse mansa e pacífica, sem questionamentos) como defesa da posse do imóvel e eventual registro da propriedade. Os prazos vão de 5 (usucapião urbano de imóveis até 250 m2) a 15 anos, sendo 10 anos o ordinário e 15 anos o extraordinário.
Havendo 2 escrituras lavradas (o que é extremaente raro) em artório, terá apropriedade quem registrar a escritura primeiro, devendo considerar ainda a data das 2 (quem é mais antiga) para verificar a possibilidade de usucapião.
Cuidado, cada caso é um caso e deve ser analisado com profundidade. Muitas vezes um detalhe muda tudo.
Lembrando, não é porque pagou o IPTU que já é dono. Isso não existe.

Exemplos de Cartórios:

 A – Cartório de Protesto de Letras e Títulos;

B – Cartório de Registro Civil;

C – Cartório de Registro de Títulos e Documentos;

D – Cartório de Registro de Imóveis.

E – Cartório de Notas

 

Fonte: CÂMARA & CÂMARA ADVOGADOS

 

COMEÇO DE ANO, CONTAS À PAGAR, O QUE FAZER?

COMEÇO DE ANO
COMEÇO DE ANO, CONTAS À PAGAR, O QUE FAZER?

Muito bem, depois de viajar muito com a família, depois de presentear todo mundo, até o papagaio ganhou um espaço novo, festa daqui, festa dali, do famoso 13º só restaram as lembranças e a esperança de revê-lo novamente em um futuro não muito próximo…
Começo de ano, contas à pagar e agora o que fazer??? Tempestade á vista, ou melhor, furacão à vista…!!!
Nada disso, não se desespere, todo ano é assim e todo ano conseguimos resolver não é???
Pois bem, para ajudá-lo nessa turbulenta situação, daremos algumas dicas à você, que pelo menos amenizarão o caminho que deverá ser trilhado, tornando-o um pouco mais agradável, ou meno dramático, para que aos poucos você retome sua vida com mais tranquilidade, vamos lá? Qualquer dúvida acesse o link: nilsonnunesimoveis.com.br/
A palavra chave aqui é, controle financeiro e após todo esse período de gastos, presentes, festas, o que se deve fazer é colocar a cabeça no lugar, refletir e iniciar um processo de planejamento financeiro, especialmente para esses três primeiros meses que são os mais difíceis do ano.
Deve ser feita uma análise com muito cuidado para saber quais contas devem ter prioridade para pagamento à vista, dando prioridade para as contas que você tem maior vantagem financeira, no caso maior desconto.
O IPTU, IPVA, MATRÍCULA ESCOLAR, são contas ordinárias, ou seja, contas que já estavam previstas desde o início do ano, não podemos virar e dizer simplesmente: “Essa conta eu não estava esperando”, sabíamos que ela(s) viria(m). Portanto, o planejamento deve acontecer desde o dia 1º dia de janeiro do ano anterior até o final do ano seguinte, para que você tenha recurso de pagamento, de preferência à vista, ficando com um pouco mais de fôlego financeiro.
Para quem gastou todo o 13º em presentes, festas e viagens, vai uma dica especial, precisamos ter em mente um controle, aliás, poupar ao longo do ano inteiro para quando chegar janeiro, fevereiro e março você ter uma reserva financeira.
Mas, se você gastou tudo, analise as contas, o número de parcelas que está sendo disponibilizado pela empresa que está cobrando e verifique o percentual de desconto dessa conta.
Do momento em que você calcula os juros dentro desse parcelamento, você pode consultar outras opções, por exemplo um empréstimo de pessoa física, se você tiver um bom relacionamento com o seu banco.
Talvez os juros dele sejam inferiores aos da empresa para parcelamento em várias vezes, nesse caso, seria vantagem optar pelo banco.
Pagar as contas com o cartão de crédito nunca é uma boa opção, pesquisas já provaram que ele é o maior vilão dessa história, se você atrasar esse pagamento, existem juros cobrados pelas administradoras de cartões de crédito, que chegam a 17% ao mês e 200% ao ano. Ou seja, em 1 ano você estará pagando 3 vezes o valor daquela conta. Essas são nossas dicas, esperamos que tenha ajudado, qualquer dúvida acesse o link acima e deixa sua pergunta. Feliz 2015!!!

Por Elenilson Nunes

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