ATITUDES FUNDAMENTAIS DOS CAMPEÕES DE VENDAS

Atitudes fundamentais dos campeões de vendas

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Uma empresa de vendas não sobrevive apenas com a participação de diretores e membros do alto escalão. Os vendedores, peças base e fundamentais da equipe, são absolutamente responsáveis pela mudança e realização das metas financeiras da empresa.
No entanto, será que profissionais que trabalham diretamente com o público estão preparados para os atuais desafios do mercado em plena má fase da economia?
Como todos sabem, aumentar as vendas, o faturamento e o lucro são alguns dos objetivos das empresas. Agora, em um período de crise, o desafio é ainda maior e ganha mais obstáculos, onde se destaca a diminuição do poder de compra de clientes e consumidores.
“Este profissional precisa ter uma atuação orientada para o mercado, na qual ele passa a agir como um consultor estratégico do cliente e está na linha de frente da construção de relacionamentos estáveis e duradouros com este público. Ele contribui fortemente para a coordenação das ações e controle dos resultados da empresa”, explica o Prof. Randes Enes, coach, consultor de empresas e professor da FGV.
Hoje em dia, no entanto, o vendedor pode contar com outras plataformas para incrementar as vendas, tal como a CRM – Customer Relationship Management, que ajuda a identificar grupos de clientes e consumidores e formatar o planejamento para os principais, tendo em vista os que são os clientes de maior potencial (CMP; e os que são os clientes de maior valor (CMV).
“O setor de vendas deve atuar integrado ao departamento de Marketing, para juntos analisarem as oportunidades e ameaças, e também com o telemarketing ou atendimento ao consumidor, que servem como termômetros para avaliar a satisfação”, completa o especialista.
Abaixo você confere seis atitudes fundamentais dos campeões de vendas, elaboradas pelo Prof. Randes:
Cortesia
A habilidade de fazer com que o cliente se sinta bem-vindo e respeitado, criando um clima ideal para vender.
Exclusividade
O grau de cuidado e atenção individual que o vendedor dedica aos clientes, transmitindo a percepção de atendimento exclusivo, motivando-os a retribuir com a compra.
Comprometimento
A capacidade de fornecer sempre o que foi prometido e com exatidão, transmitindo confiança e respeito profissional.
Competência
O conhecimento que o profissional demonstra ter para os clientes; e sua capacidade de transmitir confiança e credibilidade, possibilitando avançar que permitam vendas adicionais.
Solução rápida
A disposição em ajudar os clientes de imediato para aproveitar o impulso de compra e também na resolução de possíveis problemas.
Integridade
A habilidade de deixar claro para os clientes e consumidores, que eles podem contar e confiar no profissional, criando a condição para a fidelização.
Fonte: Administradores.com

LIDERANÇA E IMPARCIALIDADE

LIDERANÇA E IMPARCIALIDADE

imparcial

Eu sempre fui considerado um líder LINHA DURA…para alguns isso é uma qualidade, para outros um ponto a melhorar…Isso depende muito do ponto de vista dos liderados…Existem os que gostam de tratamento diferenciado e os que sabem que uma EQUIPE precisa e deve ter os mesmos privilégios e obrigações, deveres e direitos IGUAIS…RECONHECIMENTO E PUNIÇÕES na mesma medida……e é isso que mais me preocupo na minha GESTÃO …ser IMPARCIAL !

Os lideres não diferentes das outras pessoas são dotados de emoções, criamos nosso circulo de afinidades em nosso meio profissional também, o que não poderia deixar de acontecer afinal necessitamos dessas relações interpessoais…

Porem quando passamos a assumir um posto de liderança precisamos estar atentos para nossa necessidade de deixar a parte, ou seja, deixar na neutralidade essas “afinidades” tendo em vista um ambiente mais justo, de forma que não sejamos nós os próprios lideres geradores de conflitos dos quais nós mesmos seremos prejudicados… ISSO OCORRE QUANDO A EQUIPE NÃO TEM UNIFORMIDADE…é nítido QUANDO UM LÍDER SÓ SABE ELOGIAR E DAR MÉRITOS as mesmas pessoas…ou quando ele pratica a FALSIDADE só pra obter resultados pontuais e favorece uns e menospreza os outros…a equipe sente isso na pele…acredite!

SENTE E VISUALIZA E RETRIBUI EM FORMA DE RESULTADOS NEGATIVOS!

E difícil manter a imparcialidade em meio a alguns conflitos que por hora surgem dentro das organizações. Porem o líder bem preparado consegue agir de forma justa não deixando esses fatores que na verdade são pessoais interferirem na sua gestão.
A empatia total ou a falta dela o que seria negativo pode fazer com que um gestor inclua indevidamente ou exclua uma pessoa de um determinado processo…

O que seria uma falha grave e que contaria como incompetência na visão da forma como esse gestor age…

Chego a uma das palavras chave na posição de liderança “justiça”. O líder justo lida com as situações que envolvem a imparcialidade com mais segurança, pois ele consegue tomar decisões baseando-se na ação justa, independente das suas opiniões pessoais ou de opiniões alheias…
Muitos se perdem nesse caminho, pois acabam realmente por levar questões profissionais para o lado emocional e pessoal, cometendo falhas que colocam em risco a visão da sua trajetória e rumo dos processos de Gestão de Pessoas nas organizações…

Não importa o quanto seja interessante para um líder ser bem aceito por agir de uma forma ou de outra, o que importa é a repercussão de suas atitudes frente a seus liderados.

Pois por mais que tentemos agradar a todos jamais conseguiremos, porem podemos agir de forma justa, e com isso, mesmo que não agrademos a todos jamais poderemos ser julgados injustos.

As organizações que mais crescem no mundo hoje tentam reter em seu quadro os profissionais que conseguem ser imparciais frente às ações que precisam ser, pois o mal da predileção demasiada ou da antipatia que pode ser em certos momentos sem causa já gerou conflitos demais,e esses conflitos refletem diretamente no clima organizacional, tomando dimensões absurdas.

A imparcialidade evita a instalação de conflitos, é sem duvida muito mais proveitoso evitar do que ter que gerir conflitos, pois ao se tratar de relações humanas o desgaste causado por esse conflitos é muito difícil de ser eliminado.
Portanto gestores acordem para a necessidade de serem imparciais, tendo como objetivo a justiça nas relações interpessoais , e assim um ambiente de trabalho mais igualitário.

Lembre-se, ser imparcial é não sacrificar a justiça ou a verdade em favor das suas considerações particulares. Não tomar partido a favor nem contra deixando apenas que os fatos e ações venham a justificar a sua posição, podendo ter assim um respaldo de conduta no decorrer de sua carreira.

Os lideres não diferentes das outras pessoas são dotados de emoções, criamos nosso circulo de afinidades em nosso meio profissional também, o que não poderia deixar de acontecer afinal necessitamos dessas relações interpessoais. Porem quando passamos a assumir um posto de liderança precisamos estar atentos para nossa necessidade de deixar a parte, ou seja, deixar na neutralidade essas “afinidades” tendo em vista um ambiente mais justo, de forma que não sejamos nós os próprios lideres geradores de conflitos dos quais nós mesmos seremos prejudicados.

E difícil manter a imparcialidade em meio a alguns conflitos que por hora surgem dentro das organizações. Porem o líder bem preparado consegue agir de forma justa não deixando esses fatores que na verdade são pessoais interferirem na sua gestão.
A empatia total ou a falta dela o que seria negativo pode fazer com que um gestor inclua indevidamente ou exclua uma pessoa de um determinado processo. O que seria uma falha grave e que contaria como incompetência na visão da forma como esse gestor age.

Chego a uma das palavras chave na posição de liderança “justiça”. O líder justo lida com as situações que envolvem a imparcialidade com mais segurança, pois ele consegue tomar decisões baseando-se na ação justa, independente das suas opiniões pessoais ou de opiniões alheias. Muitos se perdem nesse caminho, pois acabam realmente por levar questões profissionais para o lado emocional e pessoal, cometendo falhas que colocam em risco a visão da sua trajetória e rumo dos processos de Gestão de Pessoas nas organizações.

Não importa o quanto seja interessante para um líder ser bem aceito por agir de uma forma ou de outra, o que importa é a repercussão de suas atitudes frente a seus liderados. Pois por mais que tentemos agradar a todos jamais conseguiremos, porem podemos agir de forma justa, e com isso, mesmo que não agrademos a todos jamais poderemos ser julgados injustos…

As organizações que mais crescem no mundo hoje tentam reter em seu quadro os profissionais que conseguem ser imparciais frente às ações que precisam ser, pois o mal da predileção demasiada ou da antipatia que pode ser em certos momentos sem causa já gerou conflitos demais,e esses conflitos refletem diretamente no clima organizacional, tomando dimensões absurdas…

A imparcialidade evita a instalação de conflitos, é sem duvida muito mais proveitoso evitar do que ter que gerir conflitos, pois ao se tratar de relações humanas o desgaste causado por esse conflitos é muito difícil de ser eliminado.
Portanto gestores acordem para a necessidade de serem imparciais, tendo como objetivo a justiça nas relações interpessoais , e assim um ambiente de trabalho mais igualitário.

Lembre-se, ser imparcial é não sacrificar a justiça ou a verdade em favor das suas considerações particulares. Não tomar partido a favor nem contra deixando apenas que os fatos e ações venham a justificar a sua posição, podendo ter assim um respaldo de conduta no decorrer de sua carreira.

Redes Sociais podem interferir na sua contratação

REDES SOCIAIS

A não ser que você está pensando em seguir uma carreira política, ou está realmente engajado numa causa humanitária e recebe por isso, ou talvez quem sabe ganhou na loteria e não pensa em trabalhar pelos próximos anos, se você não se encaixa em nenhuma das categorias citadas, e não vive isolado em uma ilha deserta, precisa se atentar a este alerta!

Tudo o que é postado nas redes sociais pode ser analisado como algo positivo ou negativo – extraoficialmente – por parte das empresas e, é melhor que o candidato à uma vaga de emprego tome certos cuidados com o que se posta nas redes!

Mas vamos com calma!

Antes de mais nada é importante deixar bem claro que os recrutadores e gestores de recursos humanos não analisam postagens e Likes do Face para a contratação.

Quem pode atrapalhar é a opinião final de outra pessoa:

O GESTOR QUE ESTÁ QUERENDO TE CONTRATAR !

É por isso que a Master Coach, Bianca Caselato, alerta que uma imagem postada em uma rede social pode ser encarada como um indicativo de comportamento na vida real dependendo de quem está olhando a imagem:

“A pessoa que está procurando uma recolocação ou mesmo uma oportunidade de mudar de carreira pode ser aprovada após um processo de contratação, mas se depois de tudo o dono da empresa ou o gestor da vaga der uma olhada nas redes sociais e encontrar várias fotos consideradas constrangedoras, este responsável pela contratação pode ficar com um pé atrás e até mesmo cancelar a contratação.”

O estilo de comentários também possui o mesmo efeito, ainda mais com temas polêmicos e em um momento de polarização em diversas áreas da sociedade.

Pensando na questão política, por exemplo, Caselato explica que o dono da empresa pode ser de esquerda e o candidato de direita e, dependendo de certos comentários ou postagens, a efetivação da vaga pode se complicar.

Até onde é possível ir?

Não existe um “limite seguro” nestes casos, mas Bianca Caselato orienta que o melhor a se fazer é se resguardar e não se expor tanto.

Há também o outro lado, donos de empresas que buscam profissionais que gostem das mesmas coisas que ele:

“E daí que a pessoa gosta de beber cerveja?

Pode ser que o dono da empresa também goste e está tudo bem . Ele pode contratar independente do que o candidato está publicando. Mesmo assim na maioria das vezes o ideal é evitar exageros nestas publicações. Tem empresários que interpretam um padrão de comportamento nestas redes sociais.”

Ser autêntico pesa muito

Caselato explica que a sinceridade da pessoa candidato também pesa. Se durante uma entrevista este candidato afirmar que não bebe, mas no Facebook a foto de perfil está lá esta pessoa com garrafas de cerveja, este é um caso de incoerência:

“Isso muda se durante a entrevista esta pessoa informar quando perguntado que bebe moderadamente. Neste caso ter no Facebook diversas fotos bebendo com amigos em um bar não tem problema algum. Vai muito do caráter da pessoa também em ser sincera. Claro que não se pode privar da vida pessoal por causa da vida profissional e já tem empresas que sabem separar muito bem esta questão.”

As vagas contratadas são para um bom profissional durante um horário determinado e muitas empresas já entenderam que ter uma foto mais à vontade no perfil não significa que a pessoa vá trabalhar desta maneira – afinal de contas, ninguém sai à noite usando roupa de trabalho:

“A análise do comportamento profissional deve ser feito através do LinkedIn e não pelo Facebook, porém ainda encontramos situações em que algumas empresas insistem em olhar a rede de Zuckerberg para esta finalidade. “

Empreendedorismo deve gerar metade das vagas de trabalho no país este ano, diz pesquisa

Estudo do Santander prevê a criação de 2 milhões postos de trabalho neste ano, sendo 1 milhão deles gerados por empregadores, trabalhadores por conta própria e microempresas. 


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Encontro Gastronômico de Food Trucks; pequenos negócios e autônomos devem puxar retomada do mercado de trabalho (Foto: Osvaldo Birke/Prefeitura de Itaquaquecetuba)

OS empreendedores deverão ser os principais responsáveis pelo alento esperado no mercado de trabalho neste ano. Das 2 milhões vagas a serem abertas, 1 milhão dos empregos serão criados por empregadores, trabalhadores por conta própria e microempresas.

Os números estão em um estudo inédito elaborado pelo banco Santander e foram projetados com base na expectativa de crescimento na quantidade de trabalhadores ocupada no Brasil e no aumento esperado do número de novas empresas no país.

Os dados mostram que a abertura de pequenas empresas e o crescimento do número de profissionais autônomos devem ser as alternativas para o brasileiro se ocupar em num momento de fraqueza do mercado de trabalho.

Neste ano, por exemplo, a expectativa do banco é que 2,5 milhões de empresas sejam criadas no país, enquanto a ocupação como um todo deverá ter um aumento de 2,2%

“A melhora esperada para a economia brasileira deve até ajudar a sustentar o avanço deste brasileiro empreendedor”, diz o economista-chefe do Santander, Maurício Molan.

No ano passado, 33% da mão de obra ocupada trabalhava por conta própria ou em micro empresas. Neste ano, essas duas categorias vão responder por 50% das posições de trabalho criadas em 2018, de acordo com as projeções do Santander.

Distribuição de empregos em 2017
Veja o percentual de pessoas empregadas por categoria
Administração pública: 13 %
Trabalhador doméstico: 7 %
Conta própria: 25 %
Microempresas: 8 %
Pequenas e médias empresas: 20 %
Grandes empresas: 27 %
Microempresas 8 %
Fonte: Banco Santander

Conta própria

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) Contínua já vem captando o movimento do aumento de trabalhadores por conta própria. No trimestre encerrado em fevereiro, por exemplo, houve um aumento de 977 mil trabalhadores nesta condição quando comparado com o mesmo período do ano passado.

No trimestre encerrado em fevereiro, a taxa de desemprego ficou em 12,6%. Ao todo, são 13,1 milhões de pessoas estão desempregadas no país. O emprego com carteira assinada ainda está em queda e atingiu em fevereiro o menor nível desde 2012.

“Quem decidiu empreender recentemente teve mais chance de sobreviver. A crise foi tão profunda que quem partiu para um negócio próprio no início da recessão quebrou”, diz o professor do Insper Sérgio Firpo. “Com a economia crescendo, é provável que mais pessoas passem a apostar no empreendedorismo.”

Oportunidade ou necessidade

O empreendedorismo costuma aparecer em dois momentos na vida de uma pessoa:

  1. por oportunidade, no momento em que ela decide mudar de área e abrir um negócio próprio que lhe parece promissor;
  2. por necessidade, nos casos dos trabalhadores que ficam desempregados e enxergam no negócio próprio a solução para ter uma renda mensal.

Milton Elias quer continuar trabalhando com consórcios, só que dessa vez de forma autônoma (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Milton Elias quer continuar trabalhando com consórcios, só que dessa vez de forma autônoma (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Desempregado desde o início deste ano, Milton Elias foi demitido neste ano de uma empresa do setor de consórcio após 25 anos trabalhando no setor. Agora, ele pretende seguir no ramo, só que de forma independente.

“Estamos vivendo um cenário em que você não pode ficar vinculado a uma CLT. Até quando vai existir uma CLT?, questiona Elias, que já incentiva seus filhos a pensarem em abrir seu próprio negócio. “Você vai bater na porta e o empregador vai falar ‘Ah, já tenho’. Você está sendo convidado para uma dança onde todo mundo já tem seu par.”

O desemprego também foi o empurrão para que Mariana Oliveira encapasse uma jornada de empreendedora. Ela está desempregada há sete meses depois de ter trabalhado oito anos no setor bancário. Sem a carteira de trabalho assinada, planeja abrir uma loja de roupa com uma amiga.

No primeiro momento, o comércio de Mariana será online, revendendo marcas do Brás e Bom Retiro. As amigas já queriam ter começado as vendas, mas ambas estavam guardando dinheiro. A expectativa é que o e-commerce esteja funcionando até julho com um investimento inicial de R$ 5 mil. Futuramente, há pretensão de abrir uma loja física.

Desempregada, Mariana Oliveira pretende abrir uma loja de roupas em 2018 (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Desempregada, Mariana Oliveira pretende abrir uma loja de roupas em 2018 (Foto: Marcelo Brandt/G1)

 

Muitos brasileiros, no entanto, que abriram seus negócios para fugir do desemprego, ainda sonham com um emprego com carteira assinada, como mostrou reportagem do G1 de fevereiro.

Interesse pelo empreendedorismo

O estudo do banco Santander também identificou que a atividade empreendedora é forte na economia do Brasil. Um dos indícios, segundo o economista-chefe do banco, é a quantidade de empresas novas na economia.

Um levantamento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), compilado pelo banco, mostrou que 35% das empresas em atuação na economia brasileira têm até dois anos de fundação. Na frente do Brasil, estão apenas Eslováquia, Romênia e Letônia.

O caminho, no entanto, para um negócio sobreviver no Brasil não é fácil. Segundo o Sebrae, 23% das empresas no Brasil fecham as portas nos dois primeiros anos. A economia brasileira apresenta uma série de entraves competitivos quando comparada a outros países, o que diminui consideravelmente a chance de sobrevida de uma atividade empreendedora.

“Em várias questões regulatórias o Brasil vai mal e dificulta a atuação do empreendedorismo. Mas há boom de empreendedorismo no Brasil que pode estar sendo impulsionado até pelos nossos fatores culturais”, diz Molan.

Por Luiz Guilherme Gerbelli e Gabriela Sarmento*

FONTE: G1 

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