Precisamos de um VAR para a vida? 10 lições da Copa para o ambiente de trabalho

VAR

Sem ter sido cotada entre as favoritas no início da Copa 2018, a Croácia chegou invicta à final contra a França GABRIEL BOUYS / AFP

Especialistas em carreira apontam: o que aconteceu na Rússia pode servir de exemplo também a quem não entra em campo.

A Copa do Mundo deixou exemplos para além das quatro linhas do gramado. Quem viu a superação da Croácia, o brilho de Mbappé e a queda precoce da Alemanha pode aprender muito mais do que apenas ensinamentos sobre o futebol.

— O Mundial nos trouxe grandes lições corporativas. Que possamos aproveitá-las com sabedoria e, mais do que isso, aplicá-las na prática — defende Ronald Dennis Pantin Filho, presidente e fundador da Sociedade Gaúcha de Coaching (SGC).

Para André Streppel, diretor-executivo da WK Outsourcing, empresa que presta consultoria em recursos humanos, a competição evidenciou ainda que talentos individuais não bastam para formar uma equipe campeã:

— É aquela história de que, quando a equipe está bem, o talento individual aparece mais. A Copa mostrou bem que até os melhores do mundo, como Cristiano Ronaldo e Messi, têm seus dias ruins, mesmo em momentos tão importantes. É o que acontece também no nosso dia a dia.

O grande exemplo desta Copa é que o coletivo superou o individual. Vivemos em uma época em que palavras como cooperação e colaboração ganham cada vez mais importância dentro das empresas, e acredito que essa é uma das grandes lições que a Copa nos trouxe. As empresas devem apostar cada vez mais na sinergia das marcas pessoais dentro de seus times – explica Ilana Berenholc, especialista em presença executiva.

Inspirados na competição, três profissionais de desenvolvimento de carreira ouvidos por GaúchaZH destacaram exemplos que podem servir de lição para quem quer avançar na profissão ou conquistar mais confiança na vida pessoal. Confira abaixo:

A força da Croácia

Desacreditada, sem ter sido cotada entre as favoritas no início da Copa 2018, a Croácia chegou invicta à final contra a França. Só perdeu a última partida, mas saiu com um honroso – e histórico – segundo lugar. Não foi fácil: a Croácia enfrentou três prorrogações (e duas decisões por pênaltis) na fase de mata-mata da competição, contra a Dinamarca, nas oitavas de final; contra a Rússia, nas quartas de final; e contra a Inglaterra, na semifinal.

— Os jogadores pareciam não se abalar. Mesmo saindo atrás no placar em muitas partidas, se mantinham tranquilos, iam pra cima e revertiam a desvantagem. Isso deve ser tomado por todos como um exemplo de como suportar a pressão e sempre dar o seu melhor – garante Ronald Dennis Pantin Filho, presidente da Sociedade Gaúcha de Coaching (SGC), com 30 anos de experiência na gestão de pessoas em grandes empresas.

A liderança de Tite

Mesmo com o resultado adverso, Tite saiu defendido pela maioria dos brasileiros – o que, na avaliação dos especialistas, demonstra um grande amadurecimento inclusive para a população do país, que geralmente cobra do comandante da Seleção nada menos do que o título.

— O apoio a Tite é uma das poucas certezas para as próximas competições e a Copa de 2022. Ele exerce um tipo de liderança humanizada, em que os integrantes da equipe sentem-se parte de um todo maior. Isso acaba dando um sentido muito forte de missão ao time – entende Pantin Filho.

O rodízio de Tite

Apesar dos elogios ao técnico da Seleção Brasileira, o coach Pantin Filho aponta dois erros da gestão de Tite: a indicação de um capitão diferente a cada partida – “um time precisa entender quem é o seu líder e reforçar cada vez mais a figura dele” – e a hesitação em fazer substituições na partida contra a Bélgica – “um jogo nas quartas exige do técnico decisões rápidas e ousadia”.

A estrategista em personal branding Ilana Berenholc acrescenta:

– Muito se falou da preferência dele por certos jogadores, dando pouca ou nenhuma oportunidade a outros. Não há nada que possa gerar mais insatisfação em uma equipe do que o sentimento de que oportunidades são dadas por preferência, e não por mérito. Outra questão é o fato de não ter escolhido um capitão. As pessoas querem autonomia para realizar seu trabalho, mas ainda assim querem uma figura que seja como uma bússola para aquela equipe.

A demissão na Espanha

Dias antes de começar a Copa, o Real Madrid anunciou que, com a saída de Zinedine Zidane, o então técnico da Espanha, Julen Lopetegui, seria o novo comandante da equipe. Sentindo-

se traída, a federação espanhola não gostou de não ter feito parte das negociações e demitiu Lopetegui. Fernando Hierro assumiu a equipe às pressas na Rússia.

— Demitir o seu treinador no início da Copa foi um gol contra violento. Seria o mesmo que tirar um presidente de uma empresa em meio a uma negociação histórica com algum cliente. Mesmo que o time tenha dito que isso não refletiu dentro do campo, o desempenho da Espanha na Copa, desclassificada pela Rússia nas oitavas, fala por si só – avalia Pantin Filho.

Palmas a quem fez seu melhor

O Panamá perdeu os três jogos que disputou e sofreu 11 gols, mas os dois que marcou foram comemorados como títulos.

— Muita gente diz que o importante é participar. Mas não acho isso. O importante, como aconteceu com seleções como a do Panamá na Copa, é cada um fazer o seu melhor. Se o seu melhor é conseguir fazer um gol, mesmo tomando seis, vai ficar todo mundo feliz, e isso tem mesmo de ser celebrado — aponta André Streppel, diretor-executivo da WK Outsourcing.

GABRIEL BOUYS / AFP
MbappéGABRIEL BOUYS / AFP

A ascensão de Mbappé

Se Neymar saiu contestado e Cristiano Ronaldo e Messi deixaram a Copa sem muito brilho, uma estrela francesa despontou: o agora campeão do mundo Mbappé. E isso, apontam gestores de carreira,não se deve apenas ao seu talento.

— As competências técnicas, o que chamamos de hard skills, não são suficientes para ser uma referência, seja no campo de futebol ou no meio corporativo. Jogadores que se tornam ídolos apresentam algumas características em comum: além do talento, eles têm soft skills, as habilidades de relacionamento interpessoal, comunicação, inteligência emocional e empatia – diz Ilana Berenholc.

Ela afirma que Mbappé ainda precisa construir sua reputação:

— A reputação leva tempo para se desenvolver, o público precisa perceber a consistência na demonstração do comportamento de um profissional em diferentes ocasiões.

A ausência na Argentina

Desde os primeiros jogos da Argentina, transpareceu a falta de liderança do treinador Jorge Sampaoli. O técnico acabou fragilizado após rumores de supostas discussões com seus jogadores, sendo vaiado nas últimas partidas.

— Ficou clara a sua falta de liderança, pois logo depois da Copa foi demitido. Não adianta ter craques/talentos se não houver uma liderança firme e forte no comando. Talentos têm habilidades que devem ser corretamente direcionadas por uma líder carismático e equilibrado — diz Pantin Filho.

Precisamos de um VAR para a vida?

Um dos protagonistas da Copa sequer entrou em campo. O árbitro de vídeo, o VAR, foi decisivo em várias partidas, incluindo a final. Também inibiu a deslealdade e a violência, afinal, os jogadores sabiam que estavam sendo mais monitorados.

Será que nos ambientes de trabalho também é assim?

— Certamente nos comportamos bem melhor quando estamos sendo observados — diz Streppel, citando as semelhanças entre o VAR e a presença constante de câmeras também nas empresas e no dia a dia.

Não é só com registros em vídeo que a reputação de alguém pode ser afetada. Os profissionais de desenvolvimento de carreira salientam que falar mal dos colegas pelas costas, espalhar boatos e fazer críticas enciumadas no trabalho podem nem ser gravadas, mas, invariavelmente, acabam descobertas. E quem fica mal nessa história, como em uma revisão do VAR que mostra a farsa de um jogador, é quem estava mais buscando diminuir o reconhecimento de outros antes do que se preocupar com os próprios feitos.

A decepção com Neymar

JOE KLAMAR / AFP
NeymarJOE KLAMAR / AFP

O futebol abaixo de seu potencial e as encenações em campolevaram Neymar a sair da Copa contestado pela torcida brasileira – e ainda como motivo de piada internacional.

— Neymar demonstrou, mais uma vez, que sente o peso de ser cobrado e referenciado como craque. Fica evidente a falta de inteligência emocional em momentos adversos — afirma Pantin Filho.

Comparando a decepção com Neymar ao dia a dia das empresas, ele diz que seria equivalente pensar que um grande executivo, em meio a uma situação de crise nas vendas ou no faturamento, se mostre fraco diante do seu time e perante os seus superiores.

— Com uma grande diferença: o executivo não deu resultado, “tchau”, vai embora. A empresa coloca no lugar alguém que dê. Já no caso do Neymar, não é assim.

E como recuperar-se de uma imagem manchada? Com o camisa 10, foram as encenações, mas e quem passa por um vexame na festa da firma, por exemplo? A ordem é entender o problema, aprender com o que aconteceu e tentar evitar novas recaídas.

Todo profissional tem um lado sombra: aqueles comportamentos que podem influir negativamente na carreira e nos relacionamentos profissionais. É preciso saber administrá-los, já que são os maiores fatores de risco, independentemente de quão talentoso ele seja – afirma Ilana.

A queda das grandes

Para os especialistas, a queda de Brasil, Alemanha e Argentina antes das semifinais encontra paralelo com a situação por que passam grandes empresas em um mundo globalizado. Streppel afirma:

— Cada vez mais gigantes estão tendo sérios problemas para lidar com mudança, com inovação.

Para ele, seleções tradicionais, assim como empresas reconhecidas, têm dificuldades naturais para lidar com novos processos: enquanto nelas mudanças demoram mais a acontecer, start-ups – ou equipes como uma Bélgica ou uma Croácia – têm mais facilidade para inovar, assim pegando de surpresa quem já está no mercado, seja o corporativo ou o esportivo, há mais tempo.

— Seleções maiores vivem o mesmo dilema que as empresas muito grandes, que é o de conseguir mudar de maneira significativa em um curto espaço de tempo – conclui o diretor de RH.

 

Fonte: GAUCHA ZH

ATITUDES FUNDAMENTAIS DOS CAMPEÕES DE VENDAS

Atitudes fundamentais dos campeões de vendas

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Uma empresa de vendas não sobrevive apenas com a participação de diretores e membros do alto escalão. Os vendedores, peças base e fundamentais da equipe, são absolutamente responsáveis pela mudança e realização das metas financeiras da empresa.
No entanto, será que profissionais que trabalham diretamente com o público estão preparados para os atuais desafios do mercado em plena má fase da economia?
Como todos sabem, aumentar as vendas, o faturamento e o lucro são alguns dos objetivos das empresas. Agora, em um período de crise, o desafio é ainda maior e ganha mais obstáculos, onde se destaca a diminuição do poder de compra de clientes e consumidores.
“Este profissional precisa ter uma atuação orientada para o mercado, na qual ele passa a agir como um consultor estratégico do cliente e está na linha de frente da construção de relacionamentos estáveis e duradouros com este público. Ele contribui fortemente para a coordenação das ações e controle dos resultados da empresa”, explica o Prof. Randes Enes, coach, consultor de empresas e professor da FGV.
Hoje em dia, no entanto, o vendedor pode contar com outras plataformas para incrementar as vendas, tal como a CRM – Customer Relationship Management, que ajuda a identificar grupos de clientes e consumidores e formatar o planejamento para os principais, tendo em vista os que são os clientes de maior potencial (CMP; e os que são os clientes de maior valor (CMV).
“O setor de vendas deve atuar integrado ao departamento de Marketing, para juntos analisarem as oportunidades e ameaças, e também com o telemarketing ou atendimento ao consumidor, que servem como termômetros para avaliar a satisfação”, completa o especialista.
Abaixo você confere seis atitudes fundamentais dos campeões de vendas, elaboradas pelo Prof. Randes:
Cortesia
A habilidade de fazer com que o cliente se sinta bem-vindo e respeitado, criando um clima ideal para vender.
Exclusividade
O grau de cuidado e atenção individual que o vendedor dedica aos clientes, transmitindo a percepção de atendimento exclusivo, motivando-os a retribuir com a compra.
Comprometimento
A capacidade de fornecer sempre o que foi prometido e com exatidão, transmitindo confiança e respeito profissional.
Competência
O conhecimento que o profissional demonstra ter para os clientes; e sua capacidade de transmitir confiança e credibilidade, possibilitando avançar que permitam vendas adicionais.
Solução rápida
A disposição em ajudar os clientes de imediato para aproveitar o impulso de compra e também na resolução de possíveis problemas.
Integridade
A habilidade de deixar claro para os clientes e consumidores, que eles podem contar e confiar no profissional, criando a condição para a fidelização.
Fonte: Administradores.com

Cliente em primeiro lugar? Você pode estar fazendo isso errado.

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Existe uma máxima defendida pela maioria das empresas: O cliente em primeiro lugar. Mas será que a maioria consegue fazer isso?

E mais, será que colocar o foco apenas neste aspecto é a solução?

Vejamos: estou longe de defender que o cliente não seja importante e, aliás, que não deva ser prioridade. A questão vai além. Passa pelo que significa colocar o cliente em primeiro lugar: significa antes de tudo valorizar as pessoas, valorizar as relações.

A maioria dos líderes solicita à sua equipe que atenda o cliente com excelência, que proporcione a ele a melhor experiência possível. Agora, qual é a experiência que o colaborador tem na empresa? A mesma excelência requisitada é entregue a cada um dos membros do time? Na maioria das vezes, não.

Então, na prática, o que se pede é que ele transmita uma cultura que ele não vivencia. Que ele transmita uma ideia. Não parece muito mais simples e coerente que apenas se espere que ele transmita algo que é uma prática?

Como criar essa cultura de excelência? Como trazer esta coerência entre o que se solicita e se pratica?

A primeira dica é: você sabe o que eles valorizam? O que esperam da empresa? Em que ambiente gostariam de trabalhar? Encontrar essas respostas pode fornecer pistas valiosas sobre a empresa que você deveria “criar”.

Outra dica: Qual é o propósito que a sua marca carrega? Ou seja, qual a sua razão perene para existir? Os colaboradores precisam perceber de fato o propósito. Não como uma frase na parede ou como um lema que se exalta, uma vez por ano, em uma convenção. O propósito precisa estar vivo, todos os dias. Em ações que o traduzam. Que mostrem de fato a razão pela qual a empresa faz o que faz e, por consequência, as pessoas que a representam devem agir como agem. É aí que ele se faz autêntico.

Uma empresa que tem um propósito bem definido preocupa-se não apenas com os clientes, mas com todos os que com ela estão envolvidos e de que forma ela influencia a sociedade na qual está inserida. E é com base nisso que digo que não há sentido em colocar o cliente no topo, se não se constrói um pilar forte que possa sustentar isso.

A relação entre os colaboradores e o propósito, valores e objetivos de uma empresa é o que mais fortemente irá definir o seu nível de engajamento. E é isso que determinará, em última análise, a energia que empregam em suas atividades.

Colaboradores engajados tendem a encarar os desafios com motivação, já que eles buscam a excelência. Já que buscam acertar, porque acreditam na importância da qualidade do serviço que prestam ou dos produtos que vendem. Isso está atrelado à satisfação pessoal, o que significa que ele sente bem desempenhando o seu papel, e, na maioria das vezes, diminui a necessidade de buscar novas oportunidades a todo o tempo.

É importante perceber que conquistar o engajamento dos colaboradores não significa que eles irão concordar com tudo o que ocorre no dia a dia da empresa. Significa sim, que eles decidem, dia após dia, agir para defender o propósito e as causas da empresa, mesmo sabendo que há o que melhorar nela.

Há muitos fatores que influenciam na conquista do engajamento da equipe. É assunto para um artigo inteiro. Para dar algumas pistas, um dos elementos mais fortes é a percepção dos colaboradores que podem crescer, que podem se desenvolver. Outra é o seu relacionamento com a liderança. Salário e benefícios são importantes, certamente. Só não tão mandatórios quanto se pensa, quando o assunto é engajamento.

A receita não é mágica, mas é aparentemente simples. Quer um atendimento que encante os clientes? O caminho mais eficaz e sustentável é criar uma empresa encantadora para os colaboradores. Onde a comunicação seja clara, todos saibam o que se espera deles e possuam as condições necessárias para entregar isso. E quando entregam, se desenvolvem, proporcionam o crescimento da empresa, crescem junto com ela e sentem-se valorizados.

Agora, aproveitando que o ano está começando… Se você pudesse escolher apenas uma resolução, escolheria buscar excelência para os clientes ou para os colaboradores? Certamente se trata de uma brincadeira. Não há de ser tão radical assim. Mas a reflexão é bastante válida, já que um não prospera sem o outro.

Gabriela Costa
Coordenadora de Redação da GS&Friedman
http://www.gsefriedman.com.br

Fonte: http://www.mercadoeconsumo.com.br/2018/01/05/cliente-em-primeiro-lugar-voce-pode-estar-fazendo-isso-errado/

ATENDA BEM, NÃO IMPORTA QUEM…

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ATENDA BEM, NÃO IMPORTA QUEM…

 
Muito se fala sobre atendimento ao cliente, existem cursos, palestras e vasta literatura a respeito do tal  BOM ATENDIMENTO AO CLIENTE
 
No meu ponto de vista, o bom atendimento não deve ser considerado um diferencial, pra mim atender bem ao cliente é no mínimo uma obrigação, assim como ser ético, transparente e honesto. O problema que tais comportamentos hoje em dia passaram a ser considerados VIRTUDES …acho isso meio que absurdo…o fato é que precisamos e necessitamos sim atender muito bem ao nosso cliente , afinal de contas é ELE que paga nosso salário e isso é óbvio, precisa ser devidamente dada a séria importância.
Mas e as outras pessoas que frequentam a nossa loja, nossa empresa?
Estamos igualmente tratando de dar um excelente atendimento? E estou falando das pessoas que nos pedem uma informação, que nos chegam para solicitar uma vaga de emprego…e por falar nisso quero aqui compartilhar uma experiencia fantástica que tive essa semana.
 
Meu celular tocou e eu estava finalizando a recepção de uma nova colaboradora e expliquei o fato a pessoa que me ligou, pedi só um instante que lhe atenderia logo em seguida e assim eu fiz…logo a pessoa do outro lado da linha me falou, é justamente sobre este seu trabalho com PESSOAS que eu estou entrando em contato, gostaria de saber se você pode nos conceder uma entrevista, sou da área de comunicação e quero publicar uma matéria a seu respeito e o trabalho que você faz.
 
Voces já podem imaginar o quanto fiquei emocionado…
E além da entrevista a moça me propôs outros projetos que ao longo dos acontecimento contarei pra vocês em outra oportunidade.
 
Mas o mais incrível ainda estava para acontecer…após a conversa e antes de nos despedirmos, claro convidei a jornalista para um cafezinho, falei da minha vontade de conhece-la …para minha surpresa ela disse sorrindo…Paulo eu já lhe conheço …quando cheguei de São Paulo a Belo Horizonte, estava desempregada e passei na sua loja procurando emprego…você me atendeu tão gentilmente e me encaminhou para o RH …na ocasião a coisa não deu certo, mas mesmo assim nunca mais me esqueci do seu jeito cordial e simpático, passei a te seguir no Linkedim e acompanho todo o seu trabalho e inclusive seu blog
o VIVO DE VENDAS que por sinal é fantástico…fiquei tremendo no momento e agradeci imensamente o carinho e reconhecimento…
 
É por isso que eu sempre disse em minhas palestras e reuniões com a equipe:
 
ATENDA BEM, NÃO IMPORTA QUEM !
 
Nunca sabemos quem está a nossa frente, seja cliente ou não, essa pessoa pode mudar a nossa vida, seja oferecendo uma nova oportunidade de trabalho, uma indicação, uma observação ou até uma entrevista para um grande jornal, uma palestra, entre outras coisas …
 
Pense nisso e boa reflexão!
 
Bora lá fazer o mínimo, sendo gentil com as pessoas…
Nada menos que isso nos interessa!
Deixe seu comentário no blog, sua opinião é muito importante pra nós que vivemos de vendas!
Obrigado e até a próxima!
by P.H
 
 

LIDERANÇA E IMPARCIALIDADE

LIDERANÇA E IMPARCIALIDADE

imparcial

Eu sempre fui considerado um líder LINHA DURA…para alguns isso é uma qualidade, para outros um ponto a melhorar…Isso depende muito do ponto de vista dos liderados…Existem os que gostam de tratamento diferenciado e os que sabem que uma EQUIPE precisa e deve ter os mesmos privilégios e obrigações, deveres e direitos IGUAIS…RECONHECIMENTO E PUNIÇÕES na mesma medida……e é isso que mais me preocupo na minha GESTÃO …ser IMPARCIAL !

Os lideres não diferentes das outras pessoas são dotados de emoções, criamos nosso circulo de afinidades em nosso meio profissional também, o que não poderia deixar de acontecer afinal necessitamos dessas relações interpessoais…

Porem quando passamos a assumir um posto de liderança precisamos estar atentos para nossa necessidade de deixar a parte, ou seja, deixar na neutralidade essas “afinidades” tendo em vista um ambiente mais justo, de forma que não sejamos nós os próprios lideres geradores de conflitos dos quais nós mesmos seremos prejudicados… ISSO OCORRE QUANDO A EQUIPE NÃO TEM UNIFORMIDADE…é nítido QUANDO UM LÍDER SÓ SABE ELOGIAR E DAR MÉRITOS as mesmas pessoas…ou quando ele pratica a FALSIDADE só pra obter resultados pontuais e favorece uns e menospreza os outros…a equipe sente isso na pele…acredite!

SENTE E VISUALIZA E RETRIBUI EM FORMA DE RESULTADOS NEGATIVOS!

E difícil manter a imparcialidade em meio a alguns conflitos que por hora surgem dentro das organizações. Porem o líder bem preparado consegue agir de forma justa não deixando esses fatores que na verdade são pessoais interferirem na sua gestão.
A empatia total ou a falta dela o que seria negativo pode fazer com que um gestor inclua indevidamente ou exclua uma pessoa de um determinado processo…

O que seria uma falha grave e que contaria como incompetência na visão da forma como esse gestor age…

Chego a uma das palavras chave na posição de liderança “justiça”. O líder justo lida com as situações que envolvem a imparcialidade com mais segurança, pois ele consegue tomar decisões baseando-se na ação justa, independente das suas opiniões pessoais ou de opiniões alheias…
Muitos se perdem nesse caminho, pois acabam realmente por levar questões profissionais para o lado emocional e pessoal, cometendo falhas que colocam em risco a visão da sua trajetória e rumo dos processos de Gestão de Pessoas nas organizações…

Não importa o quanto seja interessante para um líder ser bem aceito por agir de uma forma ou de outra, o que importa é a repercussão de suas atitudes frente a seus liderados.

Pois por mais que tentemos agradar a todos jamais conseguiremos, porem podemos agir de forma justa, e com isso, mesmo que não agrademos a todos jamais poderemos ser julgados injustos.

As organizações que mais crescem no mundo hoje tentam reter em seu quadro os profissionais que conseguem ser imparciais frente às ações que precisam ser, pois o mal da predileção demasiada ou da antipatia que pode ser em certos momentos sem causa já gerou conflitos demais,e esses conflitos refletem diretamente no clima organizacional, tomando dimensões absurdas.

A imparcialidade evita a instalação de conflitos, é sem duvida muito mais proveitoso evitar do que ter que gerir conflitos, pois ao se tratar de relações humanas o desgaste causado por esse conflitos é muito difícil de ser eliminado.
Portanto gestores acordem para a necessidade de serem imparciais, tendo como objetivo a justiça nas relações interpessoais , e assim um ambiente de trabalho mais igualitário.

Lembre-se, ser imparcial é não sacrificar a justiça ou a verdade em favor das suas considerações particulares. Não tomar partido a favor nem contra deixando apenas que os fatos e ações venham a justificar a sua posição, podendo ter assim um respaldo de conduta no decorrer de sua carreira.

Os lideres não diferentes das outras pessoas são dotados de emoções, criamos nosso circulo de afinidades em nosso meio profissional também, o que não poderia deixar de acontecer afinal necessitamos dessas relações interpessoais. Porem quando passamos a assumir um posto de liderança precisamos estar atentos para nossa necessidade de deixar a parte, ou seja, deixar na neutralidade essas “afinidades” tendo em vista um ambiente mais justo, de forma que não sejamos nós os próprios lideres geradores de conflitos dos quais nós mesmos seremos prejudicados.

E difícil manter a imparcialidade em meio a alguns conflitos que por hora surgem dentro das organizações. Porem o líder bem preparado consegue agir de forma justa não deixando esses fatores que na verdade são pessoais interferirem na sua gestão.
A empatia total ou a falta dela o que seria negativo pode fazer com que um gestor inclua indevidamente ou exclua uma pessoa de um determinado processo. O que seria uma falha grave e que contaria como incompetência na visão da forma como esse gestor age.

Chego a uma das palavras chave na posição de liderança “justiça”. O líder justo lida com as situações que envolvem a imparcialidade com mais segurança, pois ele consegue tomar decisões baseando-se na ação justa, independente das suas opiniões pessoais ou de opiniões alheias. Muitos se perdem nesse caminho, pois acabam realmente por levar questões profissionais para o lado emocional e pessoal, cometendo falhas que colocam em risco a visão da sua trajetória e rumo dos processos de Gestão de Pessoas nas organizações.

Não importa o quanto seja interessante para um líder ser bem aceito por agir de uma forma ou de outra, o que importa é a repercussão de suas atitudes frente a seus liderados. Pois por mais que tentemos agradar a todos jamais conseguiremos, porem podemos agir de forma justa, e com isso, mesmo que não agrademos a todos jamais poderemos ser julgados injustos…

As organizações que mais crescem no mundo hoje tentam reter em seu quadro os profissionais que conseguem ser imparciais frente às ações que precisam ser, pois o mal da predileção demasiada ou da antipatia que pode ser em certos momentos sem causa já gerou conflitos demais,e esses conflitos refletem diretamente no clima organizacional, tomando dimensões absurdas…

A imparcialidade evita a instalação de conflitos, é sem duvida muito mais proveitoso evitar do que ter que gerir conflitos, pois ao se tratar de relações humanas o desgaste causado por esse conflitos é muito difícil de ser eliminado.
Portanto gestores acordem para a necessidade de serem imparciais, tendo como objetivo a justiça nas relações interpessoais , e assim um ambiente de trabalho mais igualitário.

Lembre-se, ser imparcial é não sacrificar a justiça ou a verdade em favor das suas considerações particulares. Não tomar partido a favor nem contra deixando apenas que os fatos e ações venham a justificar a sua posição, podendo ter assim um respaldo de conduta no decorrer de sua carreira.

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