O MUNDO DÁ VOLTAS…

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O MUNDO DÁ VOLTAS

Dizem que O MUNDO dá voltas e isso explica o tanto de gente tonta que existe por aí…

Verdade ou não, fato é que isso nos faz enxergar tudo de uma forma diferente…

José Saramago foi muito sábio quando disse a seguinte frase “Das habilidades que o mundo sabe, essa ainda é a que faz melhor: dar voltas”. Eu custei um pouco a acreditar nisso, mas se tem uma coisa que hoje eu sou fã de carteirinha é das voltas que o mundo dá.

É simples…

Sou fã porque é lindo de se ver que entre uma curva e outra sempre tem algo que se perde ou se acha, fazendo nossos olhos brilharem como nunca visto antes.

Sou fã porque nessa trajetória maluca da vida também tem aquela linha reta sem fim definido e, de repente, aparece aquele alguém que vem direto ao teu encontro, te reencontra, te reinventa, te reencanta (ou desencanta), te fazendo ver que a vida não precisa ser do jeitinho que você tinha traçado lá no início.

Sou fã das voltas que o mundo dá porque foi em uma delas que eu aprendi que o conformismo é uma droga e que tem muita gente viciada nela. E também percebi que das muitas artes dessa vida, a arte do limite é o que estagna muita gente. O looping fez o seu ciclo e teve quem ficasse ali, paradinho em todos os momentos.

Uma pena.

Mas se tem uma coisa que eu sou incrivelmente fã é das voltas que fecham ciclos. Só quem já percorreu um longo caminho e teve a sensação de dever cumprido durante todo ele sabe do que eu estou falando. O troféu é entregue na hora que, despretensiosamente, a gente olha para trás, se depara com aquela sensação boa que é rir daquilo que nos fez chorar, percebendo o quão bom foi o tempo e o amadurecimento, fieis escudeiros para a evolução de qualquer ser humano…

Também existem aquelas voltas que deixam os ciclos abertos. Essas eu assumo que não brilham tanto os meus olhos, mas sei o quanto aquieta o coração enxergar que nunca é tarde para recomeçar ou para ver de uma forma diferente aquilo que um dia nos fez bem. Porque muitas vezes as coisas voltam, voltam mais bonitas, mais leves, mais sorridentes e explicam o porquê de ter ficado aquela “coisinha” em aberto por tanto tempo.

Ciclos abertos têm seu lado positivo. Eles deixam uma frestinha aberta e nos mostram aquelas situações que ficaram lá atrás, exatamente no lugarzinho onde elas deveriam estar hoje…

E, entre uma volta ou outra, dá um baita orgulho ver que fomos capazes de deixar aquilo para trás, sem doer mais.

Eu chamo isso de superação…

A vida nos surpreende tanto e eu tenho gostado é disso, de observar cada detalhe e notar que naquela curvinha direita das voltas mirabolantes deste mundo existem surpresas do acaso que acontecem quando menos esperamos. E de perceber também que o destino está sempre pronto para surpreender, mesmo quando nós não estamos preparados para sermos surpreendidos…

Sou fã mesmo das voltas que o mundo dá, porque foi em uma delas que eu vi que não dá pra disfarçar, a vida pede urgência. E é uma delícia ver o quanto ela consegue nos surpreender com a forma linda que as coisas tendem a se encaixar. O mundo ainda tem muita volta para dar e ainda haverá muita coisa para se aplaudir.

É só uma questão de tempo.

by PAULA LARIO

Você é workaholic? Saiba os cuidados a serem tomados

workaholic.jpgCenas comuns em reuniões de negócios são executivos disputarem quem está trabalhando mais, como se isso fosse motivo de orgulho, contudo, o que não se percebe nessas situações é que pode se estar caracterizando uma disfunção, que é o fato de ser um workaholic.

Mas, o que é workaholic e quais os riscos envolvidos com esse problema?CelsoBazzola, diretor executivo da Bazz Consultoria, listou as principais dúvidas relacionadas ao tema.

Veja alguns pontos relacionados ao tema:

1 – Características do workaholic
Características de pessoas com esse problemas são fáceis de perceber, são elas que constantemente trabalham mais de 12 horas por dia no escritório e ainda leva serviço para casa, é ela também que constantemente recebe críticas por no fim de semana ficar sempre de olho no celular e checar as mensagens a cada hora para ver se existe alguma pendência no trabalho.

2 – Eu sou?
Segundo o especialista em recursos humanos Celso Bazzola, diretor executivo da Bazz Consultoria, é mais fácil localizar uma pessoa com esse problema do que tratar. “Hoje são constantes os casos de workaholics e isso se percebe a partir do momento que a pessoa não consegue se desligar do trabalho, deixando de lado sua convivência social, seja com familiares ou amigos. Assim a pessoa se torna um trabalhador viciado e compulsivo, mesmo fora de seu ambiente de trabalho ele cria um novo ambiente recheados de temas  sobre seus negócios, não há situação que o faça se desligar do trabalho”.

Sintomas desse distúrbio de comportamento é uma autoestima exagerada, insônia, mau-humor, impotência sexual, atitudes agressivas em situações de pressão e, muitas vezes, depressão.

3 – Problemas relacionados
Para Bazzola, a situação pode ser bastante problemática e pode trazer sérios prejuízos para o profissional e, até mesmo, à empresa. “Acredito que para empresa a situação traz mais desvantagens do que vantagens. Inicialmente pode ser interessante, pois a velocidade dos resultados é satisfatória, porém há um desgaste emocional natural do profissional, pois ele estará isolado e restrito ao tema trabalho, bloqueando sua sociabilização o que poderá resultar em sérios transtornos futuros para sua vida”.

A situação pode ser tão grave que estudos recentes de casos clínicos em consultórios psicológicos e psiquiátricos apontam que o vício de trabalho é similar à adição ao álcool ou cocaína. Tornado o trabalho, nesses casos uma obsessão doentia.

4 – É preciso saber viver!
Segundo Celso Bazzola, “não há pecados em trabalhar esporadicamente além de sua carga diária, desde que essa ação seja meramente por necessidade de urgência e de impacto específico. Isso, para o mercado de trabalho, acaba sendo um diferencial, mas, o profissional e as áreas de Recursos Humanos devem identificar quando não há exageros em uma rotina normal de trabalho. A partir do momento que a carga horária começa a extrapolar constantemente é momento de refletir. O trabalho será saudável enquanto não aprisiona a pessoa na necessidade constante de falar e estar agindo pelo trabalho”.

O caminho para combater esse problema é assegurar o equilíbrio, entre a vida pessoal e profissional, buscar valorizar mais os momentos de lazer e perceber que o descanso é fundamental para melhoria de resultados e busca de novas ideias que podem potencializar os resultados no trabalho.

5 – Workaholic x Worklover
É importante sabermos diferenciar o amor ao trabalho do vício. Um worklover tem noção de que o excesso se refletirá em conflitos nos relacionamentos pessoais, além de proporcionar efeitos nocivos à saúde e bem-estar. Existem profissionais que buscam entregar resultados e isso é positivo. É importante ter em mente que, o fato de ser um workaholic não significa que o profissional seja mais produtivo. Muitas vezes, vemos pessoas que não conseguem ter organização no seu dia a dia e acabam trabalhando mais tempo para entregar o mesmo resultado.

É importante lembrar que a vida é muito mais do que só trabalhar e que uma mente que não descansa não é totalmente sã. Assim, não adianta trabalhar demais, isso possivelmente ocasionará erros e retrabalhos. Portanto, tem que parar de trabalhar até para poder trabalhar bem. É uma questão de lógica.

Fonte: DSOP Educação Financeira
www.dsop.com.br

DICAS PARA VENCER O MÊS DE AGOSTO

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DICAS PARA VENCER O MÊS DE AGOSTO

 
Para vencer o mês de agosto é preciso antes de mais nada paciência e fé. Paciência para cruzar os dias sem se deixar esmagar por eles, mesmo que nada aconteça de mau..
Fé para estar seguro, o tempo todo, que chegará setembro — e também certa não-fé, para não ligar a mínima às negras lendas deste mês de cachorro louco.
 
É preciso quem sabe ficar-se distraído, inconsciente de que é agosto, e só lembrar disso no momento de, por exemplo, assinar um contrato e precisar da data.
Então dizer mentalmente – ah!, escrever tanto de tanto de mil novecentos e tanto e ir em frente. Este é um ponto importante: ir, sobretudo, em frente.
 
Para atravessar agosto também é necessário reaprender a dormir. Dormir muito, com gosto, sem comprimidos, de preferência também sem sonhos.
São incontroláveis os sonhos de agosto: se bons deixam a vontade impossível de morar neles; se maus, fica a suspeita de sinistros augúrios, premonições.
 
Armazenar alimentos, como às vésperas de um furacão anunciado, mas alimentos espirituais, intelectuais, e sem muito critério de qualidade.
 
Muitos vídeos, de chanchadas da Atlântida a Bergman; muitos CDs, de Mozart a Sula Miranda; muitos livros, de Nietzsche a Sidney Sheldon.
 
Controle remoto na mão e dezenas de canais a cabo ajudam bem: qualquer problema, real ou não, dê um zap na telinha e filosoficamente considere, vagamente onipotente, que isso também passará.
 
Zaps mentais, emocionais, psicológicos, não só eletrônicos, são fundamentais para atravessar agostos.
 
Para atravessar agosto ter um amor seria importante, mas se você não conseguiu, se a vida não deu, ou ele partiu — sem o menor pudor, invente um. Pode ser Natália Lage, Antônio Banderas, Sharon Stone, Robocop, o carteiro, a caixa do banco, o seu dentista.
Remoto ou acessível, que você possa pensar nesse amor nas noites de agosto, viajar por ilhas do Pacífico Sul, Grécia, Cancún, ou Miami, ao gosto do freguês.
 
Que se possa sonhar, isso é que conta, com mãos dadas, suspiros, juras, projetos, abraços no convés à luz da lua cheia, brilhos na costa ao longe. E beijos, muitos. Bem molhados.
 
Não lembrar dos que se foram, não desejar o que não se tem e talvez nem se terá, não discutir, nem vingar-se ou lamuriar-se, e temperar tudo isso com chás, de preferência ingleses, cristais de gengibre, gotas de codeína, se a barra pesar, vinhos, conhaques — tudo isso ajuda rss
 
Vencer A GOSTO…o mês …o gosto e a vontade!
 
by P.H
 
 

Sobre VIVER…

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Sobre VIVER…

Viver é uma peripécia…
Um dever, um afazer, um prazer, um susto, uma cambalhota…Entre o ânimo e o desânimo, um entusiasmo ora doce, ora dinâmico e agressivo.
Viver não é cumprir nenhum destino,
não é ser empurrado ou rasteirado pela sorte.
Ou pelo azar.
Viver é ter fome.
Fome de tudo.
De aventura e de amor, de sucesso e de comemoração de cada um dos dias que se podem partilhar com os outros.
Viver é não estar quieto, nem conformado, nem ficar ansiosamente à espera.
Viver é romper, rasgar, repetir com criatividade.
A vida não é fácil, nem justa, e não dá para a comparar a nossa com a de ninguém. De um dia para o outro ela muda, muda-nos, faz-nos ver e sentir o que não víamos nem sentíamos antes e, possivelmente,
o que não veremos nem sentiremos mais tarde.
Viver é observar, fixar, transformar.
Experimentar mudanças. E ensinar, acompanhar, aprendendo sempre.
A vida é uma sala de aula onde todos somos professores, onde todos somos alunos.
Viver é sempre uma ocasião especial.
Uma dádiva de nós para nós mesmos.
Os milagres que nos acontecem têm sempre uma impressão digital.
A vida é um espaço e um tempo maravilhosos mas não se contenta com a contemplação. Ela exige reflexão.
E exige soluções.
A vida é exigente porque é generosa. É dura porque é terna. É amarga porque é doce. É ela que nos coloca as perguntas, cabendo-nos a nós encontrar as respostas. Mas nada disso é um jogo.

A vida é a mais séria

das coisas divertidas…

do poeta português Joaquim Pessoa

Home office: 81% dos brasileiros sonham em trabalhar de casa

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Home office: 81% dos brasileiros sonham em trabalhar de casa

É difícil encontrar quem se arrependa de ter feito a escolha. Apesar dos desafios, o teletrabalho vem se tornando cada vez mais popular.

Cansada do ambiente fechado e da pouca flexibilidade do escritório, Pollyanna Aires, 35 anos, sentiu que era hora de repensar a carreira quando ficou grávida pela primeira vez, em 2012. Com a vinda de Manuela, a rotina engessada não era mais atrativa. “Pedi demissão do call center e terminei meu curso de corretora de seguros. Trabalhar em casa me proporcionaria tempo para cuidar da minha filha”, conta.

Pollyanna não se arrepende. Desde que começou o home office, prática cada vez mais comum no Brasil, a corretora de seguros afirma conseguir aproveitar mais a vida. Quando quer viajar, não precisa tirar férias — é só colocar o computador na mala e trabalhar independentemente de onde estiver no mundo.

De acordo com uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) de 2017, a maioria da população gostaria de ter uma rotina parecida com a da corretora de seguros: 81% dos entrevistados afirmaram desejar ter flexibilidade de local de trabalho e 71% flexibilidade de horário. As duas coisas são (bastante) possíveis no home office.

A corretora de seguros também implementou mais atividade física à rotina, gasta menos tempo presa dentro de um carro e ainda passa o dia com os filhos, Manuela, 5 anos, e Eduardo, 3. Trabalhar em casa tem vários desafios (encaixar as horas de produtividade são complicadas quando se tem Netflix a alguns cliques de distância), e, além da falta de contato com os colegas da área, a corretora de seguros ressalta a necessária disciplina e organização.

“Pela manhã fico com as crianças e cuido da casa, em casos de emergência resolvo algumas coisas. No período da tarde, quando elas estão na escola, consigo me dedicar mais ao serviço. De vez em quando, aproveito a noite e o final de semana para tratar pendências”, explica. Segundo a pesquisa Global Evolving Workforce, patrocinada pela Dell e Intel em 2014 — apesar de os adeptos desse meio de produção terem tendência a trabalhar mais por não ter horários definidos —, os benefícios são maiores.

Foram entrevistados brasileiros que fazem home office e 45% garantem que dirigem menos, 52% passam mais tempo com a família, 33% dormem mais e 49% se consideram menos estressados — e, além de tudo, 54% ainda acreditam terem se tornado mais produtivos.

É o caso de Felipe Cruxen, 37 anos. Para ele, os escritórios no Brasil cumprem mais uma função social. “O ambiente significa socializar, bater papo, sair um milhão de vezes para fumar ou beber café. Não produzo bem”, comenta. Na empresa onde atua como cloud operator (serviço de consultoria e ajuda no desenvolvimento das nuvens de informação), ele faz parte de uma equipe na qual trabalhar de casa não é exceção, mas a regra. “Temos pessoas da Colômbia, Sérvia e Singapura. Todos contribuem de forma remota. Eu monto meu ambiente, converso se quiser e posso me focar nas prioridades”, argumenta.

Além da produtividade, não perder tempo no trânsito e poder estar mais focado são outros benefícios listados pelo cloud ops. Ele ainda aponta que existem vantagens para a empresa, como menos gastos com aluguel de espaço, água e limpeza. A maior dificuldade, avalia, é definir horários. “Como acordo e durmo no ‘trabalho’, é muito fácil passar o dia inteiro dedicado à atividade, sem horário para início ou fim”, pondera.

Teletrabalho no serviço público
Depois da regularização do chamado teletrabalho no novo conjunto de leis trabalhistas, até as empresas públicas estão trocando o tradicional escritório pela possibilidade de contar com colaboradores à distância. Desde 2015, funcionários de várias áreas do Banco do Brasil passaram a realizar suas atividades profissionais de casa — e a empresa garante que houve aumento na produtividade.

“O BB enxerga o trabalho remoto como uma grande possibilidade de evolução nas relações de trabalho. Ainda estamos testando a melhor forma de ampliar esta realidade em uma empresa tão grande e com características tão peculiares, mas já demos alguns passos”, explica Caetano Minchillo, diretor de gestão de pessoas do Banco do Brasil. Ele conta que cerca de 200 funcionários de áreas de gestão de pessoas, jurídica, ouvidoria e SAC trabalham de casa, e alguns comparecem à empresa, no mínimo, quinzenalmente.

Caetano diz que a experiência, iniciada apenas com funcionários de TI, se mostrou muito rica e os ganhos na produtividade e na qualidade de vida valeram a pena. “A expectativa do Banco a partir desse piloto é mensurar os ganhos para os funcionários em satisfação e qualidade de vida, além de avaliar a contribuição para questões como a mobilidade urbana, a redução dos Gases de Efeito Estufa pela redução de deslocamentos de carro e redução de usuários no transporte público”, afirma.

“Não passava pela minha cabeça exercer teletrabalho”, confessa o assessor da diretoria de tecnologia do Banco do Brasil Luiz Cláudio Lauxen, 38 anos. A função em casa começou há pouco tempo, em maio, e apesar da diretoria do banco ficar em Brasília, Luiz está instalado em Nova Mutum, no Mato Grosso. A família foi decisiva na escolha do modelo de produção.

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“No início de 2018, o teletrabalho pareceu uma possibilidade de morar perto dos familiares (tenho uma filha de 2 anos que estava morando longe dos primos e avós) e ainda economizar um pouco”, explica. O assessor precisou ler bastante a respeito para decidir trabalhar de casa, mas está realizado com a escolha.

Mesmo preferindo atuar em home office, Luiz Cláudio enxerga obstáculos para quem não passa o dia em um escritório. A empresa, na opinião do assessor, precisa ter uma infraestrutura tecnológica que possibilite o funcionário trabalhar como se estivesse no escritório.

“Nisso, o Banco do Brasil está indo bem”, pondera. “Além do mais, todos precisam entender que o colega teletrabalhador faz parte da equipe, apenas não senta ao lado. Percebo diariamente um esforço por parte de integrantes da equipe em não me deixar de fora das reuniões e atividades”.

FONTE: SITE METRÓPOLES 

 

 

 

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