SEJA UM ENCORAJADOR

coragem

SEJA UM ENCORAJADOR…

O que custa encorajar quem precisa?
Muitas pessoas vivem na sombra do medo por não acreditarem em suas qualidades e na capacidade de realização. Seja uma pessoa positiva, transmitindo palavras e sentimentos bons e capazes de modificar as ações dos que mais precisam ouvir algo.

Encoraje!
Encoraje!
Encoraje!

Seja uma pessoa que encoraja e inspira aos outros todos os dias! Não precisamos de pessoas negativas por perto e que só nos colocam para baixo.

Este ano já recebi 3 mensagens de pessoas que se matricularam em algum tipo de curso, pessoas que eu encorajei a voltar aos estudos!

Vocês não imaginam a felicidade que isso nos proporciona…saber que conseguimos de alguma forma incentivar alguém a mudar sua história…isso não tem preço…enquanto a maioria das pessoas só sabem criticar, apontar o dedo para as falhas dos outros…

O MUNDO NÃO PRECISA DE CRÍTICOS…

O MUNDO CARECE DE GENTE QUE INCENTIVA…

QUE ENCORAJA!

Seja diferente, inspire e leve o bem para todos ao seu redor!

Aprendi que não custa nada tentar ser alguém melhor para os outros, tentar encorajá-los sempre, ajudar quando preciso e estar sempre presente…

Tudo o que fazemos na vida acaba voltando para nós…

Seja algo bom ou ruim…

Passe adiante as coisas boas…

Com certeza, alguém já foi bom o suficiente com você e te ajudou em um momento importante.

Passe adiante as coisas boas que já fizeram com você, faça com outras pessoas e veja o bem se espalhar…

Simples assim!

 

Incentivo ao crédito pode reduzir pressão de incorporadoras

Incentivo ao crédito pode reduzir pressão de incorporadoras

Segundo especialistas, medidas anunciadas pelo governo federal podem ajudar a diminuir a pressão sobre os estoques das construtoras e incorporadoras

Incentivo

As medidas de incentivo ao crédito imobiliário anunciadas pelo governo federal podem ajudar a diminuir a pressão sobre os estoques das construtoras e incorporadoras, que continuam enfrentando pressão sobre margens, com vendas e lançamentos fracos, segundo especialistas do setor.

Para o diretor-executivo da Associação Brasileira das Incorporadoras (Abrainc), Renato Ventura, as medidas terão maior impacto de forma gradual.

“As medidas são bastante positivas e agregam ao setor imobiliário como um todo, a pespectiva é que se ganhe de forma estrutural. Não é um resultado pontual”, disse.

Num primeiro momento, o incentivo ao crédito pode trazer algum resultado positivo sobre as vendas nos próximos meses, enquanto a palavra de ordem das companhias é reduzir o estoque, com objetivo de diminuir a pressão sobre margens e gerar caixa, além de voltar a um patamar confortável para lançamentos.

“Agosto e setembro costumam ser muito interessantes para o mercado, mas não estamos vendo uma reação tão grande quanto nos anos anteriores. Estas medidas devem deslocar os meses de transações imobiliárias para outubro e novembro”, afirmou o presidente-executivo do portal Zap Imóveis, Eduardo Schaeffer.

As medidas anunciadas na quarta-feira, incluem reduzir o custo dos bancos, facilitar a recuperação do crédito inadimplente, e também a criação de Letras Imobiliárias Garantidas isentas de imposto de renda.

“A gente vê com bons olhos porque o crédito estava secando”, disse o presidente-executivo da ponta de estoque de imóveis RealtON, Rogério Santos.

“O mercado ainda deve continuar tímido, devido à insegurança que a entrada de um novo governo gera, com uma leve melhora devido ao aumento do crédito e às promoções que ainda estão acontecendo”, acrescentou.

O ambiente do ano não tem sido favorável. Em São Paulo, as vendas de imóveis novos no primeiro semestre caíram 48,3 por cento em relação ao mesmo período de 2013, segundo o Secovi-SP, sindicato da habitação.

Em geral, 70 por cento do volume de negócios do setor imobiliário ocorre no segundo semestre.

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) reduziu a previsão de alta do setor para 2014, diante do baixo crescimento da economia, atrasos em obras de infraestrutura e conclusão de programas habitacionais. A previsão passou a ser de estagnação ou avanço de até 1 por cento, ante projeção anterior de alta de 2,5 por cento.

“Uma desaceleração permanece uma parte visível da narrativa do setor”, disseram em nota os analistas do Bradesco BBI, que esperam um impacto maior nas empresas que ainda passam por um processo de recuperação, como é o caso, por exemplo, da Rossi Residencial e PDG Realty.

Após o segundo trimestre marcado por receitas menores e vendas e lançamentos mais lentos, a economia fraca preocupa empresas, como Even, que informou que “está avaliando sua estratégia de lançamentos e terrenos”.

Em agosto, várias incorporadoras lançaram promoções mais agressivas do que o usual, para aproveitar o hiato antes da retomada dos lançamentos do segundo semestre.

A PDG lançou uma campanha nacional com foco nas unidades que ficarão prontas até dezembro e em praças em que deve encerrar sua atuação. A imobiliária Lopes fez campanha em São Paulo no começo do mês com descontos de até 34 por cento.

E a RealtON reuniu 10 grandes incorporadoras, como Even, Tecnisa, Gafisa e Rossi, com descontos de até 45 por cento. Segundo Santos, as vendas estão “dentro do esperado”.

Fonte: EXAME S/A

%d blogueiros gostam disto: