COMO TRABALHAR SUA MARCA PESSOAL PODE AJUDAR NA CARREIRA?

IMAGEM

Você sabe como usar da melhor forma possível sua marca pessoal para se destacar e se diferenciar no mercado de trabalho? De acordo com Ilana Berenholc, especialista em Personal Branding, as empresas, já há muito tempo, deixaram de ser instituições paternalistas.

Hoje, é o profissional que tem que zelar pelo próprio desenvolvimento e saber comunicar de que forma gera valor. “É importante ter o controle de como se é percebido, trabalhando essa percepção no sentido de ser identificado como um especialista qualificado e atualizado, pronto para qualquer demanda ligada ao seu universo de trabalho”, ressalta.

E é aí que a gestão da marca pessoal entra. Ela parte de uma investigação profunda do profissional, para uma compreensão dos principais atributos que o tornam único e que o posicionam e o diferenciam das outras pessoas. Nele, respondemos a 3 perguntas: Quem você é; O que você faz; Qual o seu diferencial, ou como você cria valor para o seu público.

A especialista explica que isso permite comunicar-se com clareza a respeito de quem você é e o que tem a oferecer. Como benefício, ajuda a estabelecer metas e objetivos profissionais para impulsionar a carreira; fortalecer a imagem, diferenciar-se da concorrência e inspirar confiança e credibilidade. “Isso vale para quem está começando e para quem já está há tempos no mercado”, ressalta. Ilana listou 5 princípios básicos para o gerenciamento da marca pessoal.

A gestão da marca pessoal é baseada em autenticidade: não criamos uma marca – nós a gerenciamos. Não se trabalha com uma imagem pretendida, mas sim com quem a pessoa é na sua essência.

Marca pessoal não é sobre você, mas sim sobre o valor que você traz na interação com outros: gerenciar a marca fundamental se baseia, principalmente, em saber a forma que você “deixa uma marca” nas pessoas com quem se relaciona.

A gestão de marca pessoal não é algo temporário: ela exige um trabalho constante, com metas de curto, médio e longo prazo.

Não comece de trás para a frente. Personal Branding não se resume à visibilidade: o que quero dizer é que muitos pensam que se trata apenas de postar nas redes sociais. Isso faz parte, mas é uma das etapas finais do processo. Antes de tudo, é preciso fazer uma investigação profunda sobre quem você é para, depois, alinhar todas as suas ações a quem você é e seus objetivos.

Cuidado com múltiplas personalidades: você deve zelar para que a experiência que as pessoas têm de você no mundo offline é a mesma que elas têm no mundo online. Deve haver coerência.

Fonte: Revista Melhor

AMAZON TERÁ 50% DAS VENDAS ON-LINE NOS EUA AO FIM DE 2018

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Estudo aponta que o crescimento será impulsionado em especial pelas vendas no marketplace.

Veja quais segmentos do varejo têm se destacado na Amazon

A Amazon deve crescer quase 30% ao final de 2018, ocupando 49,1% das vendas on-line nos Estados Unidos. A gigante varejista havia fechado 2017 com uma participação de 43,5% no varejo e controle de quase 5% do mercado total de varejo dos EUA (on-line e off-line). De acordo com estudo do eMarketer, a Amazon vai crescer 29,2% em termos de dinheiro movimentado em suas plataformas on-line, chegando a 258,22 bilhões e atingindo metade do market share do e-commerce na maior economia do mundo.

O crescimento da empresa de Jeff Bezos está sendo impulsionado principalmente pelas vendas no marketplace, que devem passar 32% para 68% do total, mais que o dobro das vendas diretas. Segundo Andrew Lipsman, analista da eMarketer, faz todo sentido a Amazon promover o aumento dos negócios no marketplace, mesmo em detrimento ao comércio direto de seus produtos via e-commerce.

“Mais compradores realizando transações com mais frequência na Amazon atrairão, naturalmente, mais sellers. Como as transações de terceiros também são mais lucrativas, a Amazon dá todo o incentivo para tornar o processo de vendas de terceiros em sua plataforma o mais simples possível”, afirma o especialista.

Categorias mais populares

Eletrônicos são os produtos mais vendidos pela varejista, com vendas que devem atingir 65,82 bilhões de dólares nos EUA até o fim do ano. O segmento de modas deve atingir um crescimento de 38%, chegando a 39,8 bilhões de dólares, firmando-se como segundo mais importante dentro das plataformas Amazon, com 15,4% do total de vendas on-line. A venda de roupas e acessórios via Amazon deve fechar 2018 representando 38,5% de todo o varejo on-line de moda nos Estados Unidos.

Alimentos e bebidas

Desde a compra da Whole Foods no ano passado, a Amazon aguarda a popularização das vendas de alimentos e bebidas pela internet. O crescimento registrado pela varejista nessa área é um dos mais importantes, 40% até o fim do ano. Porém, ainda representa pouco das vendas totais nessa categoria. “O comércio eletrônico no setor de mercearia é um desafio. A participação das vendas on-line nessa categoria é baixa porque a maioria das pessoas, por uma série de motivos, prefere comprar alimentos em lojas de tijolo e argamassa”, afirma Patricia Orsini, analista sênior da eMarketer.

Segundo a especialista, apesar das dificuldades, a Amazon tem largo potencial para abocanhar as vendas nesse segmento tão logo as pessoas se acostumem a realizar suas compras on-line. “Com os insights coletados sobre os compradores da Whole Foods, a Amazon provavelmente tem a melhor chance de converter os compradores de mercearia na loja para os compradores de mercearia on-line”, avalia Patricia.

Fonte: PORTAL NO VAREJO 

Varejo comemora aprovação da lei brasileira de proteção de dados

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Na semana passada, o Senado brasileiro aprovou, em caráter de urgência, a proposta da nova lei nacional de proteção de dados. Agora, entidades do varejo celebram a aprovação, incluindo o setor do e-commerce, que deve ser o mais impactado pelas mudanças.

Para a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), as novas regras colocarão o Brasil no mesmo patamar internacional, com leis de proteção de dados que são uma tendência mundial do momento. Recentemente, a Europa adotou o GDPR, que regulamenta como as empresas detentoras de serviços virtuais podem coletar dados de seus usuários.

“Não fazia sentido empresas brasileiras perderem oportunidades de negócios por conta do Brasil constar no mapa de risco da União Europeia e de outros países que já possuem legislação específica”, afirma Marcio Cots, diretor jurídico da ABComm.

Para a entidade, esta é uma oportunidade para o comércio brasileiro ganhar segurança jurídica, apesar do trabalho que terão para se adequarem às novas regras. Cots acredita que a nova lei não deve ser encarada como um empecilho, mas sim como uma forma de praticar uma atividade com segurança quanto ao que se pode ou não fazer.

Para José César da Costa, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), as regras ainda protegem o Cadastro Positivo ao permitir o tratamento de dados para a proteção ao crédito. “A regra geral é que o uso dos dados exige o consentimento do seu titular cujo tratamento de suas informações será permitido dentro das hipóteses previstas no projeto, como obrigações legais, contratuais e proteção do crédito. Cumpridos esses requisitos, as lojas eletrônicas manterão suas atividades habituais”, declarou.

Já para a FecomercioSP, a nova lei abrirá as portas no mercado externo, com novos investimentos de países estrangeiros na economia brasileira. “As empresas vão precisar ajustar alguns procedimentos internos, especialmente as suas políticas de segurança e proteção à privacidade. Todavia, elas poderão ser beneficiadas com os efeitos da legislação num futuro próximo, com a possibilidade de atingir mercados externos maduros e exigentes que fazem parte da OCDE ou de outros blocos econômicos ou com eventuais acordos internacionais”, acredita a instituição.

Fonte: Ecommerce Brasil

Shopping Centers vs. e-Commerce: O inimigo de ontem pode ser o aliado de amanhã

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Mês passado, durante uma reunião, ouvi do superintendente de um shopping center americano essa frase instigante: “Se o meu lojista não for omnichannel, é sinal de que ele não está em sintonia com o consumidor e, portanto, não terá bom desempenho”. Esse pensamento contraria a ideia que predominava na indústria de shopping centers até pouco tempo atrás, quando o e-commerce era considerado um inimigo a ser combatido. Hoje, esse assunto passou a ser visto com outros olhos.

O que mudou de lá para cá?

Dados do US Census Bureau mostram que em 2017 as lojas virtuais concentraram 8,9% das vendas totais do varejo nos Estados Unidos. É com base neste número que muitos especialistas minimizam a ameaça do e-commerce ao varejo físico, argumentando que mais de 90% das vendas ainda acontecem em lojas de tijolo e cimento. A questão é que se considerarmos todas as vendas influenciadas pelo digital, esse índice sobe para 51,4%. Se pensarmos apenas nas vendas off-line, nada menos do que 38,5% dessas transações em território americano foram digitalmente influenciadas por meio de ações como comparações de preços, consulta a avaliações de clientes e pesquisa de atributos de produto, entre outras coisas, de acordo com a Forrester Research. A conclusão é simples: do ponto de vista do consumidor, o omnichannel é um caminho sem volta.

De que maneira essa constatação afeta os shoppings? O varejo físico tem investido cada vez mais em estratégias como ‘click & collect’ (compra online, busca na loja), o que para os shopping centers pode até significar vantagem: segundo o ICSC (International Council of Shopping Centers), 61% dos clientes que vão retirar produtos em lojas físicas acabam comprando algum item adicional. Numa demonstração de que estão dispostos a rever antigos conceitos, alguns empreendedores americanos começaram até a instalar lockers da Amazon no mall, para que os clientes possam retirar ali produtos comprados na web, de olho no aumento de fluxo que isso pode gerar. Essa, porém, pode ser apenas a ponta de um imenso iceberg.

Aqui no Brasil já tem gente testando novos caminhos. A CCP (Cyrela Commercial Properties) lançou, no final de 2017, seu marketplace para venda online de produtos dos lojistas, com retirada nas lojas físicas localizadas em shoppings da rede. A brMalls, por sua vez, anunciou mês passado uma associação com a Delivery Center para criar em shopping centers uma espécie de central de logística para entrega de produtos vendidos pelo e-commerce dos lojistas. A Multiplan, segundo rumores do mercado, não deve tardar a também surfar a onda da integração dos canais de venda.

No entanto, o omnichannel pode produzir ainda outra valiosa oportunidade para os shopping centers: o desenvolvimento de uma nova geração de lojistas, bem sintonizados com o gosto dos consumidores mais jovens. Durante a RECon, importante evento promovido em maio pelo International Council of Shopping Centers, a Fifth Wall, empresa de Venture Capital, deu uma boa dimensão da quantidade de varejistas online que está cruzando a ponte entre o digital e o físico, para se aproximar dos seus clientes finais. Para entender o que isso representa, basta dizer que, ao final de 2017, nada menos do que 44 marcas nativas digitais já operavam 167 lojas em território americano. Estamos falando de negócios como Bonobos, Warby Parker, Indochino, allbirds, Peloton, Rent the Runway e outras mais – sem falar na Amazon, com suas Amazon Books e Amazon Go. A estimativa é que esse número pule em 5 anos para 281 marcas e 1.120 lojas. Por trás desse importante movimento de renovação está a constatação de que, assim como os varejistas físicos não podem abrir mão da presença digital, as marcas digitais também dependem das lojas de tijolo e cimento para crescer.

Em resumo, é hora dos shopping centers abandonarem a lógica simplista do ‘isso ou aquilo’, porque a divisão entre o mundo físico e o digital não faz mais sentido na cabeça do consumidor. A palavra de ordem é arregaçar as mangas e tratar de combinar o melhor desses dois mundos. Afinal, o inimigo de ontem pode ser um poderoso aliado amanhã.

Luiz Alberto Marinho
Fonte: http://www.mercadoeconsumo.com.br

Redes Sociais podem interferir na sua contratação

REDES SOCIAIS

A não ser que você está pensando em seguir uma carreira política, ou está realmente engajado numa causa humanitária e recebe por isso, ou talvez quem sabe ganhou na loteria e não pensa em trabalhar pelos próximos anos, se você não se encaixa em nenhuma das categorias citadas, e não vive isolado em uma ilha deserta, precisa se atentar a este alerta!

Tudo o que é postado nas redes sociais pode ser analisado como algo positivo ou negativo – extraoficialmente – por parte das empresas e, é melhor que o candidato à uma vaga de emprego tome certos cuidados com o que se posta nas redes!

Mas vamos com calma!

Antes de mais nada é importante deixar bem claro que os recrutadores e gestores de recursos humanos não analisam postagens e Likes do Face para a contratação.

Quem pode atrapalhar é a opinião final de outra pessoa:

O GESTOR QUE ESTÁ QUERENDO TE CONTRATAR !

É por isso que a Master Coach, Bianca Caselato, alerta que uma imagem postada em uma rede social pode ser encarada como um indicativo de comportamento na vida real dependendo de quem está olhando a imagem:

“A pessoa que está procurando uma recolocação ou mesmo uma oportunidade de mudar de carreira pode ser aprovada após um processo de contratação, mas se depois de tudo o dono da empresa ou o gestor da vaga der uma olhada nas redes sociais e encontrar várias fotos consideradas constrangedoras, este responsável pela contratação pode ficar com um pé atrás e até mesmo cancelar a contratação.”

O estilo de comentários também possui o mesmo efeito, ainda mais com temas polêmicos e em um momento de polarização em diversas áreas da sociedade.

Pensando na questão política, por exemplo, Caselato explica que o dono da empresa pode ser de esquerda e o candidato de direita e, dependendo de certos comentários ou postagens, a efetivação da vaga pode se complicar.

Até onde é possível ir?

Não existe um “limite seguro” nestes casos, mas Bianca Caselato orienta que o melhor a se fazer é se resguardar e não se expor tanto.

Há também o outro lado, donos de empresas que buscam profissionais que gostem das mesmas coisas que ele:

“E daí que a pessoa gosta de beber cerveja?

Pode ser que o dono da empresa também goste e está tudo bem . Ele pode contratar independente do que o candidato está publicando. Mesmo assim na maioria das vezes o ideal é evitar exageros nestas publicações. Tem empresários que interpretam um padrão de comportamento nestas redes sociais.”

Ser autêntico pesa muito

Caselato explica que a sinceridade da pessoa candidato também pesa. Se durante uma entrevista este candidato afirmar que não bebe, mas no Facebook a foto de perfil está lá esta pessoa com garrafas de cerveja, este é um caso de incoerência:

“Isso muda se durante a entrevista esta pessoa informar quando perguntado que bebe moderadamente. Neste caso ter no Facebook diversas fotos bebendo com amigos em um bar não tem problema algum. Vai muito do caráter da pessoa também em ser sincera. Claro que não se pode privar da vida pessoal por causa da vida profissional e já tem empresas que sabem separar muito bem esta questão.”

As vagas contratadas são para um bom profissional durante um horário determinado e muitas empresas já entenderam que ter uma foto mais à vontade no perfil não significa que a pessoa vá trabalhar desta maneira – afinal de contas, ninguém sai à noite usando roupa de trabalho:

“A análise do comportamento profissional deve ser feito através do LinkedIn e não pelo Facebook, porém ainda encontramos situações em que algumas empresas insistem em olhar a rede de Zuckerberg para esta finalidade. “

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