SOBRE O APRENDIZADO E OS BONS RELACIONAMENTOS

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Somente hoje fui a loja que eu trabalhava para dar baixa na minha carteira…não deu pra rever todo mundo que eu gosto…infelizmente…algumas dessas pessoas vou levar pra sempre em minhas memórias…algumas por serem verdadeiramente leais e queridas…outras por apenas terem me ensinado a ser uma pessoa melhor…algumas até me fizeram ser um pouco mais cauteloso, mesmo quando me decepcionei…só sei que valeu a pena!

Saí de lá com a certeza que TUDO PASSA …sejam as coisas boas ou ruins…TUDO PASSA NESTA VIDA …quando saímos de uma empresa, deixamos tudo para trás…ou quase tudo, pois carregamos 2 coisas valiosas em nossa bolsa quando esvaziamos as gavetas:

O APRENDIZADO E OS BONS RELACIONAMENTOS…

Ai de daquele que só carrega seus pertences materiais!

No trabalho, assim como na vida, algumas pessoas se aproximam da gente por interesse e outras por simples afinidade …sem pretensão …

Felizes são os que sabem distinguir
quem é quem nesta trajetória…!

Virou líder? Conheça os desafios que vêm pela frente

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Independente da área de atuação, todo mundo almeja ter reconhecimento profissional e ascender na carreira. Entretanto, a fase de transição é repleta de desafios, especialmente quando se assume um cargo de liderança.
Esse momento exige desenvolvimento de competências e um planejamento especial para os primeiros meses, período essencial para a consolidação da liderança. Outro ponto que irá influenciar, e muito, a nova gestão é a adaptação.
No mundo corporativo, a capacidade de se adaptar a um novo cenário é entendida como uma competência essencial. O grau de adaptabilidade (mais rápido ou mais lento) pode significar ganhos ou perdas significativas para o negócio. O quanto antes conseguir se adaptar, mais rápido serão os resultados.
A transição para a liderança é difícil porque representa uma série de mudanças que irão aumentar o seu raio de abrangência e visão do negócio. Uma delas consiste em deixar de responder pelos resultados individuais e passar a responder pela entrega do grupo.
O livro Pipeline de Liderança, de Ran Charan, Stephen Drotter e James Noel, nomeia essa transição como “primeira passagem”, que compreende três principais fatores de mudança. São eles: habilidades, alocação de tempo e valores profissionais.
Em relação às habilidades, a mais difícil está em deixar de fazer o trabalho anterior e passar a apoiar a equipe na execução. A dificuldade está em deixar de lado as competências que garantiram o reconhecimento até aqui, para incorporar outras habilidades do gestor como planejar, delegar, apoiar, avaliar e desenvolver pessoas.
Outro desafio importante é a alocação do tempo, isto é, como torná-lo produtivo. Conciliar as suas atribuições e estar disponível para a equipe, passa a ser um fator determinante para o sucesso da liderança. Essa condição é especialmente difícil para os gestores de primeira viagem, que tendem a realizar o trabalho anterior e não assumem a liderança do grupo.
Lembre-se, uma das maiores missões agora é inspirar e mobilizar a equipe para não apenas aceitar os valores da empresa, mas sim fortalecê-los e disseminá-los no dia a dia.
Quando analisamos o todo, vemos que um dos pontos mais difíceis é a mudança de valores profissionais. É preciso entender as práticas de liderança e gestão como impulsionadoras para os resultados com a equipe. Se você foi nomeado líder é porque mostrou ter capacidade para assumir a função e superar esses e outros desafios.
Aproveite a oportunidade para desenvolver suas competências e decolar sua liderança.
Por: Clarissa Santiago – Gerente de inovação e aprendizagem da Enora Leaders, empresa de educação corporativa especializada em aceleração de resultados.

Ricardo Eletro só terá novo dono em 90 dias

Negociação com fornecedores e bancos está prestes a ser concluída, mas entrada de novo sócio deve demorar ao menos três meses para ser homologada

Loja da Ricardo Eletro 

A Máquina de Vendas, dona da Ricardo Eletro, está prestes a concluir a renegociação de suas dívidas com fornecedores e bancos, mas o aporte financeiro de que precisa e a entrada de um novo controlador devem demorar ao menos três meses para serem efetivados. Isso porque os credores que não aceitarem o acordo da recuperação extrajudicial em curso podem impugná-lo na Justiça. O plano só é homologado após uma nova rodada de negociações com os insatisfeitos.

A homologação demora entre 90 a 120 dias. É preciso dar a entrada no processo e o juiz dá um prazo para os credores solicitarem a impugnação. Qualquer investidor só vai colocar dinheiro na empresa quando a questão da dívida estiver estruturada – explicou uma fonte próxima às negociações.

A dívida da Máquina de Vendas soma cerca de R$ 2,5 bilhões, mas menos de R$ 2 bilhões fazem parte do processo de recuperação extrajudicial – a empresa já tinha renegociado uma parte de sua dívida com bancos em outubro do ano passado.

Diferentemente da recuperação judicial tradicional, na extrajudicial a negociação é feita em grupos de credores, que podem ser divididos por tamanho da dívida, tipo do credor, moeda ou segmento de atuação. São várias negociações em paralelo.

O processo está avançado. Os credores estão apoiando a companhia, mas é uma negociação com muitos credores e não é possível afirmar se será concluída em um ou dois dias ou em um mês. Essa previsão muda todo dia – disse a fonte.

 

O plano precisa ser aprovado por no mínimo 60% de cada grupo de credores. As dívidas trabalhistas não fazem parte da renegociação.

Aporte de até R$ 1,2 bi

Com a dívida equacionada, a Starboard Restructuring Partners, fundo de gestão de investimentos em negócios em dificuldades e reestruturação de empresas, deve entrar no controle da Máquina, com um aporte de R$ 250 milhões. Esse valor pode subir para R$ 1,2 bilhão considerando os recursos de outros investidores e fornecedores, que negociam prazos para garantir capital de giro à varejista.

O fundador da varejista, Ricardo Nunes, está tocando o dia a dia da empresa.

Ele terá uma participação minoritária da nova companhia quando a negociação – tocada por assessores financeiros, jurídicos e investidores – for concluída.

Fonte: O GLOBO ECONOMIA 

A trajetória do mineiro Ricardo ‘Eletro’ Nunes

Ricardo Nunes, dono da Ricardo Eletro – Fábio Rossi / Agência O Globo

A trajetória do mineiro Ricardo ‘Eletro’ Nunes

Garoto-propaganda sai do comando, mas segue no que mais sabe: vender

“O Ricardo cobre qualquer oferta”, diz o bordão mais famoso da Ricardo Eletro.

A rede de lojas de eletroeletrônicos e eletrodomésticos — como bem já diz o nome — tem voz e rosto. Fundador da empresa, seu principal garoto-propaganda e confiante na estratégia de que a “garantia do melhor preço” é o caminho para o negócio crescer, o mineiro Ricardo Nunes se prepara para deixar o controle da companhia. Ele é peça-chave no processo de reestruturação da Máquina de Vendas — dona da Ricardo Eletro — que será comprada pela Starboard, afirmam fontes próximas à negociação.

A trajetória de Ricardo Nunes nos negócios começou ainda no início da adolescência, em Divinópolis (MG), onde nasceu. Depois da morte do pai, ele começou a vender mexericas na porta de uma faculdade. Aos 18, já levava mercadorias de São Paulo para a cidade mineira. Vendia ursos de pelúcia e eletrônicos portáteis. Era o início da Ricardo Eletro, criada em 1989.

Ricardo garante que a experiência em vendas ao longo da adolescência ensinou a ele como tratar e atender o cliente. Quando a rede nasceu, as grandes varejistas concorrentes já tinham bem mais tempo de estrada. Para avançar, ele abraçou a tática da calculadora, oferecendo sempre o melhor preço, numa estratégia para dar uma mordida no mercado.

A expansão teve início pelo interior de Minas Gerais, chegando a Belo Horizonte em dez anos. Em 2002, veio a expansão para o Espírito Santo e, em 2005, a entrada no mercado do Nordeste, começando pela Bahia. Dois anos depois, a Ricardo Eletro comprou a rede MIG, com forte presença na região Centro-Oeste. E desembarcou no Rio de Janeiro em 2008.

A grande mudança veio em 2010, quando a Ricardo Eletro e a Insinuante se uniram, dando origem à Máquina de Vendas, que inclui as redes Citylar, Eletroshop e Salfer. Desde 2016, no entanto, todas elas passaram a exibir a marca da Ricardo Eletro.

O empresário — famoso por negociar diretamente com parceiros e clientes, trabalhando mais de 12 horas por dia — tinha planos ambiciosos na época da fusão com a Insinuante. Pretendia fazer a rede dobrar de tamanho até a Copa de 2014, chegando a mil lojas e R$ 10 bilhões em faturamento, com 30 mil funcionários.

As coisas não saíram exatamente como planejadas, embora a rede tenha ampliado sua atuação pelo país. Em 2011, o empresário foi condenado à prisão por corrupção ativa, após ser alvo de denúncia oferecida pela Procuradoria da República. Ele teria pago propina a um auditor da Receita para livrar a Ricardo Eletro de uma autuação. Nunes recorreu da decisão.

A receita líquida da Máquina de Vendas encolheu de R$ 8,7 bilhões, em 2013, para R$ 5,5 bilhões, em 2016, dado mais recente disponível. A companhia passa por uma completa reestruturação, contando atualmente com 650 lojas e 13 mil funcionários. Segundo uma fonte próxima à empresa, 500 lojas foram fechadas desde 2014.

Com o pedido de recuperação extrajudicial, porém, a Máquina sela o acordo para que a Starboard adquira a companhia. Nunes vai deixar o controle, mas não irá se afastar do negócio que tem a sua cara. Ele vai permanecer na área comercial, afirma a mesma fonte, focado em vendas, firme na caminhada iniciada lá atrás, aos 12 anos.

SAIBA AINDA:

Ricardo Eletro só terá novo dono em 90 dias 

Fonte: Agência O Globo

 

Você é workaholic? Saiba os cuidados a serem tomados

workaholic.jpgCenas comuns em reuniões de negócios são executivos disputarem quem está trabalhando mais, como se isso fosse motivo de orgulho, contudo, o que não se percebe nessas situações é que pode se estar caracterizando uma disfunção, que é o fato de ser um workaholic.

Mas, o que é workaholic e quais os riscos envolvidos com esse problema?CelsoBazzola, diretor executivo da Bazz Consultoria, listou as principais dúvidas relacionadas ao tema.

Veja alguns pontos relacionados ao tema:

1 – Características do workaholic
Características de pessoas com esse problemas são fáceis de perceber, são elas que constantemente trabalham mais de 12 horas por dia no escritório e ainda leva serviço para casa, é ela também que constantemente recebe críticas por no fim de semana ficar sempre de olho no celular e checar as mensagens a cada hora para ver se existe alguma pendência no trabalho.

2 – Eu sou?
Segundo o especialista em recursos humanos Celso Bazzola, diretor executivo da Bazz Consultoria, é mais fácil localizar uma pessoa com esse problema do que tratar. “Hoje são constantes os casos de workaholics e isso se percebe a partir do momento que a pessoa não consegue se desligar do trabalho, deixando de lado sua convivência social, seja com familiares ou amigos. Assim a pessoa se torna um trabalhador viciado e compulsivo, mesmo fora de seu ambiente de trabalho ele cria um novo ambiente recheados de temas  sobre seus negócios, não há situação que o faça se desligar do trabalho”.

Sintomas desse distúrbio de comportamento é uma autoestima exagerada, insônia, mau-humor, impotência sexual, atitudes agressivas em situações de pressão e, muitas vezes, depressão.

3 – Problemas relacionados
Para Bazzola, a situação pode ser bastante problemática e pode trazer sérios prejuízos para o profissional e, até mesmo, à empresa. “Acredito que para empresa a situação traz mais desvantagens do que vantagens. Inicialmente pode ser interessante, pois a velocidade dos resultados é satisfatória, porém há um desgaste emocional natural do profissional, pois ele estará isolado e restrito ao tema trabalho, bloqueando sua sociabilização o que poderá resultar em sérios transtornos futuros para sua vida”.

A situação pode ser tão grave que estudos recentes de casos clínicos em consultórios psicológicos e psiquiátricos apontam que o vício de trabalho é similar à adição ao álcool ou cocaína. Tornado o trabalho, nesses casos uma obsessão doentia.

4 – É preciso saber viver!
Segundo Celso Bazzola, “não há pecados em trabalhar esporadicamente além de sua carga diária, desde que essa ação seja meramente por necessidade de urgência e de impacto específico. Isso, para o mercado de trabalho, acaba sendo um diferencial, mas, o profissional e as áreas de Recursos Humanos devem identificar quando não há exageros em uma rotina normal de trabalho. A partir do momento que a carga horária começa a extrapolar constantemente é momento de refletir. O trabalho será saudável enquanto não aprisiona a pessoa na necessidade constante de falar e estar agindo pelo trabalho”.

O caminho para combater esse problema é assegurar o equilíbrio, entre a vida pessoal e profissional, buscar valorizar mais os momentos de lazer e perceber que o descanso é fundamental para melhoria de resultados e busca de novas ideias que podem potencializar os resultados no trabalho.

5 – Workaholic x Worklover
É importante sabermos diferenciar o amor ao trabalho do vício. Um worklover tem noção de que o excesso se refletirá em conflitos nos relacionamentos pessoais, além de proporcionar efeitos nocivos à saúde e bem-estar. Existem profissionais que buscam entregar resultados e isso é positivo. É importante ter em mente que, o fato de ser um workaholic não significa que o profissional seja mais produtivo. Muitas vezes, vemos pessoas que não conseguem ter organização no seu dia a dia e acabam trabalhando mais tempo para entregar o mesmo resultado.

É importante lembrar que a vida é muito mais do que só trabalhar e que uma mente que não descansa não é totalmente sã. Assim, não adianta trabalhar demais, isso possivelmente ocasionará erros e retrabalhos. Portanto, tem que parar de trabalhar até para poder trabalhar bem. É uma questão de lógica.

Fonte: DSOP Educação Financeira
www.dsop.com.br

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