8 DICAS PARA ELABORAR UM BOM CURRÍCULO

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Nem é preciso dizer que é um currículo muito bom se destaca na pilha de CVs que os recrutadores recebem todos os dias. Segundo profissionais de Recursos Humanos (RH), eles levam cerca de 30 segundos para dar aquela “passada de olho” no CV para descartá-lo ou analisar melhor.

Dessa forma, é essencial acertar nessa fase inicial, fisgar o olhar do recrutador para que ele te observe melhor e chame-o para uma entrevista. É o momento que você tem para vender sua qualificação profissional. E como vendedor você sabe, a apresentação é muito importante para o sucesso.

1. Sintetize sua experiência em uma página

Recrutadores são unânimes em dizer que o candidato deve ser breve, o que não significa incompleto. Assim, você deve ser capaz de sintetizar a experiência profissional em uma página. Destaque a empresa, cargo(s) e período em cada um em ordem cronológica inversa, da mais nova para a mais antiga.

2. Nome, endereço, contato e outros dados pessoais

No alto da página, coloque seu nome completo em destaque, use negrito e uma fonte com um número maior do que do restante das informações. O endereço é necessário porque algumas empresas, principalmente nos grandes centros, levam em consideração onde o candidato mora para contratar ou não. Outro dado pessoal importante é a data de nascimento, pois ela demonstrará um parâmetro para avaliar o quanto você realizou, com qual idade se inseriu no mercado de trabalho e outros. Os contatos também são imprescindíveis, o que inclui telefones, e-mail e Skype – esse último porque muitas empresas realizam entrevistas por Skype.

3. Formação acadêmica e outros cursos

Informe quais cursos já fez, em nível acadêmico e livres. Os cursos livres mostram que você procura se aperfeiçoar, assim como pós-graduações, MBAs, mestrados e outros. Além do curso, você precisa informar a duração deles para que o entrevistador saiba quanto tempo e profundidade teve sua capacitação.

4. Idiomas

especialistas orientam colocar apenas línguas nas quais você tenha pelo menos nível intermediário, pois básico dá a impressão de que é ruim. Vale colocar inglês avançado para leitura e intermediário para conversação, por exemplo, pois em algumas organizações é necessário ler muitos documentos em outra língua.

5. Formatação

O ideal é o básico. Escolha entre as conhecidas Arial ou Times New Roman. Tamanho deve variar entre 10 e 12, nunca menor ou maior. Menor oferece dificuldade de leitura, cansa o olhar e maior dá a impressão de que o candidato quis espichar a informação. Evite margens para que o currículo fique com visual mais limpo.Inclusive, no final deste artigo há um modelo para você baixar já formatado.

6. Premiações e outros destaques

Com certeza esse item chama a atenção do recrutador. Em meio a tantas listas de empresas se você tiver recebido algum prêmio pela atuação profissional ou algum outro tipo de reconhecimento ele vai olhar para seu currículo de outra forma.

7. Pretensão salarial só se solicitarem

Só diga a remuneração desejada se a empresa exigir no anúncio da vaga e nunca no currículo, só por e-mail e telefone. Em algumas corporações, os benefícios da vaga podem ser um complemento tão interessante para o colaborador quanto o salário. Assim, dizer quanto deseja ganhar sem ser perguntado pode fazer você perder uma bela oportunidade.

8. A verdade acima de tudo

Nunca diga que fez algo ou que tem uma habilidade só para impressionar. Lembre-se que o papel aceita tudo, mas o recrutador usa técnicas que podem desmascarar um currículo e se você ainda assim conseguir passar pela entrevista, no dia a dia seus diretores verão que você não é tudo que falou. Assim, de nada irá adiantar ter elaborado o currículo perfeito se rapidamente o esforço para ser contratado cair por terra. Dessa forma, em pouco tempo você estará distribuindo-o novamente.

Fonte: Escola Brasileira de Vendas

AMAZON TERÁ 50% DAS VENDAS ON-LINE NOS EUA AO FIM DE 2018

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Estudo aponta que o crescimento será impulsionado em especial pelas vendas no marketplace.

Veja quais segmentos do varejo têm se destacado na Amazon

A Amazon deve crescer quase 30% ao final de 2018, ocupando 49,1% das vendas on-line nos Estados Unidos. A gigante varejista havia fechado 2017 com uma participação de 43,5% no varejo e controle de quase 5% do mercado total de varejo dos EUA (on-line e off-line). De acordo com estudo do eMarketer, a Amazon vai crescer 29,2% em termos de dinheiro movimentado em suas plataformas on-line, chegando a 258,22 bilhões e atingindo metade do market share do e-commerce na maior economia do mundo.

O crescimento da empresa de Jeff Bezos está sendo impulsionado principalmente pelas vendas no marketplace, que devem passar 32% para 68% do total, mais que o dobro das vendas diretas. Segundo Andrew Lipsman, analista da eMarketer, faz todo sentido a Amazon promover o aumento dos negócios no marketplace, mesmo em detrimento ao comércio direto de seus produtos via e-commerce.

“Mais compradores realizando transações com mais frequência na Amazon atrairão, naturalmente, mais sellers. Como as transações de terceiros também são mais lucrativas, a Amazon dá todo o incentivo para tornar o processo de vendas de terceiros em sua plataforma o mais simples possível”, afirma o especialista.

Categorias mais populares

Eletrônicos são os produtos mais vendidos pela varejista, com vendas que devem atingir 65,82 bilhões de dólares nos EUA até o fim do ano. O segmento de modas deve atingir um crescimento de 38%, chegando a 39,8 bilhões de dólares, firmando-se como segundo mais importante dentro das plataformas Amazon, com 15,4% do total de vendas on-line. A venda de roupas e acessórios via Amazon deve fechar 2018 representando 38,5% de todo o varejo on-line de moda nos Estados Unidos.

Alimentos e bebidas

Desde a compra da Whole Foods no ano passado, a Amazon aguarda a popularização das vendas de alimentos e bebidas pela internet. O crescimento registrado pela varejista nessa área é um dos mais importantes, 40% até o fim do ano. Porém, ainda representa pouco das vendas totais nessa categoria. “O comércio eletrônico no setor de mercearia é um desafio. A participação das vendas on-line nessa categoria é baixa porque a maioria das pessoas, por uma série de motivos, prefere comprar alimentos em lojas de tijolo e argamassa”, afirma Patricia Orsini, analista sênior da eMarketer.

Segundo a especialista, apesar das dificuldades, a Amazon tem largo potencial para abocanhar as vendas nesse segmento tão logo as pessoas se acostumem a realizar suas compras on-line. “Com os insights coletados sobre os compradores da Whole Foods, a Amazon provavelmente tem a melhor chance de converter os compradores de mercearia na loja para os compradores de mercearia on-line”, avalia Patricia.

Fonte: PORTAL NO VAREJO 

DANCE CONFORME A MUSICA

DANCE

Um grande vendedor não atende clientes da mesma forma toda vez, e sim, tem a capacidade de se adaptar às diferentes situações e ao estilo e ritmo de cada cliente.

 
Você não precisa se transformar cada vez que estiver conversando com um novo cliente, nem desenvolver múltiplas personalidades.
Entretanto, um cliente mais formal pode não responder muito bem a uma abordagem descontraída, assim como alguém descontraído talvez não goste de uma abordagem excessivamente formal.
 
Uma vez Harry Friedman, consultor de varejo mundialmente conhecido e fundador do The Friedman Group, estava ensinando um jovem vendedor a abrir a venda.
Ele o observou utilizando uma abordagem engraçada com um casal de uns 20 anos de idade.
Quando chegou a vez do jovem, ele usou a mesma abordagem com um casal de 60 anos.
Resultado: perdeu a venda. 
 
A questão não é julgar os clientes, mas observá-los e ouvi-los, para construir seu atendimento de forma a deixá-los à vontade.

SEJA UM ENCORAJADOR

coragem

SEJA UM ENCORAJADOR…

O que custa encorajar quem precisa?
Muitas pessoas vivem na sombra do medo por não acreditarem em suas qualidades e na capacidade de realização. Seja uma pessoa positiva, transmitindo palavras e sentimentos bons e capazes de modificar as ações dos que mais precisam ouvir algo.

Encoraje!
Encoraje!
Encoraje!

Seja uma pessoa que encoraja e inspira aos outros todos os dias! Não precisamos de pessoas negativas por perto e que só nos colocam para baixo.

Este ano já recebi 3 mensagens de pessoas que se matricularam em algum tipo de curso, pessoas que eu encorajei a voltar aos estudos!

Vocês não imaginam a felicidade que isso nos proporciona…saber que conseguimos de alguma forma incentivar alguém a mudar sua história…isso não tem preço…enquanto a maioria das pessoas só sabem criticar, apontar o dedo para as falhas dos outros…

O MUNDO NÃO PRECISA DE CRÍTICOS…

O MUNDO CARECE DE GENTE QUE INCENTIVA…

QUE ENCORAJA!

Seja diferente, inspire e leve o bem para todos ao seu redor!

Aprendi que não custa nada tentar ser alguém melhor para os outros, tentar encorajá-los sempre, ajudar quando preciso e estar sempre presente…

Tudo o que fazemos na vida acaba voltando para nós…

Seja algo bom ou ruim…

Passe adiante as coisas boas…

Com certeza, alguém já foi bom o suficiente com você e te ajudou em um momento importante.

Passe adiante as coisas boas que já fizeram com você, faça com outras pessoas e veja o bem se espalhar…

Simples assim!

 

Precisamos de um VAR para a vida? 10 lições da Copa para o ambiente de trabalho

VAR

Sem ter sido cotada entre as favoritas no início da Copa 2018, a Croácia chegou invicta à final contra a França GABRIEL BOUYS / AFP

Especialistas em carreira apontam: o que aconteceu na Rússia pode servir de exemplo também a quem não entra em campo.

A Copa do Mundo deixou exemplos para além das quatro linhas do gramado. Quem viu a superação da Croácia, o brilho de Mbappé e a queda precoce da Alemanha pode aprender muito mais do que apenas ensinamentos sobre o futebol.

— O Mundial nos trouxe grandes lições corporativas. Que possamos aproveitá-las com sabedoria e, mais do que isso, aplicá-las na prática — defende Ronald Dennis Pantin Filho, presidente e fundador da Sociedade Gaúcha de Coaching (SGC).

Para André Streppel, diretor-executivo da WK Outsourcing, empresa que presta consultoria em recursos humanos, a competição evidenciou ainda que talentos individuais não bastam para formar uma equipe campeã:

— É aquela história de que, quando a equipe está bem, o talento individual aparece mais. A Copa mostrou bem que até os melhores do mundo, como Cristiano Ronaldo e Messi, têm seus dias ruins, mesmo em momentos tão importantes. É o que acontece também no nosso dia a dia.

O grande exemplo desta Copa é que o coletivo superou o individual. Vivemos em uma época em que palavras como cooperação e colaboração ganham cada vez mais importância dentro das empresas, e acredito que essa é uma das grandes lições que a Copa nos trouxe. As empresas devem apostar cada vez mais na sinergia das marcas pessoais dentro de seus times – explica Ilana Berenholc, especialista em presença executiva.

Inspirados na competição, três profissionais de desenvolvimento de carreira ouvidos por GaúchaZH destacaram exemplos que podem servir de lição para quem quer avançar na profissão ou conquistar mais confiança na vida pessoal. Confira abaixo:

A força da Croácia

Desacreditada, sem ter sido cotada entre as favoritas no início da Copa 2018, a Croácia chegou invicta à final contra a França. Só perdeu a última partida, mas saiu com um honroso – e histórico – segundo lugar. Não foi fácil: a Croácia enfrentou três prorrogações (e duas decisões por pênaltis) na fase de mata-mata da competição, contra a Dinamarca, nas oitavas de final; contra a Rússia, nas quartas de final; e contra a Inglaterra, na semifinal.

— Os jogadores pareciam não se abalar. Mesmo saindo atrás no placar em muitas partidas, se mantinham tranquilos, iam pra cima e revertiam a desvantagem. Isso deve ser tomado por todos como um exemplo de como suportar a pressão e sempre dar o seu melhor – garante Ronald Dennis Pantin Filho, presidente da Sociedade Gaúcha de Coaching (SGC), com 30 anos de experiência na gestão de pessoas em grandes empresas.

A liderança de Tite

Mesmo com o resultado adverso, Tite saiu defendido pela maioria dos brasileiros – o que, na avaliação dos especialistas, demonstra um grande amadurecimento inclusive para a população do país, que geralmente cobra do comandante da Seleção nada menos do que o título.

— O apoio a Tite é uma das poucas certezas para as próximas competições e a Copa de 2022. Ele exerce um tipo de liderança humanizada, em que os integrantes da equipe sentem-se parte de um todo maior. Isso acaba dando um sentido muito forte de missão ao time – entende Pantin Filho.

O rodízio de Tite

Apesar dos elogios ao técnico da Seleção Brasileira, o coach Pantin Filho aponta dois erros da gestão de Tite: a indicação de um capitão diferente a cada partida – “um time precisa entender quem é o seu líder e reforçar cada vez mais a figura dele” – e a hesitação em fazer substituições na partida contra a Bélgica – “um jogo nas quartas exige do técnico decisões rápidas e ousadia”.

A estrategista em personal branding Ilana Berenholc acrescenta:

– Muito se falou da preferência dele por certos jogadores, dando pouca ou nenhuma oportunidade a outros. Não há nada que possa gerar mais insatisfação em uma equipe do que o sentimento de que oportunidades são dadas por preferência, e não por mérito. Outra questão é o fato de não ter escolhido um capitão. As pessoas querem autonomia para realizar seu trabalho, mas ainda assim querem uma figura que seja como uma bússola para aquela equipe.

A demissão na Espanha

Dias antes de começar a Copa, o Real Madrid anunciou que, com a saída de Zinedine Zidane, o então técnico da Espanha, Julen Lopetegui, seria o novo comandante da equipe. Sentindo-

se traída, a federação espanhola não gostou de não ter feito parte das negociações e demitiu Lopetegui. Fernando Hierro assumiu a equipe às pressas na Rússia.

— Demitir o seu treinador no início da Copa foi um gol contra violento. Seria o mesmo que tirar um presidente de uma empresa em meio a uma negociação histórica com algum cliente. Mesmo que o time tenha dito que isso não refletiu dentro do campo, o desempenho da Espanha na Copa, desclassificada pela Rússia nas oitavas, fala por si só – avalia Pantin Filho.

Palmas a quem fez seu melhor

O Panamá perdeu os três jogos que disputou e sofreu 11 gols, mas os dois que marcou foram comemorados como títulos.

— Muita gente diz que o importante é participar. Mas não acho isso. O importante, como aconteceu com seleções como a do Panamá na Copa, é cada um fazer o seu melhor. Se o seu melhor é conseguir fazer um gol, mesmo tomando seis, vai ficar todo mundo feliz, e isso tem mesmo de ser celebrado — aponta André Streppel, diretor-executivo da WK Outsourcing.

GABRIEL BOUYS / AFP
MbappéGABRIEL BOUYS / AFP

A ascensão de Mbappé

Se Neymar saiu contestado e Cristiano Ronaldo e Messi deixaram a Copa sem muito brilho, uma estrela francesa despontou: o agora campeão do mundo Mbappé. E isso, apontam gestores de carreira,não se deve apenas ao seu talento.

— As competências técnicas, o que chamamos de hard skills, não são suficientes para ser uma referência, seja no campo de futebol ou no meio corporativo. Jogadores que se tornam ídolos apresentam algumas características em comum: além do talento, eles têm soft skills, as habilidades de relacionamento interpessoal, comunicação, inteligência emocional e empatia – diz Ilana Berenholc.

Ela afirma que Mbappé ainda precisa construir sua reputação:

— A reputação leva tempo para se desenvolver, o público precisa perceber a consistência na demonstração do comportamento de um profissional em diferentes ocasiões.

A ausência na Argentina

Desde os primeiros jogos da Argentina, transpareceu a falta de liderança do treinador Jorge Sampaoli. O técnico acabou fragilizado após rumores de supostas discussões com seus jogadores, sendo vaiado nas últimas partidas.

— Ficou clara a sua falta de liderança, pois logo depois da Copa foi demitido. Não adianta ter craques/talentos se não houver uma liderança firme e forte no comando. Talentos têm habilidades que devem ser corretamente direcionadas por uma líder carismático e equilibrado — diz Pantin Filho.

Precisamos de um VAR para a vida?

Um dos protagonistas da Copa sequer entrou em campo. O árbitro de vídeo, o VAR, foi decisivo em várias partidas, incluindo a final. Também inibiu a deslealdade e a violência, afinal, os jogadores sabiam que estavam sendo mais monitorados.

Será que nos ambientes de trabalho também é assim?

— Certamente nos comportamos bem melhor quando estamos sendo observados — diz Streppel, citando as semelhanças entre o VAR e a presença constante de câmeras também nas empresas e no dia a dia.

Não é só com registros em vídeo que a reputação de alguém pode ser afetada. Os profissionais de desenvolvimento de carreira salientam que falar mal dos colegas pelas costas, espalhar boatos e fazer críticas enciumadas no trabalho podem nem ser gravadas, mas, invariavelmente, acabam descobertas. E quem fica mal nessa história, como em uma revisão do VAR que mostra a farsa de um jogador, é quem estava mais buscando diminuir o reconhecimento de outros antes do que se preocupar com os próprios feitos.

A decepção com Neymar

JOE KLAMAR / AFP
NeymarJOE KLAMAR / AFP

O futebol abaixo de seu potencial e as encenações em campolevaram Neymar a sair da Copa contestado pela torcida brasileira – e ainda como motivo de piada internacional.

— Neymar demonstrou, mais uma vez, que sente o peso de ser cobrado e referenciado como craque. Fica evidente a falta de inteligência emocional em momentos adversos — afirma Pantin Filho.

Comparando a decepção com Neymar ao dia a dia das empresas, ele diz que seria equivalente pensar que um grande executivo, em meio a uma situação de crise nas vendas ou no faturamento, se mostre fraco diante do seu time e perante os seus superiores.

— Com uma grande diferença: o executivo não deu resultado, “tchau”, vai embora. A empresa coloca no lugar alguém que dê. Já no caso do Neymar, não é assim.

E como recuperar-se de uma imagem manchada? Com o camisa 10, foram as encenações, mas e quem passa por um vexame na festa da firma, por exemplo? A ordem é entender o problema, aprender com o que aconteceu e tentar evitar novas recaídas.

Todo profissional tem um lado sombra: aqueles comportamentos que podem influir negativamente na carreira e nos relacionamentos profissionais. É preciso saber administrá-los, já que são os maiores fatores de risco, independentemente de quão talentoso ele seja – afirma Ilana.

A queda das grandes

Para os especialistas, a queda de Brasil, Alemanha e Argentina antes das semifinais encontra paralelo com a situação por que passam grandes empresas em um mundo globalizado. Streppel afirma:

— Cada vez mais gigantes estão tendo sérios problemas para lidar com mudança, com inovação.

Para ele, seleções tradicionais, assim como empresas reconhecidas, têm dificuldades naturais para lidar com novos processos: enquanto nelas mudanças demoram mais a acontecer, start-ups – ou equipes como uma Bélgica ou uma Croácia – têm mais facilidade para inovar, assim pegando de surpresa quem já está no mercado, seja o corporativo ou o esportivo, há mais tempo.

— Seleções maiores vivem o mesmo dilema que as empresas muito grandes, que é o de conseguir mudar de maneira significativa em um curto espaço de tempo – conclui o diretor de RH.

 

Fonte: GAUCHA ZH

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