CONTRATO ENTRE PAI E FILHO

“QUE SE AMEM PRA SEMPRE E SEJAM FELIZES”

O presente contrato visa acordo entre as seguintes partes: o pequeno ser que veio ao mundo chorando e que foi cuidado carinhosamente desde o nascimento até a presente data, doravante denominado FILHO (A); e aquele que dedicou sua vida a cuidar e amar os seus descendentes, doravante denominado PAI.
 
Fica através deste acordado que todo filho tem o direito de admirar seu pai e brilhar os olhos quando este chega do trabalho. É direito do filho exigir abraços longos e apertados; dormir em cima da barriga do pai nos finais de semana; abrir todos os seus sentimentos quando estiverem presos no engarrafamento; pedir para comprar todos os produtos que apareçam no seu campo de visão quando estiverem no shopping. Ao pai, fica assegurado o direito de dizer que está sem dinheiro.
 
É direito constituído ao filho reclamar, chorar por qualquer coisa, dizer que ninguém o entende e passar por uma fase difícil durante a adolescência. Fica assegurado ao pai o direito de colocar o filho de castigo e tirar dele o celular, mesmo sabendo que tais atitudes acentuarão os efeitos descritos na abertura deste parágrafo. Ao filho, cabe se arrepender depois de velho e declarar, mesmo que de maneira informal, “agora eu entendo meu pai”.
 
Fica assegurado o direito de todo pai passear com seu filho de mão dada. Todo pai tem o direito de dizer “eu te amo” em qualquer hora, local e situação. Todo pai tem direito a fazer cócegas na barriga da filha. Todo pai tem o direito de chorar nas apresentações escolares. Todo pai tem o direito de ser maquiado pela filha em um sábado à tarde. Todo pai tem o direito de imitar o lobo mau em restaurantes e correr atrás das crianças. Parágrafo único: objetos quebrados durante as brincadeiras deverão ser repostos.
 
Fica acordado que pai e filho nunca se separarão. Nunca brigarão pra sempre. Nunca dirão adeus. Nunca morrerão. Mediante viabilidade científica, fica garantida vida eterna, próspera e saudável para pais e filhos. Que se amem pra sempre e sejam felizes.
 
E por estarem assim justos e acordados, assinam em pensamento o presente contrato.
 
por Marcos Piangers

 

A trajetória do mineiro Ricardo ‘Eletro’ Nunes

Ricardo Nunes, dono da Ricardo Eletro – Fábio Rossi / Agência O Globo

A trajetória do mineiro Ricardo ‘Eletro’ Nunes

Garoto-propaganda sai do comando, mas segue no que mais sabe: vender

“O Ricardo cobre qualquer oferta”, diz o bordão mais famoso da Ricardo Eletro.

A rede de lojas de eletroeletrônicos e eletrodomésticos — como bem já diz o nome — tem voz e rosto. Fundador da empresa, seu principal garoto-propaganda e confiante na estratégia de que a “garantia do melhor preço” é o caminho para o negócio crescer, o mineiro Ricardo Nunes se prepara para deixar o controle da companhia. Ele é peça-chave no processo de reestruturação da Máquina de Vendas — dona da Ricardo Eletro — que será comprada pela Starboard, afirmam fontes próximas à negociação.

A trajetória de Ricardo Nunes nos negócios começou ainda no início da adolescência, em Divinópolis (MG), onde nasceu. Depois da morte do pai, ele começou a vender mexericas na porta de uma faculdade. Aos 18, já levava mercadorias de São Paulo para a cidade mineira. Vendia ursos de pelúcia e eletrônicos portáteis. Era o início da Ricardo Eletro, criada em 1989.

Ricardo garante que a experiência em vendas ao longo da adolescência ensinou a ele como tratar e atender o cliente. Quando a rede nasceu, as grandes varejistas concorrentes já tinham bem mais tempo de estrada. Para avançar, ele abraçou a tática da calculadora, oferecendo sempre o melhor preço, numa estratégia para dar uma mordida no mercado.

A expansão teve início pelo interior de Minas Gerais, chegando a Belo Horizonte em dez anos. Em 2002, veio a expansão para o Espírito Santo e, em 2005, a entrada no mercado do Nordeste, começando pela Bahia. Dois anos depois, a Ricardo Eletro comprou a rede MIG, com forte presença na região Centro-Oeste. E desembarcou no Rio de Janeiro em 2008.

A grande mudança veio em 2010, quando a Ricardo Eletro e a Insinuante se uniram, dando origem à Máquina de Vendas, que inclui as redes Citylar, Eletroshop e Salfer. Desde 2016, no entanto, todas elas passaram a exibir a marca da Ricardo Eletro.

O empresário — famoso por negociar diretamente com parceiros e clientes, trabalhando mais de 12 horas por dia — tinha planos ambiciosos na época da fusão com a Insinuante. Pretendia fazer a rede dobrar de tamanho até a Copa de 2014, chegando a mil lojas e R$ 10 bilhões em faturamento, com 30 mil funcionários.

As coisas não saíram exatamente como planejadas, embora a rede tenha ampliado sua atuação pelo país. Em 2011, o empresário foi condenado à prisão por corrupção ativa, após ser alvo de denúncia oferecida pela Procuradoria da República. Ele teria pago propina a um auditor da Receita para livrar a Ricardo Eletro de uma autuação. Nunes recorreu da decisão.

A receita líquida da Máquina de Vendas encolheu de R$ 8,7 bilhões, em 2013, para R$ 5,5 bilhões, em 2016, dado mais recente disponível. A companhia passa por uma completa reestruturação, contando atualmente com 650 lojas e 13 mil funcionários. Segundo uma fonte próxima à empresa, 500 lojas foram fechadas desde 2014.

Com o pedido de recuperação extrajudicial, porém, a Máquina sela o acordo para que a Starboard adquira a companhia. Nunes vai deixar o controle, mas não irá se afastar do negócio que tem a sua cara. Ele vai permanecer na área comercial, afirma a mesma fonte, focado em vendas, firme na caminhada iniciada lá atrás, aos 12 anos.

SAIBA AINDA:

Ricardo Eletro só terá novo dono em 90 dias 

Fonte: Agência O Globo

 

O MUNDO DÁ VOLTAS…

Imagem_o mundo dá voltas e eu aplaudo cada uma delas.jpg

O MUNDO DÁ VOLTAS

Dizem que O MUNDO dá voltas e isso explica o tanto de gente tonta que existe por aí…

Verdade ou não, fato é que isso nos faz enxergar tudo de uma forma diferente…

José Saramago foi muito sábio quando disse a seguinte frase “Das habilidades que o mundo sabe, essa ainda é a que faz melhor: dar voltas”. Eu custei um pouco a acreditar nisso, mas se tem uma coisa que hoje eu sou fã de carteirinha é das voltas que o mundo dá.

É simples…

Sou fã porque é lindo de se ver que entre uma curva e outra sempre tem algo que se perde ou se acha, fazendo nossos olhos brilharem como nunca visto antes.

Sou fã porque nessa trajetória maluca da vida também tem aquela linha reta sem fim definido e, de repente, aparece aquele alguém que vem direto ao teu encontro, te reencontra, te reinventa, te reencanta (ou desencanta), te fazendo ver que a vida não precisa ser do jeitinho que você tinha traçado lá no início.

Sou fã das voltas que o mundo dá porque foi em uma delas que eu aprendi que o conformismo é uma droga e que tem muita gente viciada nela. E também percebi que das muitas artes dessa vida, a arte do limite é o que estagna muita gente. O looping fez o seu ciclo e teve quem ficasse ali, paradinho em todos os momentos.

Uma pena.

Mas se tem uma coisa que eu sou incrivelmente fã é das voltas que fecham ciclos. Só quem já percorreu um longo caminho e teve a sensação de dever cumprido durante todo ele sabe do que eu estou falando. O troféu é entregue na hora que, despretensiosamente, a gente olha para trás, se depara com aquela sensação boa que é rir daquilo que nos fez chorar, percebendo o quão bom foi o tempo e o amadurecimento, fieis escudeiros para a evolução de qualquer ser humano…

Também existem aquelas voltas que deixam os ciclos abertos. Essas eu assumo que não brilham tanto os meus olhos, mas sei o quanto aquieta o coração enxergar que nunca é tarde para recomeçar ou para ver de uma forma diferente aquilo que um dia nos fez bem. Porque muitas vezes as coisas voltam, voltam mais bonitas, mais leves, mais sorridentes e explicam o porquê de ter ficado aquela “coisinha” em aberto por tanto tempo.

Ciclos abertos têm seu lado positivo. Eles deixam uma frestinha aberta e nos mostram aquelas situações que ficaram lá atrás, exatamente no lugarzinho onde elas deveriam estar hoje…

E, entre uma volta ou outra, dá um baita orgulho ver que fomos capazes de deixar aquilo para trás, sem doer mais.

Eu chamo isso de superação…

A vida nos surpreende tanto e eu tenho gostado é disso, de observar cada detalhe e notar que naquela curvinha direita das voltas mirabolantes deste mundo existem surpresas do acaso que acontecem quando menos esperamos. E de perceber também que o destino está sempre pronto para surpreender, mesmo quando nós não estamos preparados para sermos surpreendidos…

Sou fã mesmo das voltas que o mundo dá, porque foi em uma delas que eu vi que não dá pra disfarçar, a vida pede urgência. E é uma delícia ver o quanto ela consegue nos surpreender com a forma linda que as coisas tendem a se encaixar. O mundo ainda tem muita volta para dar e ainda haverá muita coisa para se aplaudir.

É só uma questão de tempo.

by PAULA LARIO

Você é workaholic? Saiba os cuidados a serem tomados

workaholic.jpgCenas comuns em reuniões de negócios são executivos disputarem quem está trabalhando mais, como se isso fosse motivo de orgulho, contudo, o que não se percebe nessas situações é que pode se estar caracterizando uma disfunção, que é o fato de ser um workaholic.

Mas, o que é workaholic e quais os riscos envolvidos com esse problema?CelsoBazzola, diretor executivo da Bazz Consultoria, listou as principais dúvidas relacionadas ao tema.

Veja alguns pontos relacionados ao tema:

1 – Características do workaholic
Características de pessoas com esse problemas são fáceis de perceber, são elas que constantemente trabalham mais de 12 horas por dia no escritório e ainda leva serviço para casa, é ela também que constantemente recebe críticas por no fim de semana ficar sempre de olho no celular e checar as mensagens a cada hora para ver se existe alguma pendência no trabalho.

2 – Eu sou?
Segundo o especialista em recursos humanos Celso Bazzola, diretor executivo da Bazz Consultoria, é mais fácil localizar uma pessoa com esse problema do que tratar. “Hoje são constantes os casos de workaholics e isso se percebe a partir do momento que a pessoa não consegue se desligar do trabalho, deixando de lado sua convivência social, seja com familiares ou amigos. Assim a pessoa se torna um trabalhador viciado e compulsivo, mesmo fora de seu ambiente de trabalho ele cria um novo ambiente recheados de temas  sobre seus negócios, não há situação que o faça se desligar do trabalho”.

Sintomas desse distúrbio de comportamento é uma autoestima exagerada, insônia, mau-humor, impotência sexual, atitudes agressivas em situações de pressão e, muitas vezes, depressão.

3 – Problemas relacionados
Para Bazzola, a situação pode ser bastante problemática e pode trazer sérios prejuízos para o profissional e, até mesmo, à empresa. “Acredito que para empresa a situação traz mais desvantagens do que vantagens. Inicialmente pode ser interessante, pois a velocidade dos resultados é satisfatória, porém há um desgaste emocional natural do profissional, pois ele estará isolado e restrito ao tema trabalho, bloqueando sua sociabilização o que poderá resultar em sérios transtornos futuros para sua vida”.

A situação pode ser tão grave que estudos recentes de casos clínicos em consultórios psicológicos e psiquiátricos apontam que o vício de trabalho é similar à adição ao álcool ou cocaína. Tornado o trabalho, nesses casos uma obsessão doentia.

4 – É preciso saber viver!
Segundo Celso Bazzola, “não há pecados em trabalhar esporadicamente além de sua carga diária, desde que essa ação seja meramente por necessidade de urgência e de impacto específico. Isso, para o mercado de trabalho, acaba sendo um diferencial, mas, o profissional e as áreas de Recursos Humanos devem identificar quando não há exageros em uma rotina normal de trabalho. A partir do momento que a carga horária começa a extrapolar constantemente é momento de refletir. O trabalho será saudável enquanto não aprisiona a pessoa na necessidade constante de falar e estar agindo pelo trabalho”.

O caminho para combater esse problema é assegurar o equilíbrio, entre a vida pessoal e profissional, buscar valorizar mais os momentos de lazer e perceber que o descanso é fundamental para melhoria de resultados e busca de novas ideias que podem potencializar os resultados no trabalho.

5 – Workaholic x Worklover
É importante sabermos diferenciar o amor ao trabalho do vício. Um worklover tem noção de que o excesso se refletirá em conflitos nos relacionamentos pessoais, além de proporcionar efeitos nocivos à saúde e bem-estar. Existem profissionais que buscam entregar resultados e isso é positivo. É importante ter em mente que, o fato de ser um workaholic não significa que o profissional seja mais produtivo. Muitas vezes, vemos pessoas que não conseguem ter organização no seu dia a dia e acabam trabalhando mais tempo para entregar o mesmo resultado.

É importante lembrar que a vida é muito mais do que só trabalhar e que uma mente que não descansa não é totalmente sã. Assim, não adianta trabalhar demais, isso possivelmente ocasionará erros e retrabalhos. Portanto, tem que parar de trabalhar até para poder trabalhar bem. É uma questão de lógica.

Fonte: DSOP Educação Financeira
www.dsop.com.br

SEJA UM ENCORAJADOR

coragem

SEJA UM ENCORAJADOR…

O que custa encorajar quem precisa?
Muitas pessoas vivem na sombra do medo por não acreditarem em suas qualidades e na capacidade de realização. Seja uma pessoa positiva, transmitindo palavras e sentimentos bons e capazes de modificar as ações dos que mais precisam ouvir algo.

Encoraje!
Encoraje!
Encoraje!

Seja uma pessoa que encoraja e inspira aos outros todos os dias! Não precisamos de pessoas negativas por perto e que só nos colocam para baixo.

Este ano já recebi 3 mensagens de pessoas que se matricularam em algum tipo de curso, pessoas que eu encorajei a voltar aos estudos!

Vocês não imaginam a felicidade que isso nos proporciona…saber que conseguimos de alguma forma incentivar alguém a mudar sua história…isso não tem preço…enquanto a maioria das pessoas só sabem criticar, apontar o dedo para as falhas dos outros…

O MUNDO NÃO PRECISA DE CRÍTICOS…

O MUNDO CARECE DE GENTE QUE INCENTIVA…

QUE ENCORAJA!

Seja diferente, inspire e leve o bem para todos ao seu redor!

Aprendi que não custa nada tentar ser alguém melhor para os outros, tentar encorajá-los sempre, ajudar quando preciso e estar sempre presente…

Tudo o que fazemos na vida acaba voltando para nós…

Seja algo bom ou ruim…

Passe adiante as coisas boas…

Com certeza, alguém já foi bom o suficiente com você e te ajudou em um momento importante.

Passe adiante as coisas boas que já fizeram com você, faça com outras pessoas e veja o bem se espalhar…

Simples assim!

 

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